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30 de dez. de 2019

Que 2019 que venha 2020

Foram tantas noticias e historias que la vamos nos .
Participação no seminário "Setor Portuário: Desafios para o Futuro",  no auditório da Autoridade portuária do Porto de Valparaíso,o  encontro foi destinado a promover o processo de diálogo e discussão dos atuais  regulamentos portuários no mundo e  conhecer a experiência dos países latino-americanos e no Foro internacional Modernización en los Puertos: El Gran Desafio Para Los Trabajadores Portuarios.?Investigación en Seguridad y Salud em los Puertos? em Talcahuano ,Chile  ,ambos  eventos   contaram  com as    palestras da Professora doutora Carla Diegues ,Professora Doutora Fátima Queiroz ,João Renato e Lenin Braga .
  V Congresso Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário e Aquaviário , com o trabalho "Descarga de enxofre no porto de Santos:Analise e proposição para a transformação do trabalho dos estivadores " de Maria de Fátima Ferreira Queiróz ,Alexandre Campos Silva ,João Renato ,Reinaldo Nascimento,Acácio Pereira de Macedo  Neto e Mauro Mariano de Assis .

 IX Congresso de la ASOCIACIÓN LATINOAMERICANA de Estudios del Trabajo 
na Universidade  Nacional de Colombia, no auditorio Juan Carlos Celis Ospina  e na Universidad del Valle com a aprestação "Perspectiva Histórica do Trabalho dos Estivadores no Porto de Santos-Brasil: a transformação do trabalho em contexto neoliberal " de Maria de Fátima Ferreira Queiróz ,João Renato  e Mauro Mariano de Assis . 
V Congresso Acadêmico da Unifesp. Projeto "Vozes do Cais".  Gabriele Nascimento 

 A Entrevista Quem paga a conta?. Valor Econômico - Valor Setorial -Portos, São Paulo, p. 42 - 43, 17 out. 2019.Fonseca, A. ; DIEGUEZ, C. R. M. A. ; QUEIRÓZ, M. F. F. .
IV Congresso de História do Trabalho-Portugal- III Conferencia do Observatório para as condições de Trabalho e vida , Novembro  " A Jornada de Trabalho nos Portos: intensidade do labor e saúde dos estivadores. "QUEIRÓZ, M. F. F.; LARA, R. ; NUNES, J. R. S. ; Nunes, L. 
A Professora e doutora Fátima Queiroz participou da  8 General Assembly do IDC em Lisboa , junto a  estivadores de todo mundo  e estudiosos do tema ,num evento  de grande  interesse profissional e social da comunidade portuária , onde se debateu questões relativas ao respeito  social  ,trabalho seguro e saudável  e o impacto da automação  para  os Dockers, estibadores ,estivadores , longshoreman e trabalhadores portuários ,sendo a sinergia destes   temas  um imenso desafio a ser superado por todos .
E o I seminário do programa Vozes do Cais  " O trabalho portuário e o protagonismo dos estivadores do porto de Santos na UNIFESP ,Campus baixada santista  "que contou com a presença da banda Futurafrica , Lenim Braga e João Renato e   com organização da professora Doutora  Fátima Queiroz e Gabriele Nascimento . 

 A obra literária e um  produto intelectual   de um objecto material , que transmite  uma relação intima com o mundo portuário .
Porém, é importante frisar que não são do ponto de  vista individual  , mas sim fruto de uma parceria a duas ou trés mãos  para recontar os fatos numa  narrativa mais bela e cativante, passando pela  emoção  dos estivadores e da razão da professora doutora .

Capitulos  A Formação do Trabalhador Portuário no Porto de Santos e no Porto de Antuérpia   NUNES, J. R. S. QUEIROZ, M. F. F.. e  Organização do Trabalho e Saúde do Trabalhador em perspectiva comparada: portos de Santos e Lisboa. QUEIRÓZ, M. F. F.; LARA, R. ; MARIANO, A.  no livro AS METAMORFOSES DO TRABALHO PORTUÁRIO Mudanças em contextos de modernização,
Este livro é dedicado a todas as trabalhadoras e trabalhadores portuários que colaboraram com suas histórias de vida , seu aprendizado e a realização do trabalho na beira do cais e nos navios e guardava características do trabalho de “ofício” . As  transformações de modelo e as mudanças significativas nos recursos tecnológicos na mecanização  da produção, organizado por Maria de Fátima Ferreira Queiróz; Carla Regina Mota Alonso Diéguez .

 O capitulo "O trabalho dos estivadores no porto:configuração do trabalho e vulnerabilidades dos trabalhadores no seculo XX "no livro "Trabalho, questão social e Serviço Social: a autofagia do capital " QUEIROZ, M. F. F. ASSIS, M. M NUNES, J. R. S. 
Este livro procura demonstrar o processo de incivilidade imposto pela teoria da busca da redução de custo a qualquer custo , que precariza grande parte da sociedade , e converte em algo insignificante , descartável e sem valor a força de trabalho, organizado por Edvânia Â. de Souza e Maria Liduína de Oliveira e Silva   
E  os capítulos "Processo histórico das lutas resistências dos estivadores do porto de Santos ,Brasil "QUEIROZ, M. F. F. ASSIS, M. M NUNES, J. R. S. ,"História e Trabalho dos Estivadores do Porto de Lisboa."QUEIRÓZ, M. F. F.; LARA, R.  e  'O Trabalho na Movimentação de Contentores: implicações na saúde dos estivadores portugueses"QUEIRÓZ, M. F. F. no livro  “Don’t Fuck My Job - As lutas dos estivadores: Uma perspetiva Global”  Este livro  procurou, a partir de diferentes perspetivas e com base na experiência de casos concretos, abordar os principais desafios que se colocam hoje ao mundo da estiva e ao setor portuário mundial organizado por Raquel Varela.

Quem passa a virada de ano na praia  celebra  a passagem indo a beira do mar pular 7 ondas e pedir um desejo para cada uma delas.
O ato, uma homenagem aos amigos e as pessoas a quem temos o prazer  e a honra de conviver , uma forma de desejar melhores momentos para o ano que se aproxima e deixar para o passado os problemas do ciclo que se encerra.

E  ha uma amiga  e um amigo que  todo  o ano passo por este ritual e agradeço o prazer de poder  aprender com eles , a  me expressar com respeito e de forma lucida para ser entendido .E sempre pedindo novos desafios para juntos superá-los nos anos que entram  .

