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3 de out. de 2015

Dockers Liverpool 2015

Os estivadores do Mundo se encontraram em  Liverpool para celebrar o 20º aniversário da greve de liverpool. 
Para salientar e fortalecer que a união nos portos e um fato que se  
deve a este fato para hoje ser uma realidade.

O evento foi marcado por reuniões  que discutiram os crescentes ataques por parte dos empregadores e dos armadores contra os estivadores, bem como os problemas sociais, tais como terceirização e excesso de capacidade que ameaçam a segurança de emprego e condições de trabalho dos trabalhadores. E as tensões criadas pelos políticos patrocinados  contra os direitos coletivos dos estivadores em todo o mundo .
As duas organizações do trabalho portuário participaram do evento .Gerando a oportunidade de desenvolver iniciativas conjuntas sobre temas como automação, amarração, e alertar o público Mundial sobre estes ataques as comunidades portuárias , com o objetivo de organizar ações coordenadas em defesa dos direitos dos estivadores.Espírito coletivo jamais será vencido

Comemoram os estivadores de Liverpool  muitas razões, para honrar uma das lutas mais heróicas da história do mundo portuário. 
A cidade  o cais, seu espírito e seu povo  eles incorporam a história comum de luta de classes, uma luta que vive hoje. Foi  e è  um marco nas relações laborais britânicas, porque os estivadores travaram uma batalha única. Eles foram demitidos e estavam lutando para serem reintegrados. Quando os sindicatos se esconderam atrás da legislação anti-sindical como uma razão para não agir, os estivadores de Liverpool responderam com a campanha mais impressionante que se possa imaginar.

A mobilização do povo de Liverpool, o apoio obtido de grupos e de organizações foi inspirador.
A criatividade das Mulheres dos Estivadores, a sua utilização de arte (aqueles "Dockers 'CK' t-shirt) 
a música, literatura e cinema tudo correu junto a um movimento de solidariedade mundial que viu a ação como dos estivadores do porto de São Francisco.
  Além de que imagem de força em ação de solidariedade notavelmente em 28 meses.
 Famílias perderam suas casas outras morreram na luta.


Os estivadores de Liverpool rejeitaram a Thatcher anti-democrática, anti- trabalhador e contra os direitos sócias das cidades portuárias  pois estavam dispostos a desafiar as leis anti-sindicais de Thatcher.
 Mesmo espírito necessário agora.Os estivadores foram, sem dúvida, à frente de seu tempo. Eles eram certamente muito à frente da liderança do movimento sindical da época.
  Para todo o poder ea riqueza da elite governante, eles nunca vão derrotar os ideais e espírito de comunidade dos trabalhadores portuarios.
 Os estivadores de Liverpool deviam desaparecer. Em vez disso, desafiadoramente e com dignidade CASA criou o e ajudou, literalmente, milhares de pessoas .
 A CASA mostra nas veias a  solidariedade corajosa  de 500 Estivadores.
Intervenção de António Mariano, Presidente do Sindicato de Estivadores.
Queridos irmãos e irmãs,
É sempre um prazer estar aqui em Liverpool, a capital de
Estivadores, a capital da Solidariedade Internacional.
Uma luta fantástica contra o capital ganancioso, pude testemunhar então a vossa incrível luta, mesmo com o sacrifício das vossas vidas pessoais. Ao vosso lado o apoio constante das vossas famílias para tornar a luta mais sólida e focada nos vossos objetivos de justiça social.
O exemplo de solidariedade – na sequência da vossa tradição de solidariedade internacional com trabalhadores de todo o mundo – frutificou e cimentou o caminho para o surgimento de uma organização global ativa das bases dos estivadores – IDC – Conselho Internacional de Estivadores –a atual luta contínua contra a austeridade, a precariedade e as condições miseráveis impostas aos trabalhadores pelas políticas neoliberais que alastram por todo o mundo.

