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30 de mai. de 2022

Os impactos negativos das manobras ferroviárias no porto

 Os investimentos no sistema, ferroviário custam até 4 vezes mais tempo aos trabalhadores portuários. Um dos caminhos para viabilizar a mobilidade da mão de obra que presta serviço na beira do cais, demostra por parte da autoridade portuária, recursos escassos e isso exige uma nova abordagem na concepção dos projetos, uma relação mais forte entre o desenvolvimento do transporte ferroviário e o bem-estar social de seus prestadores de serviço.

 A ferrovia liga o interior com o porto, mas não coincide com a cultura laboral no trecho da beira do cais. Boa parte da linha passa circundando os armazéns portuários e os muros do porto margeando a perimetral. Portanto, para não gerar impacto na rotina era obrigatório reativar passarelas sobre as malhas da linha férrea. Passarelas em seis pontos do porto de Santos teriam de ser construídas para reduzir o custo de qualquer desconforto gerado aos prestadores de serviço do porto.

 O problema não é construir entre os trilhos e, sim, mas quais os locais de maior circulação de pessoas. Ou seja, seria necessário construir quantas passarelas e quanto demandaria.  Na avaliação do trabalhador, e única obrigação dos responsáveis pelas linhas férreas para gerar a reativação do tempo livre entre o ir e vir.

Por outro lado, e por conhecer experiências deste porto em projetos engavetados.

Parlamentares de Santos e de Guarujá se reuniram com o diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos (Port Authority), para discutir a possibilidade de construção de uma passarela para atender a mobilidade urbana da população que utiliza a catraia entre Santos e Guarujá. O objetivo é garantir a segurança da população dos dois municípios, já que, diariamente, quase 15 mil pessoas utilizam o meio de transporte.

Uma nova passarela de pedestres será construída a partir da Avenida Senador Feijó, sobre a Rua Antônio Prado, no Centro, para o acesso à travessia de barcas Santos-Guarujá. A estrutura da passarela terá 54 metros de comprimento por 7,1 metros de largura. Em cada extremidade haverá, elevadores para até 16 pessoas nas duas extremidades. Pelo local, circulam diariamente cerca de 20 mil pessoas. Uma parceria entre Prefeitura de Santos Port Authority (SPA) e Portofer (administradora da malha ferroviária do Porto de Santos e responsável pelas obras)

Muitos vão focar a manobrar o tempo e os trabalhadores a xingar a empresa ferroviária do porto de Santos, pois, só está pensando nos turistas e não nos prejuízos das pessoas que prestam o serviço na área portuária.


Os benefícios sociais justificariam a implementação do projeto das passarelas. Aí entra a questão social, mais quais são os benefícios sociais que justificariam a implementação de uma passarela. Claro que não são computados nas análises financeiras que justificariam a inversão de recursos por parte empresa de transporte ferroviário.

Os acidentes ferroviários são extremamente raros não há registros de mortes. Onde estes dados são baseados nos conceitos de análise de risco e confiabilidade por meio das ferramentas como a análise de causa e consequência, por árvores de falhas e do tipo FMEA.

No Porto de Santos em março de 2019. Um homem morreu ao ser atropelado e arrastado por um trem na linha férrea da Portofer, em Santos. O acidente aconteceu na noite de sábado (23) às 21h45 de sábado, o corpo foi localizado próximo ao prédio da Alfândega da Receita Federal, no Centro da cidade.

Contrariando a redução de custo a proposição da passarela e uma ação de redução de risco, pois ela proporciona acessibilidade no local, além de evitar a travessia irregular de pedestres pelos trilhos entre os vagões evitando prejuízos.

15 de mar. de 2018

COSCO o Avatar do governo Chines

No futuro de um duelo de gigantes da logística integrada, COSCO poderá bater Maersk, antevê especialista
Kris Kosmala, conceituado especialista , redigiu um artigo no qual dissertou sobre o arranque das hostilidades no que toca ao ataque à logística integrada do porta-a-porta, colocando gigantes como a Maersk Line e a China COSCO Shipping na pole position. Para Kris Kosmala, é a companhia chinesa a que gozará de um melhor contexto neste processo de integração operacional.