24 de nov. de 2019

“We’ll Never Walk Alone”

A estiva de cais em cais com vários idiomas  e ideologias   se encontraram no porto de  Lisboa
Cerca de 500 , estibadores,estivadores ,longshoreman e trabalhadores portuários de vários portos nos cinco continentes , representando os sindicatos vinculados à International Docker Work   IDC e pesquisadores  da beira do cais ,  compartilharam e discutiram  questões sobre a realidade dos  portos .

No encontro na capital portuguesa,  se realizou no Parque das Nações,com a presença de  estivadores  de os americanos do norte do ILA e ILWU ,Argentina, Austrália , Bélgica,Benin, Brasil, Canada, Chile, China ,Chipre, Colômbia, Costa do Marfim , Dinamarca ,Equador,El Salvador, Eslovênia, Espanha, França , Gambia, Ghana,Guatemala, Grécia, Itália, La Réunion , Malta, Mauritânia , Nicarágua ,Noruega ,Paraguay, Portugal, República Dominicana ,Reino Unido ,Senegal  , Suécia, Togo ,Uruguay  e Venezuela .

Nas questões mais importantes discutidas foram o impacto do crescimento da automação no uso de estivadores; segurança e saúde no trabalho, especialmente a bordo de navios e a luta contra a precariedade no emprego portuário .

 António Mariano e enquanto presidente do SEAL – Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística –,  saudou a presença em Lisboa do maior e mais importante Sindicatos do mundo no 8 congresso do IDC – International Dockworkers Council .

Quero agradecer a presença daqueles que se deslocaram 500 kms, como é o caso dos nuestros hermanos de Algeciras até our brothers australianos que percorreram 18.000 kms desde o lado de lá do planeta, incluindo neste agradecimento os delegados portugueses, de Leixões até Sines, desde a ilha da Madeira até à ilha Terceira, no Arquipélago dos Açores.
Envio também uma saudação, pelos delegados presentes, aos trabalhadores que representam e que em cada país se envolvem na vida sindical, garantindo a defesa da dignidade do trabalho portuário em todo o mundo.
Quero ainda saudar a presença da Dr.ª Lídia Sequeira, Presidente da Administração do Porto de Lisboa e da Associação dos Portos de Portugal.

De igual modo envio uma saudação aos convidados, aos pesquisadores presentes, sendo que alguns acompanham há anos e de perto, com empenho e prazer, todos os nossos processos de construção e luta.
Por último, um especial e muito solidário abraço ao nosso irmão Jordi por ter capitaneado o IDC durante este último período, particularmente desafiante para os estivadores de todo o mundo.

Aqui estamos, pois, sob a égide do primeiro porto comercial português, o porto de Lisboa cuja presença humana data da pré-história, tal a qualidade da sua situação geográfica e condições de acesso e navegabilidade. Um porto louvado por poetas e pintado por artistas de renome, o porto de Lisboa onde, e cito Fernando Pessoa na sua Ode Marítima:
«Nós os homens construímos/ Os nossos cais (.)» e atrevo-me a acrescentar: a nossa e a vossa casa.

Agora, direto ao assunto que aqui nos trouxe: ninguém ignora que o contexto político da Europa do Sul, onde nos incluímos, aponta para uma cada vez mais grave desregulação laboral. Os direitos fundamentais dos trabalhadores estão em risco. A crescente desvalorização salarial é agora a regra, ou antes, a desregra.

O setor portuário está totalmente nas mãos do capital privado, na sua maioria pertença de multinacionais sediadas em países fora da União Europeia.

Enfrentamos porventura os maiores desafios que nos foram colocados nas últimas décadas: desregulação da legislação laboral, perseguições sindicais, repressão generalizada, recuperação de formas de governo que se pensava estarem definitivamente superadas, recuperando práticas abjetas como o condicionamento ao sindicalismo, à cidadania, à vida democrática.

Certo é que este nosso recente governo socialista nos traz alguma expectativa. Mas nunca tomamos por garantidos o respeito pelos direitos dos trabalhadores. A nossa História assim nos tem ensinado.

É fundamental que este governo saiba exigir aos patrões anti sociais  o devido respeito pelos acordos que foram assumidos e posteriormente ignorados.

É fundamental que este governo consiga dirimir o retrocesso salarial e laboral e introduza as alterações legislativas que permitam inverter a tendência para a precariedade que atualmente existe.
É para isso que aqui estamos, com toda a vontade do mundo, com toda a energia que nos dão os avanços alcançados. Mas, a verdade, é que temos a consciência de nos encontrarmos numa encruzilhada. Ou os direitos que defendemos e conquistamos ganham raízes ou mergulharemos num poço sem fundo em que, repito, a precarização será a regra.

Estivadores, não podemos recuar. Temos que lutar, unidos, pela dignidade  do trabalho portuário.

Nos últimos anos conseguimos em Portugal vitórias que importa recordar:

Lutamos e ganhamos na luta pelo início do fim da precariedade extrema que dominava a arquitetura laboral no porto de Setúbal, onde a contratação de trabalhadores à jorna começava a ser regra;
Lutamos e impedimos dois despedimentos coletivos no porto de Lisboa, onde se alcançou um acordo, sem precedentes, de atualização salarial, de divisão e salvaguarda do trabalho suplementar, bem como a progressiva contenção da precariedade;
Ao fim de uma década de luta abrimos caminho à paz social na Madeira onde tudo se encaminha para o entendimento sobre um novo CCT e estamos a iniciar um processo de negociação coletiva nos Açores;
Importa por isso continuar a combater com todas as nossas forças, em união, todas as práticas anti-sindicais, desde o assédio moral passando pela ilegalidade dos sindicatos na hora de iniciativa patronal até às perseguições motivadas pela opção sindical.

Unidos, temos que acabar com a política de baixos salários, como ainda se verifica num conjunto alargado em alguns portos , fruto da ganância dos empresários portuários. Não descansaremos enquanto não devolvermos a dignidade a todos os trabalhadores do gate ao porão do navio .

Nunca aceitaremos a subcontratação ilegal de trabalhadores precários nem a precariedade como forma de vida para qualquer trabalhador portuário.