Em Portugal, há alguns meses, um grupo de ativistas começou a construir uma organização gémea da CASA, inspirada nos seus objetivos, chamada SOLID, com o objetivo de promover iniciativas ativistas e de apoio legal nos campos das questões laborais, sociais e culturais, iniciativa que conta também com a participação ativa de estivadores portugueses.
Vocês são um exemplo verdadeiramente frutífero e inspirador para o Mundo!
Em nome dos estivadores portugueses, quero expressar a nossa sincera gratidão aos 500 Estivadores de Liverpool, às incríveis “Women on the Waterfront” e a todas as suas fantásticas famílias, por darem estes magníficos exemplos de Solidariedade ao Mundo.
Nós Nunca Caminharemos Sós!
Não poderia esquecer de salientar a presença dos estivadores do porto de Santos .
Ser Estivador ja e uma conquista diaria tão apaixonante quanto o amor de um filho , estar aqui e participar deste evento e um marco não so para os estivadores brasileiros  mas tambem para todos os que no dia de hoje estão na lingada nos seus portos  .

Sozinhos nada poderemos , A UNIÂO FAZ A FORÇA.

20 de jul. de 2015

O Porto na União Europeia

Com a instituição da União Europeia,
 pelo Tratado de Maastricht ou Tratado da União Europeia,
 no art. 3º, letra “f”, e art. 75, 1,  “a”, de um sistema uníco de exploração de portos, ao qual os países devem se adequar legislativamente. 
 Mais da metade do seu comércio interno passa por meio dos mais de 1.000 portos  que existem nos seus 20 Estados-membros com acesso ao mar da União Europeia , 3,5 bilhões de toneladas de carga e 350 milhões de passageiros por ano.
 Desse modo, o porto figura como um organismo econômico complexo, no qual se realizam numerosas atividades empresariais, destinadas a fornecer serviços que são fundamentais dentro de um complexo sistema de transporte que interessa a todos os países da União Europeia. Vários instrumentos do Direito Comunitário europeu tiveram por objetivo regular os portos marítimos, mesmo antes da assinatura do Tratado de Maastricht.
 Dentre os principais: a Resolução do Parlamento Europeu sobre a aplicação da Convenção MARPOL, com o fim não somente de evitar disposições diversas nos diferentes portos da Comunidade, mas também de proceder a uma drástica redução da presença pública na gestão da atividade portuária; e  o  “Livro Verde”, publicado pela Comissão, em junho de 2006, COM final, que define a política marítima comunitária, tendo como principais diretrizes inovação, competitividade e respeito ao meio ambiente.
 Nos itens 18 a 22, foi proposto o modo de governança marítima, passando de um governo de setores ou regiões para uma abordagem transversal, com repercussões não somente regionais, mas também comunitárias e internacionais. 
Por essa proposta,  seriam geridos regionalmente, enquanto a União Europeia trataria da defesa do interesse comum. 
Essa disposição teve grande impacto nos países ao norte, como Bélgica, Holanda e Inglaterra, que possuem um sistema diferente aos países , como a Itália, Espanha e Portugal.
 Nos países do norte europeu, a administração dos portos é integrada à administração regional. 
Os portos desses países são geridos pelos Municípios, como  Rotterdam e Amsterdam com centros de treinamento , na Holanda. 
Na Bélgica, a exceção  e o porto de Zeebrugge, que é gerido por uma empresa  incorporada à cidade de Bruges , tendo em Antuerpia seu centro de treinamento.
 Além do “Livro Verde”, Parlamento e o Conselho Europeu têm regulado de forma significativa o setor com diretivas e decisões.
 A Decisão nº 1.346/2001/CE, de 20 de maio de 2001, define as características dos portos, classificando-os em:  portos marítimos de importância internacional;  portos marítimos de importância comunitária; e portos de acesso nacional. 
Por meio da Diretiva nº 2.005/65/CE, que estabelece um sistema de proteção abarcando toda zona portuária, foram definidos, 
pelo art. 3º,: porto, interface portuária, instalação portuária, ponto de contato para proteção portuária  e autoridade de proteção portuária. 
Os portos foram regulados por meio da COM (2007) 575,  “Livro Azul”, que apresenta o Plano de Ação para uma política integrada entre os países integrantes da Comunidade Europeia, com a previsão de uma infraestrutura portuária dotada de maior transparência  nas transferências de recursos públicos e menor ajuda estatal aos portos. O “Livro Azul” estabelece, no item 4.1, uma preparação de estratégia global para o transporte marítimo para 2008-2018, devendo a Comissão propor uma nova política portuária, que leve em consideração os múltiplos papéis dos portos no contexto mais vasto da logística europeia.

