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20 de jan. de 2024

Formação portuária no Caribe

 Um ótimo começo para o Treinamento em Segurança e Saúde para Instrutores e trabalhadores portuários na América Latina e no Caribe com o novo aplicativo OSHports da ITF Seafarers’ Trust.

O treinamento de três dias em Barbados, arquipélago das Pequenas Antilhas, destina-se aos trabalhadores portuários para melhorar a conscientização sobre saúde e segurança na área portuária.


A Seção de Portuários da ITF e o ITF Seafarers Trust concluíram com sucesso um workshop de treinamento de instrutores de três dias em Barbados esta semana com nossos Sindicatos afiliados ao Caribe. O workshop foi concebido para formar todos os instrutores sobre como utilizar a recém-lançada aplicação SST e regressar aos seus locais de trabalho para formar os estivadores sobre as noções básicas de identificação de perigos, avaliação de riscos e como controlar riscos. Os instrutores completaram todos os módulos e receberam os seus certificados que são apoiados pelo Centro de Formação da OIT em Torino. O aplicativo SST foi projetado para elevar os padrões na atividade portuária e aumentar a participação dos trabalhadores em nossos portos.

E no Brasil como funciona o acesso à formação da OIT para a mão de obra atendida pela convenção 137 da Organização Internacional do trabalho.

A formação ou qualificação profissional são organizados para preparar para a vida produtiva e social, promovendo a inserção e reinserção de dos estivadores a novos métodos e equipamentos no mundo do trabalho portuário. Os cursos apresentam características diversificadas em termos de preparação para o exercício profissional das funções.

Mas garantido a participação em determinadas escalas e, ao mesmo tempo, o contínuo aprendizado articula o aproveitamento de mão de obra para multifuncionalidade.

Vale destacar que a formação ou qualificação profissional na área portuária demostra uma responsabilidade de caráter eminentemente prático desenvolvido través de treinamento na beira do cais.

A formação Prática visa aprimorar o exercício nas atividades portuárias em um sistema de reciclagem, para obter aprimoramento específico e definido, destinado a manter as pranchas operacionais. Desenvolvendo no estivador um conhecimento e uma técnica para acompanhar as demandas da logística portuária.

Para o pesquisador os responsáveis pela formação portuária devem refletir com muita seriedade e com dados concretos o que queremos para que os trabalhadores possam suprir as necessidades dos portos brasileiros e atender o entorno da comunidade com dignidade. Mas para isso e necessário dialogar para conhecer as necessidades concretas dos profissionais portuários e da comunidade do entorno do porto.

16 de set. de 2023

A visão do acidente

 Os acidentes sempre existiram e sempre existirão parte dos eventos ocorridos na beira do cais, e isto pode explicar, o porquê de considerá-los como um problema social. É verdade que os acidentes podem ocorrer em todos os lugares e em diversas circunstâncias, e derivar de múltiplas causas. Esta fatalidade social à qual todos estamos sujeitos depende dos riscos e dos perigos que corremos ao longo das nossas vidas.

Os acidentes são eventos que ocorrem de forma repentina, mas às suas causas podem estar associados, simultaneamente, fatores sincrónicos e diacrónicos. (Areosa e Dwyer 2010) Em sentido etimológico, o termo “acidente” significa qualquer evento não planejado, fortuito, imprevisto e fruto do acaso. Na beira do cais um acidente é entendido como algo impiedoso e que provoca danos e prejuízos a família.

Marx e Engels foram dos primeiros autores a debater as condições adversas para a saúde e segurança dos trabalhadores. A reflexão de Marx (1966) incidiu sobre a questão da tecnologia devido a está poder gerar a diminuição da necessidade de mão-de-obra. Após a emergência do taylorismo e da organização científica do trabalho os operários não perderam apenas a sua profissão, enquanto arte ou ofício, padeceu também o seu próprio estilo e ritmo de trabalho, bem como o controlo sobre os seus movimentos. De certo modo, foram transformados em colaboradores direcionados exclusivamente para maximizar a produção.