Queria aqui deixar uma nota sobre a ameaça da crescente automação do trabalho em Portugal que se situa entre os países onde se regista um elevado potencial nesta matéria. Este fato deve merecer-nos a maior atenção e cuidado, sobretudo no que respeita aos terminais portuários de maior dimensão, atuais e futuros, onde o capital se prepara para destruir postos de trabalho sem qualquer contemplação. 
Segundo um recente estudo do Instituto McKinsey  “daqui a 11 anos, 50% do tempo despendido em tarefas laborais é susceptível sera automatizada” e até 2030 “Há cerca de 1,1 milhões de postos de trabalho em risco, em Portugal”.

Esta realidade não nos pode apanhar desprevenidos. É fundamental fazer valer os nossos direitos. E se é um fato que a lei estatui que cabe aos patrões provar que não há forma de manter o trabalhador, não é menos verdade que ao dar-se um suposto aumento de competitividade, assim pensa o patronato, teremos de lutar para assegurar a empregabilidade e chamar os governos e patrões a participar nas soluções para o futuro dos trabalhadores que forem afetados pela revolução tecnológica.

Camaradas, a nossa capacidade de defender o setor portuário num contexto tão adverso, está mais do que nunca dependente da capacidade de mantermos a nossa unidade, a nossa ação combativa e corajosa como tão bem têm demonstrado os companheiros chilenos, que no seu país encabeçam os protestos em defesa de uma vida melhor.

A consolidação e o crescimento do IDC, a par da manutenção da sua combatividade e da resistência ao sindicalismo acomodado, burocrático e institucional, é outra das tarefas fundamentais que devemos continuar a abraçar com convicção e empenho.

Em nome do SEAL, quero deixar claro o orgulho de sermos pela primeira vez os anfitriões da Assembleia Mundial do IDC, fazemos votos que os trabalhos sejam produtivos, e que após estes três dias os 300 delegados presentes regressem aos seus países e portos de origem, dotados de um Conselho Internacional mais forte, mais capaz de reforçar globalmente as lutas que individualmente travamos.

Sabemos de onde vimos e sabemos para onde queremos ir. Se nos mantivermos unidos, é impossível falhar.Unidos caminharemos sem deixar ninguém para trás nesta luta que se adivinha uma das mais árduas.
Todos Por Todos  
Proud2BeDocker 
#Nem Um Passo Atras

“You’ll Never Walk Alone”

“We’ll Never Walk Alone”

19 de nov. de 2019

8 General Assembly do IDC


Os estivadores de todo mundo hoje se encontram na bela cidade portuária de Lisboa ,Portugal recebidos pelos aguerridos estivadores do Seal-sindicato dos estivadores e trabalhadores da atividade logística .

Evento de interesse profissional e social da comunidade portuária na  8ª Assembléia Geral do IDC, que inicia hoje dia 19 e continua dias   20 e 21 de novembro de 2019.

Nesse contexto, as questões relativas ao respeito  social  ,trabalho seguro e saudável  e o impacto da automação assumem um papel decisivo,  para  os Dockers, estibadores ,estivadores , longshoreman e trabalhadores portuários ,sendo a sinergia destes   temas  um imenso desafio a ser superado por todos .

 O atual  cenário enfrentados pelos estivadores nos portos , portanto, remete para a importância de políticas  sindicais  comuns  efetivas voltadas à melhoria dos ambientes sociais da comunidade portuária  e, das condições e qualidade de vida do trabalho nesta atividade milenar .

Agenda:8 General Assembly do IDC
19 de novembro
Amanhã: - Reunião de Coordenadores das Zonas   África, América Latina, América do Norte, Europa e Oceânia.
Tarde: -Reunião das diferentes zonas do IDC
 - Registro e credenciamento para a Assembléia Geral

20 de novembro
Manhã e tarde: - Assembléia Geral
Noite: -Jantar Oficial

21 de novembro
Amanhã:-Assembléia Geral


Todos Por Todos  
Proud2BeDocker 
#Nem Um Passo Atras  
We Will Never Walk Alone

31 de jul. de 2019

55ª Convenção da ILA



Em 22 de julho de 2019, deu se início à  55ª Convenção de ILA Quadrienal no The Diplomat Beach Resort em Hollywood, FL. Estivadores  viajaram de muitas áreas portuárias  do atlântico dos Estados Unidos, Canadá e Porto Rico  até Hollywood, Flórida, onde ouviram  palestrantes proeminentes do trabalho; segurança,formação e política. 
Um resumo do segundo dia .

Um resumo do terceiro dia .



Um resumo do quarto dia 


21 de abr. de 2019

CTAC19: os desafiados da automação



A Conferência de Automação de Terminal de Contêineres (CTAC) 2019 fará com que os líderes de automação enfrentem as questões mais difíceis sobre automação em terminais, e tenha a missão de articular por que a automação ainda é a chave para o futuro, apesar dos resultados mistos,críticas,  para facilitar a discussão e criando uma melhor compreensão do que pode significar .os níveis  de automação .

Enquanto algumas operadoras portuárias  investiram em automação e não alcançaram os resultados esperados,mas provou que a tecnologia pode ter enormes benefícios.

Os especialistas em  automação  e os operadores portuários com algum grau de automação  ,estarão em Londres de 6 a 8  de maio .Uma característica das conferências anteriores da Port Technology, que fará mais uma vez parte do  CTAC19, é a natureza interativa   e a possibilidade de fazer perguntas e se envolver com cada um dos palestrantes . Um grande diferencial positivo .

Não deixe a evolução tecnológica ser mais esperto do que você, participe do CTAC19 para aprender
mais sobre 5G, IoT, M2M e outros soluções inteligentes.


09: 10-10: 10  A INDÚSTRIA HOJE: UMA PERSPECTIVA MACROECONÔMICA
A sessão fornece uma visão geral do estado atual dos projetos de automação nos portos e
terminais, fornecendo uma visão fundamental sobre a evolução do setor portuário para 2019.
Com essa base  os palestrantes irão explorar como automação, digitalização, APIs de IoT e compartilhamento de dados sistemas podem funcionar e contribuir para o desempenho do setor contemporâneo em evolução.

10: 30-12: 00  LÍDERES FAZEM SEU CASO: PORQUE A AUTOMAÇÃO É AINDA A CHAVE
 Principais críticas sobre  resultados mistos em todo o mundo. Alguns terminais atingiram as metas, enquanto outros em todo o espectro automatizado e semi-automático nunca atingiu os números desejados.As lições aprendidas com os ensaios e sucessos experientes na entrega de automação de terminais de contêineres.