No artigo intitulado ‘Porque poderá ser a COSCO, e não a Maersk, a liderar na logística integrada do porta-a-porta, Kris Kosmala começa por abordar o desejo de integração veiculado pelas chefias da Maersk e a anunciada ,reorientação dos seus negócios na tentativa de conciliar ,negócios marítimos e logísticos sob o mesmo teto e garantir  o controle no serviço porta-a-porta,em tempos de trânsportes eficientes e menores custos.


Mas, para Kosmala, uma das dificuldades que se ergue no caminho da Maersk é a difícil conciliação de interesses entre a operadora marítima, as gestores de terminais e o braço logístico do last mile – um operador forte como a Maersk pode exigir que o terminal lhe dê janelas preferenciais, descontos por volume e custos mais baixos por movimento. Já os terminais enfrentam custos crescentes com as operações, pelo que defendem intensamente os seus preços e as suas margens, afirma.

O objectivo do fornecedor de logística é dar a oferta mais baixa possível aos seus clientes, pelo que tem uma boa razão para pressionar as operadoras a cederem o menor preço possível por slot e pressionar os portos para lhe providenciarem o melhor tempo de entrega, prosseguiu, para depois concluir: Estes objetivos concorrentes têm, agora, de ser reconciliados sob um teto comum para agradar a todas as partes envolvidas, sem deixar de lado a pergunta capital: Como é que isso funcionará no caso da renovada Maersk?.

Se o operador permanecer inflexível nas tarifas, os seus braços de terminal e logística verão espremidas as margens. Se o seu braço logístico manter taxas baixas para satisfazer os seus clientes, espremerá a margem do operador e forçará o operador a negociar taxas mais baixas ou maiores descontos com os terminais. É um complicado círculo de dependências e impactos, comenta. Estabelecer algum tipo de equilíbrio entre os benefícios e as pressões entre os três aspectos da cadeia de transporte, sem dúvida, será um desafio para a equipe de gestão.

Ja a COSCO não terá as mesmas barreiras organizacionais que a rival


Ora, aponta Kosmala, a concorrente chinesa poderá não ter as mesmas barreiras organizacionais que a Maersk. A estratégia de aquisição de terminais pela COSCO, por sua vez, é sustentada pelo desejo do governo chinês tornar o One Belt One Road bem-sucedido, mesmo que o custo dessas aquisições possa parecer muito elevado. A atual rede de terminais da empresa é cerca de metade da operada pela Maersk, mas o seu crescimento e ambição de presença dá-lhes visibilidade, lembra o especialista.

Quanto às táticas no contexto das redes de terminais, cada companhia adotará posturas diferentes: Dada a vantagem de dimensão dos terminais APM, o seu foco residirá na optimização dos ativos e no aumento da rentabilidade através da aquisição de pequenas empresas. A COSCO, entretanto, terá de gastar dinheiro em ampliação e remodelação de terminais, adequando-os ao século XXI, explica, notando que poderemos assistir a uma aquisição similar à do porto grego de Pireu.

A estratégia da COSCO em apostar em terminais ferroviários na conexão China-Europa tem muita razão de ser. A aquisição do terminal de Khyrgos foi um excelente passo, mas haverá vários outros terminais, ao longo da rota, que serão construídos para poderem desempenhar papéis relevantes, à medida que as linhas marinais, que servem o sul da Ásia e o Médio Oriente, vão sendo construídas.

Maersk e COSCO enfrentarão concorrência feroz, alerta Kosmala
Na visão de Kosmala, COSCO e Maersk enfrentarão uma concorrência feroz por parte de outras empresas com uma presença sólida, de proporções superiores, ou até de «competidores menores, altamente fragmentados, que mantenham relações duradouras estabelecidas com os seus clientes. Finaliza o autor explicando que a diferença terá de advir da dimensão e alcance da organização. Isso só pode ser alcançado pela aquisição, idealmente de um grande player já estabelecido.
Se a COSCO é o avatar da estratégia de investimento do governo chinês nas ligações de logística global , então a COSCO estará numa posição muito mais flexível para avançar, rapidamente, na busca das promissoras metas , conclui Kosmala, denotando, por fim, que  a COSCO tem essa flexibilidade no financiamento da sua expansão global e por isso mesmo poderá ser a única a vencer no jogo da logística integrada porta-a-porta .

https://revistacargo.pt/cosco-bater-maersk/

29 de out. de 2015

Conceder à empresários os projetos logísticos .

Concederá 8 terminais em Portos , 7 mil km em 15 trechos rodoviários , aeroportos e ferrovias .