Será este o problema enfrentado nos portos o sequestro da cultura profissional do estivador.

Os acidentes de trabalho não são acontecimentos passíveis de ocorrer numa espécie de “vácuo social”; pelo contrário, eles percorrem globalmente no mundo do trabalho.



Os acidentes deixaram de ser concebidos apenas como fenómenos fortuitos e individuais, passando também a ser integrados na sua análise de fatores sociais e organizacionais (Hovden, Albrechtsen e Herrera, 2010). A história dos acidentes de trabalho tem demonstrado que, à medida que se vão reduzindo certos tipos de acidentes, também vão emergindo novos tipos de sinistralidade (Dwyer, 2000). Qualquer local de trabalho implica a presença de determinados perigos, variáveis de organização para organização. Deste modo, os acidentes de trabalho decorrem da presença de perigos e da exposição dos trabalhadores aos riscos laborais (Areosa, 2003, 2005).

Além disso, é pertinente lembrar que os acidentes podem acarretar problemas graves para os trabalhadores, mas as consequências destes eventos vão muito para além do indivíduo, afetam as famílias, os seus companheiros de trabalho e os seus empregadores.

Qual e a visão sobre os níveis de risco entre quem organiza o modelo de trabalho e os próprios trabalhadores que fazem e desfazem a lingada? Se o operador portuário estipula um procedimento operacional como seguro, mas os trabalhadores a consideram insegura, podemos entrar aqui na polémica discussão entre as perspectivas de riscos “objetivos” e riscos “subjetivos” (Sjoberg, 1999).

 Existe um longo e antigo debate em torno da questão da atribuição de causas únicas ou múltiplas aos acidentes. A resposta depende, em parte, da posição do ator no sistema social. Mas uma coisa e certa, dizer que a área portuária e um mundo a parte acima do problema social e a mesma coisa que dizer que todos os terminais portuários no Brasil são automatizados utilizando sistema 5 G.

AREOSA, João (2003), “Riscos e acidentes de trabalho: inevitável fatalidade ou gestão negligente?”, Sociedade e Trabalho, 19/20, 31-44.

 AREOSA, João (2005), “A hegemonia contemporânea dos ‘novos’ riscos”, in Carlos Guedes Soares et al. (Orgs.), Análise e Gestão de Riscos, Segurança e Fiabilidade, Lisboa, Edições Salamandra, 203-218.

AREOSA, João; DWYER, Tom. Acidentes de trabalho: uma abordagem sociológica. Configurações. Revista Ciências Sociais, n. 7, p. 107-128, 2010.

DWYER, Tom (2000), “Novas fronteiras nos estudos do trabalho”, in Encontro anual da ANPOCS, Petropólis, 1-24.

Marx, Karl (1966 [1867]), O Capital, São Paulo, Editora Nova Cultural Ltda.

SJOBERG, Lennart (1999), “Risk perception by the public and by experts: A dilemma in risk mana­gement”, Research in Human Ecology, 6, 1-9.

HOVDEN, Jan, ALBRECHTSEN, Eirik & HERRERA, Ivonne (2010), “Is there a need for new theories, models and approaches to occupational accidents prevention?”, Safety Science, 48, 950-965. DOI : 10.1016/j.ssci.2009.06.002

19 de ago. de 2023

Existe monopólio portuário

 

A batalha do porto: acusações de "monopólios", "falsidades" e "enganos" entre associações e TCP "Este novo reajuste das tarifas da TCP, empresa da qual o governo uruguaio é sócio, nada mais significa senão um novo e grave prejuízo ao setor produtivo nacional", afirma um comunicado.