12: 20-13: 20 M2M, V2V E V2X: A COMUNICAÇÃO É O FUTURO

15: 00-16: 00   A CONVERGENDO TECNOLOGIAS INTELIGENTES EXPONENCIAIS: ENTREGANDO DADOS E DESEMPENHO
Desempenho Inteligente: IoT Celular e Indústria 4.0

15: 00-16: 00 CONVERGENDO TECNOLOGIAS INTELIGENTES EXPONENCIAIS: ENTREGANDO DADOS E DESEMPENHO
Operações Inteligentes: Blockchain e Globalização 4.0

16: 20-17: 20  PORTOS DE AUTOMAÇÃO 4.0: EFICIÊNCIA DE CONDUÇÃO E DENSIFICAÇÃO
O mercado de terminais de contêiner semi e totalmente automatizado deve crescer a partir de US $ 9,09 bilhões em 2018 para US $ 10,89 bilhões até 2023, ou a uma taxa de 3,7%.

Quarta 8 de maio

09: 10-10: LOGÍSTICA CENTRAL DE PORTA: ARMAZENAMENTO
O florescente "Amazon Effect" está afetando os terminais em todo o mundo, no entanto, 80 % dos armazéns no mundo de hoje ainda são operados principalmente por pessoas.

10: 15-11: 20 5G: A REDE DE COMUNICAÇÕES DA PRÓXIMA GERAÇÃO
O 5G oferece um nível de conectividade, segurança, confiabilidade e velocidade que as redes móveis ,tecnologia de nuvem, robótica e big data são sustentados pela conectividade 5G.


11: 40-12:  OTIMIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO TERMINAL DINÂMICO: MAXIMIZANDO O KPIS
 O planejamento operacional holístico e em tempo real é essencial para a utilização eficiente dos principais recursos durante operações,  relacionadas com os principais indicadores de desempenho do terminal de contêineres.

13: 45-14: 05 TARDE KEYNOTE
2038: uma história de porto inteligente

14: 15-15: 15  A AI & MACHINE LEARNING: MOBILIZANDO A COLABORAÇÃO HUMANO-MÁQUINA
A IA é o próximo estágio da colaboração homem-máquina e é a força motriz por trás do terminal controlado sistema operacional.

Evento com temas de grande interesse para a comunidade portuária .

19 de fev. de 2019

O futuro dos terminais portuários de contêineres: automação e digitalização


Nesta terça-feira, 19 de fevereiro foi realizado no  Auditório ,Augustine Betancourt da Faculdade de Engenharia Civil, Canais e Portos  a conferência "O futuro de terminais de contêineres do porto: automação e digitalização".

O dia começou às 9 horas da manhã , organizado pela Faculdade de Engenharia Civil, Canais e Portos, Anesco, da Universidade Politécnica de Madrid e do Ministério das Obras Públicas e  já atraiu emoção suficiente.
A SECRETÁRIA DE TRANSPORTE DO MINISTÉRIO DA PROMOÇÃO, Maria José Rallo, deixa clara a boa saúde do sistema portuário espanhol e insiste na necessidade de pegar o trem dos avanços tecnológicos.
Luisa Rodriguez, da UNCTAD, põe em evidência as incertezas que o mercado reserva; os problemas de concorrência entre as grandes companhias de navegação e a necessidade de troca de informações em toda a cadeia logística do transporte."a pressão aumentou nos últimos anos, com relação ao que é exigido dos portos e, portanto, a digitalização pode gerar oportunidades de melhorias"

Os Topicos "Novos desenvolvimentos tecnológicos para terminais portuários", moderado por Alberto Camarero Orive, da Universidade Politécnica de Madrid"  participaram Timo Alho, vice-presidente de Serviços de Terminal Design Automation e Projetos Divisão de Kalmar, Vicent Lladó, Gerente Geral da Konecranes Service Port Mediterrâneo e Stefan Weich, Hamburgo Porto Consulting Parner.O futuro dos portos e do transporte", de Luisa Rodriguez Ortega (- Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento UNCTAD) .

Timo Alho ofereceu uma visão geral de onde estamos e como a automação está sendo introduzida no mundo. Em seu discurso, ele analisou o papel dos mega-navios e a sustentabilidade, tanto em seus aspectos ambientais e de segurança, quanto na consolidação desse setor, "já que há riscos de perder grandes volumes".
"Atualmente, existem cerca de 60 terminais automatizados no mundo, principalmente na Europa e na China, embora a previsão seja de atingir 200 nos próximos 5 anos". A automação permite "trabalhar em um ambiente mais seguro, manter o ritmo de produtividade, reduzir custos, dar maior visibilidade aos parâmetros operacionais e melhorar a ergonomia no trabalho, entre outros benefícios".
  Stefan Weich apontou que "o ambiente automatizado não é mais suficiente". Agora é necessário integrá-lo em uma plataforma, como se fosse uma orquestra. Você tem que ser capaz de mudar de uma máquina para outra, definindo os papéis de cada um. "Um sistema inteligente integra as diferentes peças de um quebra-cabeça, para que tudo funcione e possamos adotar novas invenções", disse ele.

Após  uma pequena pausa como moderador novamente Alberto Camarero  "perspectiva europeia nos terminais de automação e digitalização" participaram Lamia Kerdjoudj-Belkaid, Secretário Geral da FEPORT (Federação das Empresas e Terminais Portuários Privados Europeus) e Jon Sojo Arana, representante da PEMA (Porto Equipment Manufacturers Association).
Jon Sojo, , afirmou que é um "mercado com investimento sustentável" e que a China tem o maior peso no momento, com um firme compromisso com a automação, enquanto Cingapura apostou pelo transbordo.
  "A automação não é um fim em si, mas é a resposta para alcançar os desafios de segurança, confiabilidade, produtividade e redução do impacto ambiental".