Na Espanha, a gestão dos portos sempre enfrentou, uma disputa entre duas opções: ou a direção política do Estado, com a gestão dele dependente; ou a sua configuração como ente corporativo, com a forte presença de interesses locais públicos e privados. Com a lei portuária espanhola, Lei nº 27, de 25 de novembro de 1992, foi implementada uma significativa reforma no sistema, organizacional e de gestão, e um funcionamento mais ágil. 
A definição apresentada pela Lei nº 27/1992 para domínio público portuário estabelece.
 Conjunto de espaços terrestres, águas  e instalações situadas à beira do mar ou rios, que reúnem determinadas condições físicas de organização art. 14.1; Teleológico: tráfego portuário art. 2.3; Formal: autorizado pela administração. A zona de serviços aparece, na legislação portuária de 1992, como conceito chave para delimitar o domínio portuário, fixando a superfície das águas pertencentes ao porto bem como a sua extensão terrestre. 
Determina que todos os bens de afetados aos serviços portuários fazem parte do domínio público portuário. 
Os princípios vetores eficiência no serviço, rentabilidade  de sua exploração e capacidade de gestão da Autoridade Portuária, dentro do planejamento a que estão sujeitos os portos.
 Em 2003, foi estruturado um novo modelo para o setor portuário, a Lei nº 48/2003, onde as Autoridades Portuárias deixaram totalmente de lado a atividade de prestação de serviços para passarem a exercer a função tanto de gestoras como de reguladoras da atividade comercial. Surgindo como decorrência direta da Diretiva Comunitária e sendo voltada à liberalização da prestação do serviço portuário. 
A lei portuária espanhola,estabelece livre concorrência interportuária e intraportuária, liberaliza a prestação dos serviços na linha da União Europeia . Mão de obra portuária qualificada e sua gestão segue os preceitos da Convenção 137 da OIT.
Na Itália, após a assinatura do Tratado da União Europeia, se
separou a atividade econômica  da função administrativa de controle sobre as operações portuárias.
Lei nº 84 de 1994,79 , no art. 6º a Autoridade Portuária não pode desenvolver, direta ou indiretamente, atividade empresarial, ficando os portos menores submetidos à Administração publica. 
As nove autoridades portuárias são pessoas jurídicas de Direito Público com funções de planejamento de acesso , infraestrutura dos portos, e coordenação, promoção e controle das operações portuárias.
 Os artigos 16.7, 20.2 e 21.1 à Autoridade Portuária regula a concorrência entre operadores portuários. A autorização para realizar operações portuárias pode estar acompanhada do direito de dispor, do espaço de área portuária  no terminal portuário, por meio de uma concessão  de domínio, sendo a empresa que possui autorização e concessão definida como operador terminalista.

 Em Portugal, a reformulação portuária foi preconizada pelo Livro Branco de Política Portuária, aprovado pelo governo português através do Conselho de Ministros.O Decreto-lei nº 298/1993, que definiu como de interesse público a atividade de movimentação de cargas. Autoridade Portuária é identificável pela Administração do Porto e a Junta Autônoma do Porto, a função dessa pessoa jurídica e a de zelar pelo bom funcionamento do porto. O Decreto-Lei nº 298/1993, o papel da gestão das atividades portuárias e transferido para o concessionário. Os serviços públicos portuários são transferidos às empresas de estiva. O prazo máximo de concessão é de 30 anos.O Decreto-Lei nº 324/1994, retirou as Administrações Portuárias do envolvimento com atividades operacionais e gestão comercial.