O governo federal mantém firme o propósito de conceder à empresários  dezenas de projetos logísticos. 
Liberados pelo TCU  no fim de setembro, os leilões das primeiras concessões de terminais portuários, por meio de outorga, poderão ser realizados. Os editais para arrendamento de oito áreas, cinco nos portos públicos do Pará e três no Porto de Santos. 
Porto de Santos (SP), sendo dois destinados a cargas de celulose (Macuco e Paquetá) e um para cargas de grãos (Ponta da Praia). 
Os investimentos estimados para cada um deles são, de R$ 144 milhões, R$ 200 milhões e R$ 297 milhões.
 O quarto terminal, também para grãos, em Vila de Conde, no Pará, e tem investimento estimado em R$ 501 milhões. 
As empresas vencedoras dos leilões terão direito a explorar os terminais pelo prazo de 25 anos. 
 Na primeira etapa estão previstos investimentos de 2,1 bilhões de reais. 
 Os editais foram lançados . A cobrança de outorga resultará em menor margem de lucro pra atravessadores.
As promessas de maior eficiência e menor tarifa.
O lote STS04 – que reúne os armazéns 38, XL e XLII 40 e 42 externos, localizados na Margem Direita do Porto de Santos  movimentação de granéis sólidos de origem vegetal , será o mais concorrido do leilão de áreas portuárias que acontecerá no dia 9 de dezembro.
A área do lote STS07, Armazém 32, no Macuco, na Margem Direita, o lote STS36, formado pelos armazéns 9, 10 e 11 e o pátio do Armazém 12, na região do Paquetá e e VDC29, da instalação de granéis sólidos vegetais do Porto de Vila do Conde.
 Entre os interessados estão grupos europeus e asiáticos, com destaque para tradings agrícolas, interessadas em ter um terminal em um porto, o que faria cortar os atuais atravessadores. 
Nas rodovias, a União pretende realizar um programa de concessões de 7 mil quilômetros em 15 trechos rodoviários que necessitam  investimentos de 50 bilhões de reais.
 Entre 1995 e 2014, foram concedidos cerca de 10 mil quilômetros de vias pela União. Cerca de 40 empresas realizam estudos sobre os trechos em oferta. As taxas internas de retorno deverão ficar entre 8% e 9%.
Os trechos rodoviários a ser concedidos terão, em média, cerca de 400 quilômetros de extensão, metade dos seis lotes transferidos à empresas particulares  em 2013. 
Nos aeroportos, o governo dará continuidade ao programa com Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis. Os concessionários terão de investir 8,5 bilhões de reais e, após os leilões, dois terços dos passageiros passarão a ser transportados em aeroportos particulares .
Claro com a participação acionária da Infraero de 20% e possíveis barreiras à participação de empresas que operam outros terminais.
A situação das ferrovias é mais complicada. O modelo de integração vertical, onde a concessionária é responsável tanto pela infraestrutura quanto pela operação do material rodante.
Os investimentos previstos  86 bilhões de reais, mas a metade do montante referir-se ao projeto da ferrovia bioceânica, uma iniciativa do governo chinês , uma rota alternativa ao Canal do Panamá. 
A obra, que no  brasil teria cerca de 3,5 mil quilômetros em trilhos, a interligação do Brasil com o Peru, com financiamento chinês.
As empresas europeias e norte-americanas e fundos de private equity estrangeiros e fundos soberanos, entre eles os de Cingapura e Abu Dabi, estão de olho na carteira de projetos.
O grande descompasso dos fundos soberanos são os conflitos trabalhistas que sempre surgem após sua chegada as cidades Portuárias .


No tocante ao STS36 que fica no cais do 12 área utilizada ate procedimento do cap santista era de preferência para movimentação de sacaria de açúcar  oriunda do interior de São Paulo carga esta que e atualmente escoada pelo porto de Paranaguá.E seria a única área operacional aos cuidados da Codesp .
O que preocupa os empresários são as mudanças radicais quanto as poligonais ,o ser ou não ser do porto organizado ou desorganizado.
O que preocupa os trabalhadores e as comunidades portuárias   e que o crédito vira na sua maioria da Caixa Econômica Federal ou do BNDES.
 E com certeza  ocorrerão conflitos trabalhista por não haver menções a artigos da lei dos portos ou da Convenção 137 e da Resolução 145 e 152 da OIT que garanta as particularidades aos Tpas dos Ogmos, em artigos ou clausulas nos contratos de arrendamento como no caso das responsabilidades ambientais . 
Em Anexo 