Lamia Kerdjoudj-Belkaid, "O capital humano é fundamental em qualquer processo de digitalização",  apelou para o trabalho conjunto para alcançar o sucesso e falou de sistemas abertos para poder trocar informações ao longo do processo.
A penúltima mesa redonda abordou "Organizações Públicas Portuárias, antes dos novos desenvolvimentos tecnológicos para terminais", moderador   Vicente Cerdá, da Comissão de Transportes do Colégio de Engenheiros de Estradas, Canais e Portos e participaram Alvaro Rodríguez Dapena, Diretor de Planejamento e Desenvolvimento dos Portos do Estado, José Luis Hormaechea Escos, CEO. Autoridade Portuária da Baía de Algeciras, José Alberto Carbonell Camallonga, Diretor Geral. Autoridade Portuária de Barcelona e Francesc Sánchez Sánchez, Diretor Geral. Autoridade Portuária de Valência.

José Alberto Carbonell, diretor-geral da Autoridade Portuária de Barcelona, ​​explicou o processo de semi-automação eles têm feito, "muito tempo em planejamento, mas num processo de implementação rápida", mas que lhes permitiu avançar eficiência e transparência. Os principais resultados da automação foram a redução do congestionamento e o aumento do grau de ocupação, aumento da produtividade, redução dos custos operacionais e aumento da segurança explicou a importância do trabalho conjunto entre máquinas e trabalhadores para alcançar altos níveis de produtividade.

A última mesa  foi dedicada ao "Futuro do trabalho". Perspectivas no setor de estiva ".moderada por Francisco González de Lena Alvarez, secretário-geral da Associação Internacional dos Conselhos Económicos e Sociais e Instituições Similares e participaram Jesus R. Mercader Uguina intervir, Professor de Direito do Trabalho e Segurança Social da Universidade Carlos III de Madrid, Pedro García Navarro, Secretário-Geral da Anesco e Antolin Goya González, Secretário de Estado Coordenador do mar Trabalhadores
 Pedro García,  destacou a necessidade de "enfrentar entre todos os atores envolvidos os novos desafios que nos são apresentados para que nossos portos não percam oportunidades". Vamos escrever o futuro juntos e devemos estar preparados para isso ".  As mudanças geram incertezas, mas temos motivos para ser otimistas.Nesse sentido, ele destacou que "somos aliados e temos que buscar soluções consensuais para apostar na negociação coletiva". Para isso, é necessário "criar uma mesa de diálogo social específica para lidar com a automação e a digitalização e implementar um programa de apoio liderado por administrações públicas".

Jesus Mercader  estamos "no início de uma nova era que transforma a realidade de forma holística, com a transformação dos métodos de produção e o surgimento de novos setores e modifica os já existentes". Entre os desafios apresentados por essa nova realidade, "devemos analisar a incidência do aumento da robótica em nosso trabalho. Para alguns, isso não afetará os empregos. O que suporá é o desaparecimento de alguns e a aparência de outros; mas esse ajuste pode levar até 100 anos, em alguns casos. Para outros, o tempo de trabalho será reduzido e o emprego será destruído ”. O que parece certo é que haverá várias transformações.

Antolín Goya parabenizou a anesco pela iniciativa que abre um caminho em que devemos continuar a aprofundar, o da automatização. Estou ciente que temos interesses contraditórios, mas também acredito e defendo que partilhamos objetivos comuns. As empresas querem ter benefícios econômicos e os estivadores, pelo menos coordenadora, queremos que o consigam, mas que se distribua não apenas entre os investidores, mas também com os trabalhadores e trabalhadoras " redistribuir os Benefícios melhorando remunerações e reduzindo a jornada, dando estabilidade de trabalho e trabalho digno, são objetivos que devemos compartilhar se desejamos continuar convivendo em paz "

O encerramento,ficou ao  cargo de Ornella Chacón Martel, Presidente do Puertos del Estado.acompanhado por Alberto Camarero, Vicente Cerdá e Pedro García Navarro. 
Chacón destacou o esforço de investimento, bem como as obras civis realizadas pelas autoridades portuárias: "Cada novo avanço requer obras que o sustentem",o investimento deve ser acompanhado de especialização, o que garante uma "reconversão do emprego". Ela colocou valor no sistema portuário espanhol, com 28 autoridades portuárias e 46 portos : "Não há porto como o outro, todos eles atendem a objetivos diferentes. Ainda há espaço para melhorias na eficiência e competitividade dos terminais de pequeno e médio porte. " E concluiu: "Cada melhoria garante o objetivo final perseguido: oferecer uma cadeia logística que tenha um impacto positivo no cliente final".
http://www3.ciccp.es/el-futuro-de-las-terminales-portuarias-de-contenedores-a-debate-en-el-ciccp/

26 de jun. de 2018

Para qualquer desafio, Coordinadora .

De 26 a 27 de Junho, cerca de 250 delegados de estivadores  de todos os portos  espanhóis, filiados à Coordenadoria, estão em  Barcelona participando da Assembléia Geral, que e o anfitrião da 41ª Assembléia Geral da estivadores e 7 dos trabalhadores nos portos. Onde estão analisando a realidade atual do setor, especialmente os cenários possíveis uma vez que o regulamento de execução do decreto é aprovado estiva, alem de automação,segurança e saudê no trabalho e respeito social  a profissão.

O evento e realizado sob o lema 'Para qualquer desafio, Coordinadora', uma clara alusão à unidade dentro do país da organização estivadora mais representativa, que nos últimos anos tem crescido exponencialmente no coletivo de trabalhadores portuários e alcançados tão bons resultados no conflito vivido em 2017.

Este conjunto vem com a aprovação ainda pendente do Decreto Desenvolvimento Lei Real Decreto, que será um dos tópicos de análise fundamental na reunião profissional. Tanto a sua situação atual e os diferentes cenários possíveis que oferecem após Fomento aceitar prorrogar por seis meses o prazo estabelecido no decreto da estiva  para facilitar a negociação coletiva, como eles tinha pedido a empregadores e sindicatos.

A prefeita de Barcelona reivindica as mulheres da Estiva, especialmente invisibilizadas, defende a não precarização de um trabalho duro e perigoso e agradece a emoção que tem produzido na sociedade a união, a solidariedade e o exemplo dos estivadores.
A Assembleia  está aberta.

Além de uma revisão portuária atual e sua tendência oferecido pelo Coordenador Geral, Antolin Goya, e o coordenador de trabalhadores nos portos, Miguel Angel Hormigo; cada um dos Coordenador zonas (Norte, Catalão-Baleares, Levante, Andaluzia, Ceuta e Melilha e as ilhas Canárias) irá  descrever  suas  particularidades.