A decisão do Terminal Cuenca del Plata (TCP) - 80% da empresa belga Katoen Natie e 20% da Administração Nacional dos Portos (ANP) - de aumentar as tarifas portuárias em 17% desde quarta-feira provocou rejeição. Nas últimas horas, exportadores, industriais e produtores agrícolas se manifestaram contra o aumento anunciado e afirmam que ele impactará a competitividade do País. Os presidentes da União dos Exportadores (UEU) e da Câmara das Indústrias (CIU), Facundo Márquez e Fernando Pache, respetivamente, questionaram a decisão e até o chefe da CIU apontou que estavam “extremamente chateados”.

A UEU emitiu nota em que afirma que a decisão da TCP "demonstra uma clara atitude monopolista da empresa, diante da carga cativa do comércio exterior uruguaio" e que com o aumento "o custo da TCP fica quatro vezes mais caro ” do que portos como Río Grande (Brasil) e San Antonio (Chile).

A crítica foi também partilhada pela Câmara das Indústrias Pesqueiras (CIPU) que se afirmou "preocupada com esta situação que afeta a competitividade".

As principais associações agrícolas emitiram um comunicado no qual manifestam a sua "profunda preocupação" com a medida.

“Este novo reajuste das tarifas da TCP, empresa da qual o Estado uruguaio é sócio, nada mais significa do que um novo e grave prejuízo ao setor produtivo nacional, que tem um custo que agrava a perda sustentada de competitividade ", afirmou o comunicado assinado pela Associação de Arrozicultores (ACA), Associação Nacional dos Produtores de Leite (ANPL), Associação Rural do Uruguai(ARU), Comissão Nacional de Desenvolvimento Rural Cooperativas Agrárias Federadas e Federação Rural.

As associações agrícolas pediram às autoridades governamentais "que adotem as medidas que garantam que os custos" do TCP "deixem de representar mais um entrave à competitividade".


A única resposta do TCP até agora foi para o UEU. A empresa portuária acusou os exportadores de dizerem "uma mentira" e induzirem a um "engano", já que os exportadores "sabem muito bem" que "colocam seus produtos no exterior com custos logísticos menores do que os enfrentados nos demais portos da região". O TCP descreveu a declaração da UEU como um "documento mentiroso, claramente elaborado com o objetivo de confundir a opinião pública".

A TCP Rates, empresa da qual o Estado uruguaio é sócio, nada mais faz do que supor um novo e grave prejuízo ao setor produtivo nacional, que está sobrecarregado com um custo que agrava a perda sustentada de competitividade sobre o qual temos alertado".

Os sindicatos signatários são: a Associação dos Produtores de Arroz (ACA), a Associação Rural dos Uruguai (ARU), Comissão Nacional de Desenvolvimento Rural, Cooperativas Federação Agrária e Federação Rural.

Comunicado dos sindicatos agrícolas Atendendo ao anúncio do aumento das tarifas portuárias, comunicado pelo Terminal Cuencadel Plata (TCP) em acordo com o Poder Executivo, as entidades abaixo signatários querem expressar sua profunda preocupação com esta medida produção nacional, que tem um custo que agrava ainda mais perda sustentada de competitividade para a qual temos vindo a alertar com consistência.

Pedimos às autoridades nacionais que adotem as medidas que garantir que os custos deste terminal deixem de ser mais um obstáculo para a competitividade e que o porto é, como não poderia deixar de ser, um parceiro estratégico da que produzem e contribuem com seu trabalho e esforço para o desenvolvimento do país.