6 de nov. de 2014

100.000 foram as Ruas de Bruxelas

Hoje, 100.000 Belgas  foram as ruas 
contra as políticas econômicas do governo e 
os Estivadores sempre na Linha da Frente!

Dezenas de milhares na marcha de protesto contra o governo belga
Dezenas de milhares de belgas marcharam nesta quinta-feira 
no centro de Bruxelas capital do pais 
para mostrar o seu descontentamento 
com as políticas econômicas do governo.
Março será o início de uma série de manifestações 
e greves com o apoio dos  três sindicatos e a coalizão de oposição .
A polícia esperava que cerca de 80 mil pessoas viessem para participar da marcha, 
enquanto os organizadores esperavam mais de 100.000.

De acordo com a AP, 
estima-se que cerca de 100 mil pessoas participam da manifestação. As duas primeiras horas da manifestação foram  tranquilas,
 os manifestantes marcharam pacificamente pelas ruas da Capital 
 da Bélgica.

Mas quando a passeata se aproximava do fim da demonstração, 
a polícia e os manifestantes entraram em confronto.


Trabalhadores ferroviários afirmaram  anteriormente  
a quinta-feira que eles já haviam vendido  80 mil bilhetes 
mas baratos para incentivar as pessoas a participar do protesto.
Além disso, 
os funcionários da indústria siderúrgica e
 os Estivadores  de Antuérpia e Zeebrugge,
 bem como na Saúde e na Educação 
 sediaram uma campanha operação tartaruga – trabalhar de vagar .

A indignação é dirigida contra reforma do governo 
 e aos  quatro partidos que dão sustentação política no país, 
que decidiram que o 
salário não deve ser reajustado 
de acordo com a inflação, como e de costume.

Os manifestantes também rejeitam 
o plano de aumentar a idade para aposentar da reforma previdenciária de 65 para 66 anos em 2025 e para 67 em 2030. 
Além disso,
 o Governo propôs uma série de cortes no orçamento, 
tanto no governo central nas áreas de  cultura e pesquisa cientifica .
 O objetivo é fazer com que o orçamento do Estado 
entre em  equilíbrio até 2018.

  A série de medidas do governo cria um cocktail potencialmente explosivo, diz Marie-Helene Ska, secretário-geral da organização-mãe belga CSC, ao jornal Le Soir.

Na semana seguinte, 
ele planejou uma série de greves nas províncias belgas, 
 tudo isso culmina numa greve geral para o dia 15 de dezembro.

Tobback: "Estes não são apenas cidadões belgas , mas também são pessoas preocupadas"
"São muitas pessoas como nós  que estamos  irritados e preocupados 
com o fato de que os esforços pedidos são doloridos  e, 
não nos  oferecem nenhuma perspectiva salutar .
 As pessoas não sentem que  vão avançar os esforços", 
disse o presidente SP.A de Bruno Tobback 
durante da manifestação em Bruxelas. 
"Este não é um governo que quer que  as pessoas trabalhem para crescer", diz Tobback.


O estivador  de Antuérpia Marc Mouzicos 
vai participar na manifestação de hoje, em Bruxelas.
 Ele prevê que será mais difícil para a manifestação regional em  Antuérpia para ir pra lá. "Isso é diferente mas estamos em nossa casa.
 Então eu tenho receio que seja  desagradável.
 Agora estamos caminhando ordenadamente  para Bruxelas", 
diz ele.