Um relatório das comissões de trabalho prevenção, formação, solidariedade e coordenadora de comunicação também serão apresentados.

Juan Antonio Serrano, como representante da comissão de formação, explica as linhas de trabalho desta equipa. João Carlos Medina, técnico da funespor, expõe os cursos que está desenvolvendo coordenadora.

Miguel Rodriguez explica o trabalho de comunicação e insiste na importância de divulgar a nossa profissão de forma positiva e constante

O  coordenador-geral do Conselho Internacional de Estivadores (IDC), Jordi Aragunde  palestrou e recebeu uma homenagem o emblemas de ouro que e dada aos indivíduos excepcionais para Coordinadora.

Barcelona, ​​um dos portos mais emblemáticos da Espanha e um dos que mais crescem nos últimos anos, foi palco do II Congresso em 2009. Seu importante envolvimento na organização, desde a sua fundação, tornou mais relevante como escolhida novamente como cenário para este encontro , que se da maravilhosamente .

28 de abr. de 2018

IV Seminário Unificado sobre Segurança e Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Dentro da programação “Abril Verde – em memória das vítimas de acidente de trabalho”, a (Fundacentro, com o apoio de diversas entidades,  realizou  a quarta edição do Seminário Unificado sobre Segurança e Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, no dia 27 de abril das 8h30 às 17h15, na sede do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro-LP), em Santos (Avenida Conselheiro Nébias, 248). 

Em memória aos que morreram pelo trabalho, a edição atual do seminário  debateu temas de fundamental importância à saúde dos trabalhadores e das trabalhadoras ,ampliando a discussão no âmbito da prevenção de acidentes e adoecimentos decorrentes do trabalho com os trabalhadores e empregadores, órgãos governamentais, sindicatos e toda a sociedade .

No período da manhã

8h30 às 9h - Credenciamento

9h às 9h30 - Mesa de abertura
9h30 às 10h - Cerimônia da Vela "Em memória às vitimas de acidentes e doenças do Trabalho" 
O momento mais emocionante do evento em memória às vítimas de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, em que os integrantes da mesa de abertura, com velas acesas, prestam homenagem com um minuto de silêncio.

10h às 10h30 - Perfil Epidemiológico dos Acidentes - Graves e Fatais no município de Santos - Palestrante: Fabíola Lourenço Otero – chefe de Sessão do SEVREST
10h30 às 11h - Perfil Epidemiológico dos Acidentes - Graves e Fatais no município de Cubatão - Palestrante: engenheiro Fernando Águas

11h30 às 12h - Programa de revisão dos Benefícios por Incapacidade Concedidos pelo INSS - Palestrante: Lucy Vitale Lopes, médica do Trabalho da Prefeitura Municipal de Santos
12h às 12h30 - Os Acidentes do Trabalho no âmbito da Gerência Regional do Trabalho de Santos - Palestrante: Paulo Rogério Moreira

11h às 11h30 - Mesa de debates com os palestrantes

12h30 às 14h - Intervalo para o almoço

Período da tarde
14h00 às 15h - Intensificação do Trabalho e suas Repercussões na Saúde Mental. Palestrante: José Marçal Jackson Filho, Doutor em Ergonomia, Pesquisador da Fundacentro da Baixada Santista
15h às 15h30 - Espaço para perguntas
15h30 às 16h30 - Acidentes por Queda na Construção Civil - Palestrante: Antônio Pereira, auditor Fiscal do Ministério do Trabalho

16h30 às 17h - Espaço para perguntas
17h15 - No encerramento se agradeceu apoiadores 
▪ Fundacentro   ▪ AAVV  ▪ ASSOJUBS  ▪ SINTRAJUS  ▪ SEESP ENFERMEIROS 
▪ SEESP ENGENHEIROS  ▪ SIEMACO  ▪ FERROVIARIOS  ▪ AEAPG  ▪ SINCOMERCIARIOS 
▪ BANCÁRIOS  ▪ INCATEP  ▪ SINTRAPORT  ▪ SINDROD  ▪ SINTHORESS  ▪SINDIPETRO 
▪Campsv  ▪CEREST Santos  ▪Prefeitura de Santos  ▪ CANPAT / SIT ▪ TREINAR ▪ SINTIUS
▪ SETTAPORT ▪ SINAIT ▪ SINDMINERIOS ▪ SINTESP ▪ CUT ▪ Intersindical  ▪ UGT
▪Frente Sindical Classista ▪ FNP ▪ Força Sindical  ▪ CGTB ▪ CTB

Com  o convite do Eng. Josué Amador Chefe Técnico da Fundacentro Baixada Santista para o evento de 2019 .



26 de mar. de 2018

Encontro de Estivadores da APM na America Latina


Encontro dos trabalhadores dos diferentes terminais dos Terminais da APM, da região, organizados pela ITF; encontro realizado na cidade de Buenos Aires, Argentina, na sede da Federação Argentina de Trabalhadores em Transportes "CATT", nos dias 21 e 22 de março.

Com a representação dos trabalhadores sindicalizados dos diferentes terminais da APM na região, onde cada um expôs seus problemas e benefícios que alcançaram através do acordo coletivo e do diálogo social.

Para neutralizar esses problemas, devemos levar em conta o próprio código de conduta e políticas de saúde, segurança e meio ambiente da APM Terminals e usá-lo como base. Propor uma solução para todos os problemas semelhantes em diferentes regiões.

Conseguindo assim, construir estruturas realmente fortes para conseguir um diálogo equilibrado entre as partes. Tendo em mente que a Maersk opera em 130 países onde já possui vários terminais que operam de forma automatizada, por isso devemos estar preparados para todas aquelas mudanças que hoje  ainda não são uma  realidade na América do Sul ,mas  que devemos enfrentar e começar a nos treinar para nos preparar para enfrentar  este problema mundial.



