17 de set. de 2010

Novos empreendimentos no cais Santista

Regiões da Prainha e da Conceiçãozinha
serão prospectadas por empresas que compuseram
Projetos Básicos de Empreendimento Portuário

Elaboração de novos projetos a o Cais Santista
O estudo apontou que as áreas também teriam vocação
para o escoamento de granéis sólidos vegetais soja
e minerais minério de ferro.
Santos Brasil, Localfrio e LPC-Latina
foram autorizadas a estudar a implantação de um terminal em Prainha.
Já a firma N.F. Motta Construções e Comércio Ltda.
apresentará planos para as duas glebas
A Codesp aceitou pedidos de quatro empresas,
para elaboração de projetos para a implantação de terminais portuários nas áreas de
Prainha e Conceiçãozinha, em Guarujá.
A utilização portuária das duas áreas
ampliaria em 2 milhões de TEUs por ano, ou 66%,
a capacidade atual do Porto de Santos para movimentar contêineres.
A Conpanhia pretende abrir licitações
para a construção de terminais de contêineres nestes espaços,
que estão entre os últimos
do Estuário previstos pela Docas para atividade portuária.
Segundo o masterplan apresentado pelo Porto em fevereiro de 2010,
caso os novos terminais movimentem contêineres,
as construções custarão US$ 319 milhões a Conceiçãozinha,
e US$ 365 milhões a Prainha.

O estudo apontou que as áreas também teriam vocação
para o escoamento de granéis sólidos vegetais soja e minério de ferro.
O pedido de registro é preparado com um conjunto de documentos,
no qual o principal é um plano de investigação da
viabilidade técnico-financeira e ambiental do empreendimento portuário.
Quando o porto é novo e não está sob a responsabilidade de uma Companhia Docas,
o pedido de registro é feito diretamente à Secretaria de Portos (SEP).

A Autoridade Portuária fará,
em data a ser definida,
licitações para escolha dos novos arrendatários.
A partir da autorização da primeira empresa para os estudos de cada espaço,
os demais interessados terão 20 dias corridos para entrar com pedido igual.

A Localfrio manifestou publicamente o desejo de conquistar sua saída para o mar.
Se disputar e vencer a licitação de Prainha,
sua instalação atual no Porto de Santos,
localizada na área retroportuária de Guarujá,
dependerá menos dos terminais marítimos para tocar
a logística de importação e exportação de suas cargas.

A Santos Brasil,
que controla o Tecon e o TEV do Porto de Santos
poderia expandir seus domínios ocupando a Prainha,
que fica ao lado do TEV.
Que e cortada pelo ramal ferroviário
que atende os terminais da margem do cais santista.

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