Associação dos Produtores de Arroz

Associação Nacional dos Produtores de Leite

Associação Rural do Uruguai

Comissão Nacional de Desenvolvimento Rural

Federação Rural das Cooperativas Agropecuárias Federadas

As seis associações que assinam o documento (veja) pedem às autoridades governamentais nacionais a adotar "medidas que garantam que os custos deste terminal parem representam mais um entrave à competitividade e que o porto é, como não poderia deixar de ser, um parceiro estratégico de quem produz e contribui com o seu trabalho e esforço para o desenvolvimento do país".

https://www.elpais.com.uy/negocios/noticias/gremiales-agropecuarias-y-pesqueras-se-suman-al-rechazo-por-suba-de-tarifas-en-el-puerto  

https://www.debate.com.uy/actualidad/Gremios-rurales-reaccionaron-a-la-suba-de-tarifas-de-TCP-Agrava-la-perdida-de-competitividad-20230819-0009.html

https://www.elobservador.com.uy/nota/mira-que-le-dijeron-al-gobierno-seis-gremiales-del-agro-por-la-suba-de-tarifas-en-el-puerto-2023817105622

https://portalportuario.cl/exportadores-uruguayos-cuestionan-alza-tarifaria-en-terminal-cuenca-del-plata/


19 de dez. de 2021

Portos congestionados

 

 Port Klang e Piraeus se juntam a Ningbo e LA no topo do congestionamento portuario.

Para nomes de congestionamento familiares em Xangai, Ningbo, Los Angeles e Long Beach, outros portos como Piraeus e Port Klang, entram para o seleto grupo

A crise global de congestionamento dos portos de contêineres que afetou as cadeias de abastecimento durante todo o ano está mudando para novos pontos críticos, enquanto alguns locais problemáticos mais antigos voltam ao normal.

O Congestionamento e o lado amargo de um hub port é uma dúvida sobre a estratégia dos portos concentradores em locais estratégicos para quem. Uma coisa e certa a pandemia de covid19 contrariou todas as certezas do mercado logístico. O que está obrigando aos governos a legislarem sobre esta forte concentração. Veremos uma intervenção branca nos armadores ou o retorno de novos armadores com preocupações nacionalistas e menos globalimo.

Dados da consultoria eeSea mostram as piores áreas onde os navios estão recuando, além de mostrar melhorias em pontos coloridos, como Savannah, na costa leste dos Estados Unidos. Junto com as bolhas surgidas no leste da China e no sul da Califórnia, o mapa de bolhas de congestionamento, mostra o aumento de problemas no Mediterrâneo e ao longo da costa africana.

Analisando os números, o Port Klang da Malásia está sofrendo severamente com 32 navios esperando por espaço de atracação, enquanto no sul da Europa os portos da Argélia e Pireu se destacam como pontos de congestionamento crescentes.

 

Um relatório do projeto da plataforma de visibilidade do embarcador44 no mês passado mostrou que o maior aumento nas viagens em branco em 2021 foi experimentado por Port Klang. O porto da Malásia registrou um aumento de 980% nas viagens anuladas nos primeiros 10 meses do ano.

 Enquanto isso, na Grécia, uma greve de 48 horas no Pireu neste mês abalou os calendários já problemáticos. A recente ação de greve na Argélia também aumentou o congestionamento fora do porto do sul da Espanha. Não esquecendo que nesta área devido aos grandes lucros dos armadores nos dois últimos anos, não dá para entender seus estivadores cruzando dos braços em terminais devido a baixos salários ou reduções de benefícios trabalhistas.

Fora de vista, mas crescendo a cada dia, o número de conteineiros na costa do Pacífico aguardando para atracar agora e superior a 100.Espalhados por 1.600 quilômetros da costa norte-americana, estendendo-se até o interior do México, há 101 conteineiros ancorados ou vagando, esperando por espaço nos portos gêmeos da América, de acordo com os dados mais recentes do Marine Exchange of Southern California. A típica passagem de quinze dias pré-pandêmica para navios em trânsito da Ásia para a América do Norte agora está consumindo mais de 45 dias para atracar.

 No mês passado, as autoridades americanas empurraram o estacionamento de navios para longe da costa da Califórnia, pedindo aos navios que parassem a cerca de 150 milhas da costa. Enquanto os surfistas em Newport Beach, ao sul de Los Angeles, não estão mais olhando para uma armada de contêineiros que continuou a aumentar. 30 navios ancorados ou vagando nas águas do sul da Califórnia, além de 71 navegando em baixa velocidade ou vagando fora da área designada.