 Azuis, verdes e vermelhos com somente um  objetivo


Imagens Werner passemier 


26 de mai. de 2012

O porto de Gdynia

Porto de Gdynia,
 na região da Pomerânia na Polônia, no litoral doMar Baltico do norte central, importante porto da baía de Gdansk  .
O Porto
 Em 23 de setembro de 1922 começou sua construçãocom 500 metros de cais em 1925 liga-se ao porto uma  ferrovia em 1929 movimentou 2,9 milhões de toneladas.
Em 1933, constrói o terminal de passageiros, com sua viagem inaugural para Nova York em 1935, em 1938 movimentou 8,7 milhões de tons ,os nazistas invadem em 1939, em 1940 vira base naval alemã e o estaleiro e expandido A partir de 1943, foi alvo de  intensos bombardeios  dos aliados.
No inverno de 44-45 ,os soviéticos continuam a destruição ficando com 54% do cais e 75% dos armazéns. 
Em 1950 foi criada o Gdansk-Gdynia Port Authority, e o Gdynia Autoridade Portuária foi fundado em 1954.
Em 1961, foi aberto para operações, mas somente em 1964 termina a remoção dos escombros. Principais cargas  
.  Em 1976, constrói seu terminal de contêineres concluindo em 1979 com  a operação do navio rolon rolof “Báltico Eagle”.
carga geral,graneis,grãos,carvão coque e derivados de petróleo no ano passado  movimentou 616.441 teus
Distancia para os portos brasileiros
 Manaus 5922.8 miles , Salvador 5676.2 miles , Fortaleza 5131.3 miles Vitoria 6196.1 miles , Rio de Janeiro 6431.8 miles ,
 Rio Grande 7279.1 miles  e Santos 6594.2 miles .
Possui 8 terminais
BCT Baltycki terminal Kontenerowy SP,GCT Gdynia container terminal SA,
Baltycki terminal Zbozowy SP,MTMG Morski terminal Masowy Gdynia SP,
Petrolinvest S,ABTDG Baltycki terminal Drobnicowy Gyndia SP,Baltycka Baza Masowa SP e Westway terminal Poland Ltd
BCT Bałtycki Terminal Kontenerowy
800 m, de cais  12,7 m de calado ,três linhas ferreas  com 300m, 45 vagões,armazém com 1058 m2 area para  6.500 carros, capacidade de 20.000 TEU e 400 tomadas reefer. 6 Porteiners de 35/40, a  50/60t,2 cranes wafes 35/40 t,18 RTG  30,5 a 40 t, guindaste Liebherr LHM   100 t , Reachstacker Kalmar -45 t ,30 tratores e 18 empilhadeiras de até 7 tons

 GCT Gdynia Container Terminal está localizado na Bułgarskie Wharf 
 área total de 19.1 hectares com 620 metros de cais com calado de 11,0 m ,192 tomas reefers, terminal ferroviário com 4 linhas e 475 m  e equipado 1 ship-to-shore gantry crane STS  50 T  ,2 ship-to-shore gantry cranes STS  40 T ,1 mobile harbor crane MHC 100 T ,1 jib crane de 50 T ,7 rubber-tyred gantry cranes RTGC  40 ,3 reachstackers with 45 T ,1 empty handler, 14 terminal tractors e 14 trailers e 14 forklifts   2.0 T a 8 T.

MTMG  Maritime Bulk Terminal Gdynia Ltd

cais de 1,657 m com  pátios de estocagem de 73 070 m2, 4 armazéns com 17 055 m2 , 16 grab-hook cranes de 8 - 40 t e  12 self - propelled port crane 124 t
 transportador de correia coberta para carga , 3 balanças electrónicas de veículos até 60 t  Estacionamento externo para 122 caminhões


Swedish Quay:
Cais de  500 m navio de no máximo 300 m ,calado de  13,00 m
Possui 6 guindastes com  capacidade de 10-16 t, pneumática estacionária - Transportador mecânico de óxido de alumínio recarga, 1 vagão
pátio de estocagem de 6 756 m2, quatro câmaras do armazém com capacidade total de 20.000 m3 cúbico, armazéns planos  de4 083 m2
Dutch Quay

    cais 444 m e navio máximo de 300 m calado  10,40 m
Possui  6 guindastes com capacidade de 8-25 t, dispositivo para recarga de grãos com escalas de dispositivos eletrônicos,2 balanças electrónicas para pesagem de veículos até 60 t, pátio de armazenamento de 8 276 m2
Silesia Quay
Cais 353 m , navio de 250 m e calado  8,50 m, 4 guindastes com capacidade de 8-10 t e pátio de estocagem de 25 296 m2