14 de jan. de 2015

Três Ministerios para Escoar

Três ministérios para Escoar
O Ministro Edinho Araújo da Secretaria de Portos juntamente com os ministros dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, e da Agricultura, Kátia Abreu anunciaram, no dia (13/01),  ações estratégicas para viabilizar o escoamento da safra agrícola 2015. Os três Ministérios estão investindo para dar continuidade às ações adotadas para evitar congestionamentos de veículos no corredor de acesso ao Porto de Santos, além de melhorias na infraestrutura dos corredores multimodais do Arco Norte nos estados do Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Tocantins e Maranhão.

As medidas são resultado da ação integrada de planejamento do grupo de trabalho formado por técnicos dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, dos Transportes e da Secretaria de Portos, com a participação do DNIT, ANTT, Antaq, Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Conab, Codesp, Confederação Nacional do Transporte (CNT), e Confederação Nacional da Agricultura (CNA).


A produção total no Brasil da Safra 2013/2014 de algodão pluma, arroz, feijão, trigo, milho e soja foi de 193.386,1 milhões de toneladas, enquanto que a previsão da Safra 2014/2015 é de 202.183,8 milhões de toneladas, um crescimento de 5% da produção, de acordo com o monitoramento agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O destaque no levantamento é para o complexo soja e farelo, que teve produção de 86.120,8 mihões de tons na Safra 2014, e tem uma expectativa de 11% de crescimento para este ano, com total de 95.919,8 milhões de tons. Desse total, 43% destinam-se à exportação.
A maior parte da produção está concentrada na região Centro-Oeste. A distribuição espacial da produção de 202,2 milhões de tons é de 85,4 milhões no Centro-Oeste (42%); 71,7 milhões de tons no Sul (36%); 19,2 milhões de tons na região Sudeste (9%), 19,1 milhões de tons na região Nordeste (9%) e 6,8 milhões de tons na região Norte (4%).
Segundo o levantamento, a região de Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), região que acelera a dinâmica de expansão da agricultura brasileira. Ao todo foram produzidas 8,6 milhões de tons do complexo soja (grãos e farelo) em 2014 (15,2% da produção de 2014) e a expectativa é que, em 2015, aumente para 10,5 milhões de toneladas (17, 2% da produção de 2015).
Aumento na exportação: Em 2013/2014 foram exportadas 61,5 milhões de toneladas do complexo soja e farelo, e a previsão é que, com o aumento da produção, a exportação aumente para 64,2 milhões de toneladas em 2015. Isso significa um aumento de 6,2 % nas remessas internacionais.
Os dados demonstram uma concentração das remessas pelo Porto de Santos e Paranaguá (50% das exportações na Safra 2013/2014). Outro aspecto em destaque é o crescimento da exportação por meio de Porto Velho, Itacoatiara, Miritituba, Santarém, Barcarena e São Luiz.
De Sapezal para Itacoatiara, o produtor tem custos de R$ 202,00 por tonelada, para um preço de comercialização de R$ 885,00 por tonelada. De Sorriso para Santos, o valor da despesa em transporte alcança a marca de R$ 260,00 por tonelada.

 Garantia de boas condições de trafegabilidade nas rodovias

ARCO NORTE
 Melhorias na infraestrutura nos
corredores multimodais em 6 estados (MT/RO/AM/PA/TO/MA):
 Garantia de trafegabilidade na BR-163/MT/PA entre Sorriso/MT e Miritituba/PA (945 km)
 Trechos pavimentados (809 km) - completar a contratação da manutenção em todo segmento
 Trechos não pavimentados (136 km) - previstas adicionalmente as seguintes intervenções:
Colocação de cascalho em trechos de atoleiro
Disponibilização de patrulhas de desencalhe (tratores) para socorro de veículos
 Continuidade das obras de pavimentação da BR-163/PA e de duplicação da BR-163/364/MT
 Manutenção das demais Rodovias do Arco Norte: BR-364/174/158
 Dragagem do Rio Madeira (finalizada em nov/2014)
 Incentivo à multimodalidade no Arco Norte: financiamento de 426 embarcações hidroviárias com recursos do FMM para operação nas Hidrovias do Madeira/Tapajós
CORREDOR DE ACESSO AO PORTO DE SANTOS
 Aprimoramento da Fiscalização da ANTT - controle do agendamento e fiscalização de transporte:
o Postos de fiscalização:
 4 fixos - Limeira/SP (Rodovias Bandeirantes e Anhanguera), Aparecida do Taboado/MS e Paranaíba/MS
 1 móvel - Três Lagoas/MS
o Suporte de tecnologia em tempo real
 Melhoria e qualificação da infraestrutura viária - duplicação de rodovias
o BR-060/GO (Goiânia - Jataí): concluída em out/2014
o PIL Rodovias: Em andamento duplicação de 213 km nas BR-050/060/163
 Incentivo ao Uso do modal ferroviário:
 Ampliação de Capacidade e Melhorias Operacionais no Acesso ao Porto
 Duplicação da ferrovia entre Campinas e Santos (223 km) - 95,5% concluída - conclusão mar/2015.
 Otimização da logística com aproveitamento do Complexo Intermodal de Rondonópolis/MT (Ferronorte) - permitirá transportar 10% mais que em 2014
o Fiscalização conjunta ANTT/ANTAQ para melhorar operação e infraestrutura ferroviária dentro do porto