 Na noite passada, as autoridades haviam realmente liberado todos os navios ancorados ao largo de Los Angeles e Long Beach em preparação para uma grande tempestade.

 Destacando o extremo tempo de espera para os navios que cruzam a linha comercial do Pacífico, Sal Mercogliano, um professor associado da Campbell University na Carolina do Norte, apontou para o Navio Amarillo de 4.250 teu que esta esperando ao largo de Baja, no México, e o Maersk Esmeraldas esperando em Xiamen O Navio Amarillo deixou o porto sul-coreano de Busan em 17 de novembro e está atualmente ancorado em águas mexicanas com atracação programada em Los Angeles em 2 de janeiro, fazendo um trânsito de 46 dias. O Maersk Esmeraldas de 13.000 teu deixou o porto de Xiamen há dois dias e permanece fundeado não muito longe da costa chinesa, com chegada programada em Los Angeles em 11 de janeiro, durando um mês de trânsito.

Uma das tratativas posta em prática foi transferir parte desta carga par outros portos .

Depois de meses de chamadas ignoradas, Oakland recupera o tráfego de contêineres devido ao congestionamento nos portos gêmeos de Los Angeles e Long Beach levou muitos operadores de navios de contêineres transpacíficos a descarregar todas as caixas em LA / Long Beach, pular Oakland e retornar diretamente à China para recarregar.

Após dois meses consecutivos deste procedimento operacional dos armadores , o porto recebeu 75 escalas de navios durante o mês de novembro, o maior número em seis meses. Algumas, dessas embarcações foram fretadas diretamente pelos proprietários de carga, que estão usando Oakland para contornar o engarrafamento em LA / Long Beach.

https://splash247.com/port-klang-and-piraeus-join-ningbo-and-la-at-the-top-of-the-congestion-charts/?fbclid=IwAR0i4eBkQrI2efKUK0ewvb4DlveSW5da9m-ceY0oKZj3C1YSOh2rYKp2TOg

https://www.maritime-executive.com/article/after-months-of-skipped-calls-oakland-gets-boxship-traffic-rebound?fbclid=IwAR35hQMi-19DXw6Q2HxcZGAeRWK0Zk2QnHuV9AmDY1LJDVdkWYnwQQS9c3g

22 de dez. de 2019

Prepom Portuário Nordeste 2020

Os cursos do Prepom Portuário 2020 para os trabalhadores portuários dos  portos da região Nordeste do Brasil foram distribuídos da seguinte forma :
CABEDELO 4 cursos com  48 vagas
FORTALEZA 4 cursos em 5 turmas com  60 vagas  e do Programa de Desenvolvimento Portuário PDP  5 cursos em  6 turmas com  90 vagas
ILHÉUS 1 curso com  15 vagas
ITAQUI 8 cursos em 16 turmas com  342 vagas
MACEIÓ  5 cursos em 9 turmas com 145 vagas
NATAL 4  cursos com 75 vagas
PECÉM 8 cursos do PDP com 120 vagas
RECIFE 6 cursos em 7 turmas com  140 vagas
SALVADOR  5 cursos em 6 turmas com 60 vagas
SUAPE  4 cursos em 8 turmas com 180 vagas