Southern Pier of the Danish Quay:

Cais 170 m , navio de150 m e  calado: 9,50 m.
granéis líquidos, as classes 6, 8 e 9 do IMDG ,tanques, dutos L1, L2, L3 e pós para os  tanques de recarga e área de estocagem  32 742 m2  

12 de abr. de 2011

Um Estivador na Intermodal 2011

i imagem oficial do evento
Sucesso de público e de negócios, a 17ª Intermodal South America chegou ao fim depois de três dias de intenso movimento.

A principal feira de negócios dos setores de logística, transporte de carga e de comércio internacional das Américas superou todas as expectativas iniciais e consolidou-se como um dos principais encontros do segmento no mundo.

Exatas 45.265 pessoas passaram pelo Transamérica Expo Center, em São Paulo, em busca de boas oportunidades e do que há na vanguarda no mercado .

São 550 expositores, de 23 países, 30 portos internacionais , Alemanha (Brake, Bremen, Cuxhaven, Hamburgo, Niedersachsen e Wilhelmshaven), Bélgica (Antuérpia, Ghent e Zeebrugge), Espanha (Algeciras, Barcelona e Bilbao), Estados Unidos (Houston), França (Bordeaux, Dunkerque, Le Havre, Marseille, Nantes, Paris, Rouen e Sete Sudde France), Holanda (Amsterdã, Groningen e Roterdã), Itália (Gênova, La Spezia, Nápoles e Savona), Portugal (Leixões e Lisboa) e Uruguai (Montevidéu).

20 portos nacionais Santos (SP) ,Chibatão (AM), de Aratu (BA), Ilhéus (BA), Itajaí (SC), Navegantes (SC), Paranaguá e Antonina (PR), Salvador (BA), São Francisco do Sul (SC), Suape (PE), Vitória (ES), Itaqui (MA), Recife (PE), Rio Grande (RS) e Itapoá (SC)as docas dos estados da Bahia, Ceará, Pará e Rio de Janeiro e o Terminal Portuário do Pecém .

Entre os expositores, além de elogios à estrutura e à qualidade dos visitantes, há o consenso de que hoje a Intermodal determina cada vez mais o calendário de negócios do segmento nas Américas.

Pela primeira vez 85 empresas estiveram no evento e todas deixaram claro, que valeu a pena participar da feira, principalmente pelas perspectivas de negócios que se abrem durante o evento e a possibilidade de consolidar a imagem no mercado com maior projeção da marca por conta da qualidade dos visitantes ,empresas expositores e projeção de bons negócios em curto prazo, pois são três dias intensos.

Um dos destaques da feira foi à presença do ministro Leônidas Cristino, da Secretaria de Portos. Ele percorreu a feira e visi­tou diversos estandes e anun­ciou que o Governo Fe­deral vai investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 500 milhões em inteligência logística. “Faremos muitos proje­tos, mas alguns já estão bem adiantados como o Porto sem Papel e o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP)”, ressaltou o Ministro.

Já o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Pereira Lima, anunciou que a presidenta Dilma Rousseff vai acelerar o processo de implantação de uma política de nave­gação de cabotagem no País. Para ele, este ainda é um modal pouco utili­zado no Brasil e a ajuda do Governo Federal será fundamental para mudar este quadro. "O projeto está em fase de discus­sões na Casa Civil, mas creio que, ao ser aplica-do, vai mostrar resulta­dos em dois ou três anos", disse Tiago.

Para o diretor executi­vo da Associação Nacio­nal dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça, a Intermodal é um mo­mento único, onde for­necedores e clientes conseguem se encontrar e estreitar relações. “A organização da Intermodal está de para­béns pela qualidade dos expositores e a ampla participação de repre­sentantes de outros países, que neste ano somam mais de 23 nacionalidades”.