 Atualização da estrutura de governança de gestão e operação do escoamento da safra:reforçando o papel da Autoridade Portuária na coordenação local da operação.
 Aperfeiçoamento das normas que regulamentam o processo de agendamento para acesso ao Porto de Santos.
 Aperfeiçoamento do processo de fiscalização de cumprimento do agendamento, associado ao reforço das equipes dos órgãos competentes.
 Credenciamento, pela Codesp, de um novo pátio de triagem de caminhões graneleiros .
 Introdução, em fase experimental, do novo sistema de agendamento e sequenciamento de caminhões, denominado PORTOLOG, ferramenta da "Cadeia Logística Portuária Inteligente" que contempla: Santos (projeto Piloto), Santarém, Itaqui, Pecém, Fortaleza, Suape, Aratu, Vitória, Rio de Janeiro, Itaguaí, Paranaguá e Rio Grande.
PORTOLOG
sistema de agendamento e sequenciamento de caminhões já está em uso pelos terminais graneleiros do Porto de Santos, em escala reduzida, e futuramente substituirá o atual sistema de agendamento (SGTC).

No que se refere aos outros portos por onde escoará parte da safra destinada à exportação, no caso do Porto de Paranaguá, segundo do país em escoamento de soja, já existe há mais de dez anos um sistema de agendamento que tem funcionado de modo eficiente.

Já os portos do chamado Arco Norte, tanto públicos, quanto os Terminais de Uso Privado, dispõem no seu conjunto de plena capacidade, em torno de 100 milhões toneladas, para movimentar o volume de grãos previsto para escoar por aqueles portos.
Ainda em relação à capacidade de movimentação e operação portuária, há que se destacar os investimentos em infraestrutura e acessos portuários, cujos reflexos são melhorias para o escoamento da soja destinada à exportação, a partir de 2015. São medidas que compreendem desde a alteração da poligonal do Porto de Vila do Conde; até a implantação do TEGRAM no porto de Itaqui e a autorização para implantação de Terminais de Uso Privado no Arco Norte, perfazendo um total de R$ 1 bilhão em investimentos, aumentando a capacidade de escoamento de granéis vegetais em 23 milhões de ton/ano.

Fonte:Portos do Brasil

6 de jun. de 2014

Expomodal Ferroviário Fatec PODC


Através do carinho e comprometimento dos alunos 
da Fatec Santos no curso tecnológico em gestão portuária  
que após horas de organização convidaram a comunidade portuária,
 estudantes e seus familiares
 com o objetivo  de demonstrar o cenário atual do modal ferroviário 
e seus respectivos equipamentos utilizados neste transporte .


 Junto a exposição fotográfica estava um rapaz  
a contar detalhes de vagões de carga o carismático Sandro marcal 
e mais afrente uma bela maquete ferroviária de 6m.