Somente através do crescimento dos membros e da unificação de todos nós podemos conseguir enfrentar os problemas que nos afetam e somente juntos podemos avançar através da organização

Delegados de diferentes países da região, como Brasil, Costa Rica, Panamá, Bolívia, Guatemala, Londres, Argentina entre outros estiveram presentes o vice-presidente do setor portuário nos EUA, UU Ray A. Familathe e da Colômbia que participaram  e também com a  participação de delegados da TCBuen Buenaventura e da CCTO Cartagena.



http://snttdecolombia.org/encuentro-portuarios-apm-terminals/#.WrggV1zfwic.facebook

16 de mar. de 2018

O Grande Porteiner

Konecranes Revela STS Crane Concept

O diretor da Port Technology da Konecranes, Dr. Hannu Oja, revelou um novo conceito para porteineres STS na Conferência de Automação de Terminal de Conteiner da Port Technology (# CTAC2018) em 14 de março de 2018.
Os planos  de uso para o porteiner, equipados com uma lança que pode chegar e se estender por toda a largura do navio, permitem a retirada, transferência e desdobramento de um carrinho que viaja ao longo da lança e uma viga de ponte fixa.

O Dr. Oja explicou ao público como o porteiner poderia viajar ao longo do cais dos trilhos para se posicionar conforme necessário com cada bay de conteineres no convés do navio ou porão, ou que também poderia passar de um navio para outro fazendo o trasnbordo direto .
https://www.porttechnology.org/news

23 de jan. de 2017

Seminário Gestão Portuária Eficiente: o modelo de Roterdã


Gestão Portuária: o que o Brasil pode aprender com Roterdã?

 Um complexo industrial, logístico e de serviços conectado pelo mar ao mundo e por via fluvial e terrestre ao coração da Europa. Assim o holandês René Van der Plas descreveu o Porto de Roterdã, cujas origens remontam ao século 15 e até há poucas décadas era o maior do mundo. “O mundo está mudando rapidamente e hoje os sete portos com maior volume de carga (em milhões de toneladas) estão na Ásia. Roterdã é o 8º, mas continua sendo o maior da Europa e o melhor do Ocidente”, explicou o diretor do Port of Rotterdam International (PORint) no seminário “Gestão Portuária Eficiente: o modelo de Roterdã”, realizado na Fundação FHC em dezembro de 2016.

“Não é tanto o hardware de Roterdã que me emociona porque equipamentos e tecnologia de ponta muitos outros portos do mundo também têm, inclusive no Brasil. O que faz a diferença é o conceito que está por trás. Roterdã é um importantíssimo agente de desenvolvimento regional na Holanda e no norte da Europa. Não é apenas um equipamento de transporte. Tem toda uma dimensão econômica e social. A relação entre o porto e a cidade é intensa”, disse Frederico Bussinger, ex-presidente da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS) e consultor na área de transportes.


“Roterdã só é o que é porque está totalmente inserido na comunidade da cidade de Roterdã, que além de dona das terras detém 70% das ações (os 30% restantes são do governo holandês). O porto, no entanto, precisa dar lucro e todos os investimentos são feitos com recursos próprios e de investidores privados, sem nenhum recurso originário de impostos”, afirmou Van der Plas. Dos 13 bilhões de euros (cerca de R$ 43,8 bilhões) investidos em expansão, modernização e melhorias entre 2011 e 2015, a empresa que administra o porto entrou com apenas 2 bilhões de euros. Os outros 9 bilhões de euros foram investidos por empresas parceiras que atuam e utilizam o porto .

“Em Roterdã, a atividade portuária está 100% integrada com as indústrias instaladas na própria área do porto. Não há separação, como em outros lugares. Combinar atividades é mais eficiente e benéfico para todos”, disse Van der Plas. Segundo ele, as empresas compartilham recursos, serviços, infraestrutura e, com frequência, os rejeitos ou resíduos produzidos por determinada atividade industrial são aproveitados por outra. “É essencial haver alinhamento entre a empresa desenvolvedora do porto, o governo em seus diferentes níveis, as empresas que o utilizam e a comunidade”, disse o holandês. “A autoridade portuária sozinha nunca conseguiria desenvolver um complexo tão grande.”

Além das atividades relacionadas ao carregamento e descarregamento de navios de carga provenientes de todo o mundo, o complexo industrial e logístico de Roterdã inclui galpões e tanques de armazenamento dos mais diversos produtos, refinarias, indústrias químicas, bioenergéticas e alimentícias, plantas de produção de energia (carvão, gás, biocombustíveis), além de toda uma malha ferroviária, rodoviária e hidroviária e gasodutos que ligam o porto ao interior do continente europeu.

Localizado no delta dos rios Reno e Mosa (ou Meuse), que atravessam diversos países europeus como Alemanha, França (as duas maiores economias europeias), Áustria, Suíça, Bélgica e Holanda, Roterdã tem um canal de 45 km de extensão que desemboca no Mar do Norte e no Oceano Atlântico. A área total é de 12,6 mil hectares (incluindo as vias aquáticas), dividida em pelo menos sete áreas. Movimenta cerca de 465 milhões de toneladas por ano, mais do que o dobro do segundo maior porto europeu, em Antuérpia (Bélgica), e três vezes mais do que o Porto de Hamburgo (Alemanha). Em TEUs (medida relativa ao volume de contêineres), Roterdã está em 11º lugar no mundo.

Segundo Van der Plas, o governo central da Holanda e o governo local de Roterdã dão as diretrizes gerais e de longo prazo, mas o porto é administrado como um negócio por uma companhia independente, responsável pelo desenvolvimento de todo o complexo, segurança, autorização de serviços marítimos e cobrança de taxas dos navios que utilizam o porto. As diversas áreas, terminais e infraestrutura são cedidas por meio de leasing a empresas privadas e indústrias, que produzem bens e prestam serviços.

        Desarticulação

Enquanto em Roterdã, todas as atividades estão plenamente integradas e sob comando articulado, no Brasil a separação de funções, responsabilidades e atividades é a regra. “Existe um desencontro muito grande. Temos a turma do porto, da ferrovia, da rodovia, e elas pouco conversam entre si”, explicou Fernando Bussinger.

“As tribos da produção, da logística e da mobilidade planejam e realizam suas atividades separadamente, como se não dependessem umas das outras. No Brasil, não há metas e projetos comuns às diversas áreas envolvidas”, disse. Também no governo há muita bateção de cabeça entre as autoridades alfandegárias, sanitárias, ambientais e de transporte. “Cada uma tem sua própria legislação, até mesmo com capítulos diferentes na Constituição, e se remete a um ministério diferente. É um caos”, afirmou.