Cabedelo
Cursos
CAPTP Profissional do Trabalhador Portuário 01 turma com  12 vagas
CTOTC Técnicas de Operações em Terminais de Contêineres 01 turma com  12 vagas
CESSTP Especial em Segurança e Saúde no Trabalho Portuário 01 turma com  12 vagas
CPOPCS Procedimento Operacional Padrão - Contêiner e Sacaria 01 turma com 12 vagas
Fortaleza
Cursos
CAOGB Operação com Guindaste de Bordo 02 turmas com 20 vagas
COGB Operação de Guindaste de Bordo 01 turma com  10 vagas
CTE Técnicas de Ensino 01 turma com  15 vagas
CBCC Básico de Conferência de Cargas 01 turma com  15 vagas
Ilhéus
Cursos
CE-NR35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 01 turma com  15 vagas
Itaqui
Cursos
CE-NR35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 09 turmas com 252 vagas
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte 01 turma com  10 vagas
COEGP Operação de Empilhadeira de Grande Porte 01 turma com  10 vagas
COTPC Operação de Trator e de Pá Carregadeira 01 turma com  10 vagas 
COPR Operação de Pontes Rolantes de Bordo 01 turma com  10 vagas
CAAET Arrumação de Carga e Estivagem Técnica 01 turma com  20 vagas
CBIT Básico de Inglês Técnico 01 turma com 10 vagas 
CTE Técnicas de Ensino 01 turma com 20 vagas
Maceió
Cursos
CAAET Arrumação de Carga e Estivagem Técnica 02 turmas com 40 vagas
CBAET Básico de Arrumação de Carga e Estivagem Técnica 02 turmas 40 vagas
CE-NR35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 03 turmas com  45 vagas
CSMC Sinalização para Movimentação de Carga 02 turmas com  20 vagas
Natal
Cursos
CBVP Básico de Vigilância Portuária 01 turma com  20 vagas
CECIRP  Cidadania e Relacionamento Pessoal 01 turma com  15 vagas
CESSTP Especial em Segurança e Saúde no Trabalho Portuário 01 turma com 20 vagas
CPOPCS Procedimento Operacional Padrão - Contêiner e Sacaria 01 turma com 20 vagas
Recife
Cursos
CBAET Básico de Arrumação de Carga e Estivagem Técnica 01 turma com  20 vagas
CBVP Básico de Vigilância Portuária 01 turma com 20 vagas
CE-NR35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 02 turmas com 60 vagas
COCP Operação de Cargas Perigosas 01 turma com  20 vagas
COGB Operação de Guindaste de Bordo 01 turma com  10 vagas
COGV Operação com Guindaste Veicular 01 turma com  10 vagas
Salvador
Cursos
CBCC Básico de Conferência de Cargas 01 turma com  10 vagas
CBCS Básico de Conserto de Carga 01 turma com 10 vagas
CBVP Básico de Vigilância Portuária 01turma com  10 vagas
COEH Operação de Escavadeira Hidráulica 2 turmas com 20 vagas
CSMC Sinalização para Movimentação de Carga 01 turma com 10 vagas
SUAPE
Cursos
CE-NR35  Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 03 turmas com 90 vagas
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte 01 turma com  10 vagas
COVL Operação de Veículos Leves 02 turmas com 20 vagas
CPDC Peação e Despeação de Carga 2 turmas com 60 vagas

Os  cursos do Programa de Desenvolvimento do Trabalho Portuário (PDP) projeto da Organização Internacional do Trabalho - OIT, fruto da Convenção 137 , cuja filosofia é o aperfeiçoamento da mão-de-obra que presta serviço nas funções de trabalho portuário  em terminais de contêineres.
PROGRAMAÇÃO DO PDP
Fortaleza - Mucuripe
Módulos
C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 02 turmas com 30 vagas
C1.2 Operações de Carga e Descarga do Navio de Contêiner 01 turma com  15 vagas
C4.1  Trabalho com Segurança nos Terminais de Contêiner 01 turma com 15 vagas
C6.1 O Terminal de Contêiner e o Comércio Internacional 01 turma com  15 vagas
S1.3 Supervisor do Porto: Habilidade de Supervisão  01 turma com 15 vagas