Nas dependências do charmoso e saudoso  auditório 
 do Aristóteles Ferreira  o mediador e julio Cesar Raymundo 
 com um vídeo de John lennon com ao fundo o som de uma magnifica canção 
o reajuste da motivação .
E a prova que a educação transforma a família
E aprender na pratica nos faz ter habilidades para podermos progredir

Eai veio um bate papo um pergunta e resposta entre as alunas Joice e Nathalia 

Então se iniciou a palestra Operação de container em ferrovias 
com o palestrante convidado Luiz Alberto dos Santos Junior Coordenador Ferroviário

double stack 
entra em operação na baixada santista no segundo semestre de 2014
 de Cubatão a santos brasil e ao teval

A santos Brasil  tem parceria com a MRS que tem acesso direto ao porto da Usiminas Cubatão e às margens direita  e esquerda do Porto de Santos
  transportando Fertilizantes/Siderúrgicos/Granéis Papel e Celulose.
 Porto de Santos Suzano,Frequência de : Segunda a Sábado
 Porto de Santos Jundiaí Campinas
 Frequência de  Segunda a Segunda
 Porto de Santos  São José dos Campos  Guaratinguetá
 Frequência de Trens: Quarta  Sexta  Domingo (importação)
   Segunda - Quinta - Sábado exportação 

e Brado Logistico 
 com vagões Spine Car 80' (Long-Stack). 
transportando  algodão, açúcar, soja e suco,
 além de produtos frigorificados,
 Transit Time de Araraquara a santos com 4 dias de duração ,
Campinas a santos 2 dias e  rondanopolis a santos 6 dias ,

A Santos Brasil em sua infraestrutura a empresa possui
  quatro ramais  sendo dois utilizado para cada parceiro 
utiliza três RTGs paara embarque e descarga dos vagões .
As principais vantagens é a  segurança, seja quanto a roubos e furtos é o baixo índice de acidentes, tornando o transporte mais seguro quanto a avarias em relação ao transporte rodoviário.
 O evento no entender dos participantes e colaboradores 

E um trabalho da própria matéria P.O.D.C , 
PLANEJADO pelos alunos E SUBDIVIDIDO EM SETORES  CADA SETOR RESPONSÁVEL POR SEU SERVIÇO INCLUSIVE O TEMA É IGUAL PARA TODOS OS PERIODOS TEMA DO MOMENTO DEFICIENCIA NO DESENVOLVIMENTO E INFRAESTRUTURA DESSES MODAIS , 

UMA ANÁLISE DE PESQUISA E SOLUÇÕES QUE A FATEC PRETENDE DAQUI PARA FRENTE INTERMEDIAR 
BUSCANDO NOVOS AVANÇOS EM MATÉRIAl ACADÊMICo COM PROJETOS FUTUROS, 

A INICIATIVA PRINCIPAL e ADAPTAR OS ALUNOS EM UMA SIMULAÇÃO DE PLANEJAMENTO, ORGANIZAÇÃO, DIREÇÃO E CONTROLE, para a apresentação FOI EM TRÊS MESES, MAS SE FOSSE UMA MULTINACIONAL A DERIVA RESOLVIA-SE EM DIAS ESTE FOI O OBJETIVO, 

O FOCO PRINCIPAL ERA JUNTAR PESSOAS QUE NUNCA SE VIRAM OU SE CONHECIAM NO CASO NÓS ALUNOS E OS CONFLITOS ERAM INTENSOS, GERAÇÕES DIFERENTES, EXPERIÊCIAS DIFERENTES E GOSTOS DIFERENTE, E LEVANDO AO RESULTADO FINAL .



 https://www.facebook.com/photo.php?v=10201359271538661&set=vb.1679890287&type=2&theater

Fotos Geraldo de Abreu 


30 de mai. de 2014

E o 9 Forum Brasil Comexlogi

A abertura do evento se deu com o hino nacional
 com a presença das celebridades políticas da região .
O primeiro debate Modal Aquaviario, 
novas tecnologias no monitoramento de trafego e a importância da dragagem
 foi breve e sem novidades.

E ai veio a palestra de Claudio Frischatak 
é preciso uma reforma do Estado
, com o aumento da poupança e do investimento público,
 melhoria da governança dos investimentos e
 qualidade dos processos,
 além de regras mais estáveis e consistentes com o mercado”.

“É necessário que o Poder Público estabeleça regras 
que permitam a redução de custos e 
promovam o investimento nos portos e terminais,
 o que levará ao aumento da capacidade e da competitividade do setor”

Brasil Perspectivas macroeconômicas e o Papel da Infraestrutura, teve dados interessantes.