Em paralelo com a feira houve três conferências, com participação de profissionais do setor de transportes. Infra Portos, Intermodal Connections e Intermodal Solutions foram os pontos de encontro para a troca de experiência entre os profissionais da área. A Infra Portos, principal assunto a infraestrutura portuária. Um dos pontos altos da conferência foi à apresentação do ex-ministro dos Portos, Pedro Brito, que falou sobre o Plano Nacional de Dragagem (PND). Sobre o complexo portuário santista, o secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino, falou sobre as necessidades e o futuro do maior porto da América Latina. A Intermodal Solutions foi um fórum de discussões sobre soluções para os setores de transporte e comércio internacional. Já a Intermodal Connections teve como foco as relações comerciais entre Brasil, China, Estados Unidos e Canadá, com temas apresentados pelas câmaras de comércio desses países.

Percorri a feira olhando e conversando com os presentes, visitanto expositores e os que estavam a trabalhar o vai e vem e vai de sacolas os estudantes fotografando tudo .

O evento paralelo , que de paralelo só tem o nome , e de grande valia pois foi uma troca fabulosa de experiência . Espero em 2012 igual ou melhor como foram os últimos anos que participei. Sempre evoluindo.

19 de jun. de 2009

Transporte Frances

A França possui um sistema de transportes muito desenvolvido, com traçado radial que parte de Paris.
A rede rodoviária é, junto com a belga, a mais densa da Europa.
Paris e as principais cidades são ligadas por 8 mil km de rodovias , as velocidades são de 50 km nas cidades, 80 no rodoanel(peripherique) de Paris , 90 em estradas simples , 110 em estradas com duas pistas e 130 nas rodovias.
As concessionárias das rodovias francesas são Adelec, Alicorne, Alis, ASF, APRR Paris-Rhin-Rhone, Area, Arcour, ATMB Tunel Du Mont Blanc, Cevm , CCI Du Havre, Cofiroute , Escota , Sanif , SEA14 , SMTPC , SPAN , SFTRF Tunel Routier Du Frejus .
A rede ferroviária, cujo traçado é também radial, está nacionalizada e é administrada pela Société Nationale des Chemins de Fer (SNCF) possui 51 plataformas de distribuição de cargas ,com destinos tanto de passageiros como de cargas diarios para Belgica , Inglaterra , Italia , Luxemburgo e Paises Baixos.
A rede de canais navegáveis, iniciada no século XVII, A rede fluvial francesa tem hoje 8.501 km, a maior da Europa Ocidental, tem em Paris seu porto principal .A rede de vias navegáveis francesa compreende 1.782 eclusas, 559 barragens, 74 pontes-canais e 35 túneis canais.Principaisprodutos transportados são
carvão, petróleo e derivados, minérios e material de construção.
O tráfego marítimo também é intenso e destacam-se os portos de Marselha e Le Havre, e o de passageiros entre França e a região do Mediterrâneo (incluindo a Córsega).
O transporte aéreo adquire cada vez maior importância, tanto nacional quanto internacionalmentesão 155 aeroportos . A Air France é a principal companhia aérea do país. Destacam-se os aeroportos Charles de Gaulle a 13,5 klm ao nordeste de Paris possui 4 pistas e um estacionamento com 19.800 vagase conta com os serviços de 80 companias aereas , Orly a 7,5 km ao sul de Paris possui 3 pistas e um estacionamento com 14.900 vagas e conta com os serviços de 32 conpanias aereas e Le Bourget a 6,5 km a norte-nordeste de Paris possui 3 pistas um estacionamento para 52 vagas conta com o serviço de 10 companias aereas.
Sites uteis de transporte Auto-estradas francesas http://www.autoroutes.fr/, Transportes marítimos do Mediterrâneo http://www.sncm.fr/ ,Portal dos aeroportos franceses http://www.aeroport.fr/ ,RATP: Transportes em Paris http://www.ratp.fr%20/,Trânsito rodoviário http://www.infotrafic.com/ e SNCF http://www.sncf.com/