O especialista e consultor brasileiro também criticou a concentração de decisões em Brasília. “Em Roterdã, quase tudo é resolvido localmente, com muito pouca interferência do governo central. Aqui tudo vai para Brasília. O Brasil precisa fazer uma lipoaspiração nos processos decisórios. É preciso devolver autonomia aos portos e às cidades que os abrigam”, disse. Segundo Bussinger, essa descentralização é uma decisão puramente administrativa, não é necessário mudar nenhuma lei. A corrupção, segundo ele, é um capítulo à parte.

Bussinger também criticou o processo de licenciamento ambiental. “Na Holanda, a autoridade ambiental participa dos projetos de infraestrutura desde o início para que eles já nasçam bem nascidos. Não espera para aprovar ou rejeitar depois que a coisa já está andando. E, quando há algum dano ambiental, estabelecem-se compensações e mitigações”, disse.

Mas, segundo o brasileiro, o Brasil já mostrou que é capaz de realizar grandes mudanças: “Na segunda metade da década de 90, o porto de Santos passou por uma grande transformação, a produtividade de embarque/desembarque cresceu até 15 vezes, as filas de navio, antes de até seis semanas, praticamente desapareceram e os custos caíram em até dois terços, enquanto a movimentação mais que duplicou. É preciso rumo e pé no chão.”

        Disrupções e desafios

Assim como acontece em diversas outras áreas, a atividade portuária enfrenta disrupções e grandes desafios tanto no presente quanto no futuro. “Muitas mudanças estão acontecendo de maneira bastante rápida e, em 20 ou 30 anos, a indústria portuária será totalmente diferente. Para continuar no jogo e manter nossa relevância, precisamos nos modernizar e inovar constantemente”, disse Van der Plas. A seguir, alguns dos principais desafios que o Porto de Roterdã tem pela frente.



Aquecimento global e meio ambiente - Embora atualmente mais de 50% da atividade de Roterdã ainda esteja relacionada ao petróleo e seus derivados, os responsáveis pelo porto estão atuando para reduzir essa dependência, estimulando a instalação de biorrefinarias e novas indústrias bioenergéticas no complexo e investindo no uso de energia solar, eólica e de outras fontes renováveis. “Criamos um instituto e fazemos cada vez mais pesquisa científica aplicada, junto com a universidade e o governo, para diversificarmos as atividades e nos tornarmos mais eficientes, emitir menos poluição e gás carbônico, cortar custos e reduzir nosso impacto ambiental”, afirmou o diretor do Port of Rotterdam International.

Navios cada vez maiores e investimento em TI (tecnologia da informação) - Segundo o especialista holandês, o aumento de tamanho dos navios nos últimos anos, alguns deles com 400 metros de comprimento e quase 60 metros de largura, tem enorme impacto na infraestrutura necessária para o bom funcionamento do Porto de Roterdã. “Tudo tem que acontecer de forma muito coordenada, eficiente e rápida para conseguirmos receber esses grandes navios. A chave está em utilizar cada vez mais TI”, afirmou. Como exemplo dessa tendência irreversível, Van der Plas citou as gruas operadas a distância. “Hoje os guindastes são operados por computador de nosso escritório. Jovens de 18 anos a 20 e poucos anos acostumados a jogar videogames aprendem a operar essas gruas com muito mais rapidez e sucesso”, disse.

Cadeias globais e acirramento da concorrência - O comércio global também está passando por grandes transformações, com as novas cadeias globais de produção e a entrada em vigor de novos tratados internacionais. Ao mesmo tempo, a concorrência entre os portos está crescendo, com players como China, Singapura e outras potências asiáticas assumindo a liderança mundial. Recentemente a China lançou o projeto “One Belt, One Road”, que pretende conectar o país por terra e mar à Europa, Oriente Médio, Sudeste Asiático, África e Oceania. Os chineses também estão investindo em portos na Grécia e em outros países. “Roterdã é hoje o maior porto chinês fora da China, pois boa parte da carga que vem ou vai para lá passa pelo nosso porto. Portanto, o projeto ‘One Belt, One Road’ e a importância cada vez maior da China representam desafios, mas também trazem oportunidades. Precisamos saber como lidar com essas mudanças e transformá-las em algo positivo”, disse.

Novas alianças e internacionalização da atividade portuária - Segundo

Van der Plas, a atividade portuária passa por profunda reestruturação, com portos se fundindo, fazendo alianças, uns comprando outros e investindo em portos de outros países. Roterdã é um dos líderes de uma iniciativa chamada “World Port Network”, que visa criar uma rede de portos na Europa, Indonésia (situada entre o Sudeste da Ásia e a Oceania), América Latina, Oriente Médio e Caribe. O porto holandês tem 50% de participação no novo porto de Sohar, situado no Sultanato de Oman (Península Arábica), cujo movimento de carga cresceu de 4 milhões de toneladas para 45 milhões de toneladas desde 2007. “Diversos países em desenvolvimento estão ganhando cada vez mais relevância global, mas frequentemente não têm know how para desenvolver e administrar um porto. Podemos ajudar”, disse o palestrante holandês.

Investimentos no Brasil - Por aqui, o grande porto holandês tem 30% de participação no futuro Porto Central, no Espírito Santo, um complexo industrial portuário nos moldes de Roterdã que atenderá principalmente à demanda dos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Rio e Espírito Santo, onde vivem mais de cem milhões de pessoas/consumidores. O início das operações está previsto para 2020. “Com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil é um imenso mercado consumidor e grande exportador de produtos agrícolas e matérias primas. É um país com muito potencial e precisa de portos modernos e eficientes. Representa uma grande oportunidade para nós”, disse o holandês.

“Estamos fazendo esses investimentos por nós e por nossos clientes ao redor do mundo, que também precisam desenvolver suas economias. Afinal, a melhor maneira de criar oportunidades para si próprio é criar oportunidades para os outros. Os benefícios serão para todos”, disse René Van der Plas, ao final de sua exposição.
O que dizer do Porto de Rotterdam , foi o primeiro a aplicar a Convenção 137 da OIT  seus terminais automatizados são operados pelos trabalhadores portuários sindicalizados com experiência e possuidores de treinamento com formação e requalificação anual ,no centro de treinamento do porto, uma carreira com crescimento profissional .Não possui poligonal então não convive com o porto desorganizado , seus arrendatários são de armadores ou de grande grupos logísticos  .Os portos brasileiros não possuem terminais automatizados de container o mais próximo e o projeto do terminal de container do porto central e de um terminal semi automatizado  .