Fortaleza - Pecém
Módulos
C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 01 turma com 15 vagas
C1.6 Operações da Estação de Estufagem / Desestufagem de Contêiner 01 turma com 15 vagas
C2.1 Construção do Navio Porta Contêiner 01 turma com 15 vagas
C3.1  Construção do Contêiner 01 turma com 15 vagas
S1.1 Supervisor do Porto: Status Organizacional 01 turma com 15 vagas
S1.2 Supervisor do Porto: Tarefas e Deveres 01 turma com 15 vagas
S1.3 Supervisor do Porto: Habilidade de Supervisão  01 turma com 15 vagas
P3.1  Manuseando Cargas Perigosas nos Portos 01 turma com 15 vagas

Agora os trabalhadores estão na  expectativa de não serem realizados cortes ou contingenciamento  de verbas que venham a contribuir com  prejuízo social para os trabalhadores portuários dos portos organizados    ,pertencentes ao quadro do Ogmo .
O Programa do Ensino Profissional Marítimo para Portuários, destina-se à habilitação/qualificação  e requalificação de pessoal para o exercício das atividades nas funções de  capatazia,  conferência de carga, conserto de cargas,estiva, vigilância de embarcações e bloco no portos brasileiros .

4 de fev. de 2016

Prepom Portuario Nordestino 2016

APROVO, para emprego pelos Órgãos Central e de Execução do Sistema de Ensino Profissional Marítimo e usuários da Comunidade Portuária,
 o Programa do Ensino Profissional Marítimo, para o ano de 2016
 (PREPOM-Portuários/2016). 
Wilson Pereira de Lima Filho Vice Almirante  
RIO DE JANEIRO, RJ. Em 28 de janeiro de 2016.

Distribuição dos Cursos

Portos do Nordeste

Porto de CABEDELO 4 cursos com  78 vagas
 CBAET Básico de Arrumação e Estivagem Técnica 01 turma 04/04/2016 28/04/2016 20 vagas
CBCC Básico de Conferência de Cargas 01 turma 17/05/2016 16/06/2015 20 vagas
 CBVP Básico de Vigilância Portuária 01 turma 29/08/2016 06/08/2016 20 vagas
CPDC Peação e Despeação de Carga 01 turma 01/05/2016 13/05/2016 18 vagas

Porto de FORTALEZA 4 cursos com 65 vagas
CBAET Básico de Arrumação e Estivagem Técnica 01 turma 04/04/2016 29/04/2016 20 vagas
CBTP Básico do Trabalhador Portuário 01 turma  15 vagas
CECIRP-I/ Especial de Cidadania e Relacionamento Pessoal com Informática 01 turma 07/03/2016 31/03/2016 15 vagas
CPDC Peação e Despeação de Carga /01 turma  09/05/2016 20/05/2016 15 vagas

Porto de ITAQUI 8 cursos com  170 vagas
 CBAET Básico de Arrumação e Estivagem Técnica /01 turma 18 vagas
CE NR-35 Especial de Segurança e Saúde no Trabalho em Altura
/04 turmas com  112 vagas
COCP Operação de Cargas Perigosas /01 turma com 20  vagas
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte  01 turma  com 10 vagas
COPR Operação de Pontes Rolantes de Bordo /01  turma com 10 vagas

Porto de  NATAL 4  cursos com  72 vagas
 CE NR-35 Especial de Segurança e Saúde no Trabalho em Altura
04 15/06/2016 21/06/2016 18

Porto de RECIFE 10 cursos com  136  vagas
CAOGB  Atualização na Operação de Guindastes de Bordo 01 turma 08/08/2016 19/08/2016 12 vagas
CE NR-35 Especial de Segurança e Saúde no Trabalho em Altura
04  turmas com  64 vagas
COEGP Operação de Empilhadeira de Grande Porte 01 turma 06/06/2016 27/06/2016 12 vagas
 COGB/ Operação de Guindaste de Bordo 01 turma 18/07/2016 04/08/2016 12 vagas
 COGM Operação de Guindastes Móveis sobre Pneus /01 turma 18/07/2016 12/08/2016 12 vagas
COGV Operação em Guindaste Veicular 01 turma15/08/2016 01/09/2016 12 vagas
COSGS Operação de Sugador para Granéis Sólidos  01 turma 15/08/2016 26/08/2016 12 vagas