França

675 417 km² e em torno de 64,5 milhões de habitantes,capital Paris , moeda Euro e franco francês , nome oficial República Francesa (République Française) Data nacional , 14 de julho (Queda da Bastilha durante a Revolução Francesa)
Localizase a oeste da Europa com fuso horário de 4 horas em relação à Brasília o clima e temperado oceânico , mediterraneo , principais cidades são Paris, Marselha, Nantes, Nice, Toulouse e Estrasburgo. Faz fronteira a leste com a Alemanha e Suíça; a sudeste com a Itália e a sudoeste com a Espanha e Andorra; a norte faz fronteira com a Bélgica e Luxemburgo; a oeste é limitada pelo Oceano Atlantico e a sul por Mônaco e pelo mar Mediterraneo.
Densidade demografica e de 108,65 hab./km2 e renda per capita e de US$34.273.
Economia
Produtos Agrícolas: trigo, beterraba, milho, cevada.Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Mineração: carvão, petróleo, gás natural, minério de ferro, gipsita.Indústria: alimentícia, equipamentos de transporte, química, máquinas, metalúrgica, bebidas -Vinho, tabaco.
Empressas de capital francês: Accor, Air France, Air Liquide, Alcatel, Alstom, Areva, Aventis, Axa, BNP Paribas, Bouygues, Carrefour, Champion, Citroen, Danone, EDF, Elf, FNAC, France Telecom, Leroy Merlin, Michelin, Peugeot, Renault, Saint-Gobain, Suez, Thales, Thomson, Total e Vivendi, Michigan, (entre outros).
Órgãos Oficiais Brasileiros na França
Embaixada do Brasil34, Cour Albert 1er 75008 – Paris Tel.: (331) 4561-6300 (geral) Tel.: (331) 4225-5106 (Secom)Fax: (331) 4289-0345E-mail: 101356.571@compuserve.com Site: www.bresil.org
Delegação do Brasil Junto à Unesco7, Rue de Chaillot 75016 – ParisTel.: (331) 4568-1000 Fax: (331) 4783-2840E-mail: dl.brasil@unesco.org
Maison du Brasil (Casa do Brasil)Cité I.Universitaire 7L, bd Jourdan 75014 - ParisTel.: (01) 5810-2301E-mail: mbresil.biblio@dial.oleane.com
A França está dividida em regiões. Atualmente são 26 regiões, sendo 21 regiões metropolitanas, a Córsega e mais 4 ultramarinas (Guadalupe, Martinica, Guiana Francesa e Reunião). Cada região é dividida em departamentos. Atualmente são 96 departamentos metropolitanos e 4 ultramarinos (sendo que os departamentos ultramarinos também são considerados regiões). Os departamentos são divididos em distritos (arrondissements). Os distritos são divididos em cantões (canton) e os cantões em municípios (commune).
Território Marítimo (ZEE)
Devido aos seus numerosos departamentos e territórios ultramarinos espalhados por todos os oceanos do planeta (Guiana Francesa, Martinica, Nova Caledônia, entre outros), a França possui a segunda maior zona económica exclusiva (ZEE) do mundo, com uma área total de 11 035 000 km², o que é um pouco menos que a ZEE dos Estados Unidos da América (11 351 000 km²), mas está á frente da ZEE da Austrália (8 232 000 km²). De acordo com cálculos diferentes citados pelo Pew Research Center, no entanto, a ZEE francesa seria de 10 084 201 km², atrás da dos Estados Unidos (12 174 629 km²), mas ainda à frente da Austrália (8 980 568 km²) e também da Rússia (7 566 673 km²).
A ZEE da França cobre aproximadamente 8% da área total de todas as ZEEs do mundo, enquanto que a área terrestre da França é apenas de 0,45% da área terrestre total da Terra.