Porto de SALVADOR 4 cursos com 40 vagas
CAOGT Atualização na Operação de Guindastes de Terra 01 curso com  10 vaga
CBAET  Básico de Arrumação e Estivagem Técnica 01 curso com  10 vagas
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte  01 curso com  10 vagas

COGT Operação de Guindaste de Terra  01 curso com  10 vagas

7 de jun. de 2015

O Porto Estratégico

O porto é um elemento da estratégia global de atração de investimentos e geração de emprego e renda, participando ativamente do processo de desenvolvimento econômico da região por meio de uma articulação a ações e programas amplos e consistentes.
É fundamental que os portos brasileiros construam um patamar gerencial e operacional capaz de fazer frente às condições internacionais, buscando reduzir o tempo para ampliar  seus indicadores de eficiência.
 Os portos que ajustarem a sua estrutura física, operacional e gerencial, com grande oferta de equipamentos, serviços e instalações terão uma grande gama de  clientes e competitividade.
 Com diretrizes estratégicas e a implementação de ações voltadas para os interesses da comunidade portuária  .
 Um fator importantíssimo e a aquisição de capacidade própria de investimentos e de alavancagem de recursos.
 A obtenção de resultados operacionais positivos, acessos rodoviários e ferroviários  facultam vantagens  sobre seus concorrentes. 
A criação de uma cultura política dentro do sistema portuário nacional na construção de caminhos que acelerem a  eficiência.
 Como elo da cadeia de valor, trazendo seus clientes para seu arredor  influenciando toda a cadeia produtiva. 
A necessidade de reduzir o tempo presente em todos os elos da cadeia, juntando desde as etapas iniciais do processo produtivo até as operações dando aos produtos preços e condições atraentes. 
Nesse contexto, o transporte deixa de ser encarado como mero elemento de apoio passando a se constituir em elemento indispensável. 
O porto  quando recusa uma carga deixa de movimentar recursos significativos , afetando de forma negativa a economia inserida na região. Como agente do desenvolvimento, o porto tem a função de atrair investimentos produtivos para áreas circunvizinhas, tornando-se decisivo na economia. 
A fim de atender a demanda da sua zona de influência e contribuir para a ampliação da oferta de postos de trabalho, com projetos vinculados à atividade que gerem valor agregado.
 A assimilação desta dimensão poderá dar aos portos nacionais maior importância. Conseguiu-se evolução  na eficiência operacional  juntamente com a expansão dos navios  . 
Desse modo compreender os números de forma integrada no procedimento tempo e dinheiro. 
Se os portos exercem uma atividade-meio, de forma eficiente e ágil, entre regiões. Através desse  procedimento é possível alcançar mercados vantajosas. 
O que amplia o escopo da atuação portuária. Ajustar a infraestrutura portuária disponível aos requisitos do setor produtivo de sua zona de influência, criando sinergia com os  terminais especializados. 
O armador fideliza as cargas de seus clientes aos portos por ele atendidos.  O porto tem condições de operação favoráveis ou desfavoráveis à atração de empreendimentos com dimensões para desenvolvimento.
 Definindo o empreendimento,  a capacidade de manutenção/ampliação da infraestrutura disponível, implica  na capacidade  de captação de investimentos. 
O porto assume uma posição central na condução da política de atração de investimentos, à medida que reduz suas condições de operação o custo aumenta.

O nível de eficiência do porto é diretamente proporcional à sua capacidade de movimentar com rapidez e segurança as cargas.
 O tempo médio de carga/descarga  e permanência de navios na barra e atracados.