Depois o debate-Modal ferroviário,
Os investimentos previstos no setor e a busca pelo equilíbrio na matriz de transporte

Edson Monteiro 
A academia está preocupada e quer participar do evento os cursos de engenharia já estão sendo elaborados com foco nas ferrovias

Jose Eduardo Lopes
O porto de santos no aspecto ferroviário e favorecido com três linhas, 
uma das vantagens do modal um vagão retira 3,6 caminhões da estrada,
 o porto não cresse com a atual matriz de transporte 

Jose Manoel Ferreira Gonçalves

A ALL fez um acordo com os grãos e se acomodou
Acelerar as obras da MRS
Transportar de forma racional e limpa para o pais ir para frente.

Milton Xavier
Uma nova visão do ferroanel completo em seu contexto ferroviário
O banco ferroviário e um estudo interno de integração caminhão trem a plataforma logística com conclusão para 2015 
Desenvolver projetos para o desenvolvimento logístico do estado.

E chega o momento mais esperado do evento
O pioneirismo e afinco social da trabalhadora portuária de Coração
 Dr Carla Diéguez no painel
Nova relação empresa-trabalho nos portos brasileiros, 
determinada pela nova lei dos portos

Paulo schiff
Este conteúdo na nova regulamentação portuária , 
o cenário de hoje e outro com uma movimentação diferente  com seus modernos equipamentos ,

Joel Contente
Contexto em processo da nova visão do momento
Única saída Capacitação
Gerando oportunidade de crescimento

Em vinte anos as técnicas melhoraram cresceram .
A revolução do porto vem a reboque a dos navios
A solução e a capacitação da mão de obra , parceria cenep,ogmo
300 tpas foram treinados num total de 80.000 horas 
com simuladores de ultima geração da maersk training

E inicia-se apresentação
 “Os impactos da legislação portuária no trabalho avulso: ainda a lei 8630/93”

Lei nº 12.815/2013 avança em alguns aspectos da legislação de 1993,
 reparando algumas arestas
deixadas pelo marco regulatório anterior.
Garantia da Renda Mínima conforme Convenção nº137-OIT 
(questão: como estabelecer?);

 Reconhecimento das categorias portuárias como categorias profissionais diferenciadas;
mas que poucomodifica o arcabouço das relações entre capital e trabalho 
no setor portuário, que foram estabelecidas pela Lei nº 8.630/93 
e agora foram melhoradas pela Lei nº 12.815/93.

No estágio atual das relações de trabalho nos portos, 
consideramos que a nova lei terá pouco impacto em termos de greves,
 paralisações e outros recursos utilizados pelos trabalhadores e
 as negociações, instrumento instituído no setor pela Lei nº 8.630/93,
 continuará sendo preponderante.
Há 12.715 teve 645 emendas  .

O mercado quer um trabalhador que fale três línguas com 18 anos e com experiência

 O Último Painel  -
 Centralização das decisões portuárias trazidas pela lei 12.815/13:
Angelino Caputo e Oliveira e Sergio Aquino .
Os 10 maiores portos do mundo na movimentação de container e um reflexo de eficiência .

E termina com a frase
E a comunidade Portuária que vai fazer o porto melhorar .

Participo desde o primeiro evento ano a ano vem melhorando 
esta de parabéns os organizadores com a presença
 de um tema de relação social 
o evento se torna de fato da comunidade Portuária.

Nesse dia varias perolas foram soltas a de sempre ,
 redução de custo , 
mas não vejo nenhum profissional dar desconto 
para deixar os participantes mais contentes  .

O trabalhador desqualificado que e qualificado e moldado .

Mas a que de fato deixou preocupado
 foi a pergunta de uma funcionária de uma empresa do sistema S 
que questionou porque seus alunos não eram contratados .

O problema em relação a idade e o valor ofertado para o vinculo foram temas debatidos .

E na minha humilde opinião o porto de santos perdeu com a ditadura 
e seu reflexo e sentido nos dias atuais .

E termino agradecendo por ser lembrado e citada a minha presença no evento .

Esperamos que em 2015 no 10 fórum 

as questões relacionadas a treinamento seja pauta de um debate.

Fotos Carla Diéguez e 
Acácio Pereira de Macedo Neto  

9 de jul. de 2012

As parcerias da Ferrovia

Santos Brasil e Brado fecham parceria para o transporte ferroviário de cargas

A Brado Logística e a Santos Brasil fecharam acordo com objetivo de intensificar as operações no modal ferroviário em Santos.
As empresas já são parceiras, há um ano, na operação de entrada das composições ferroviárias diretamente no Terminal Portuário da Santos Brasil. O novo projeto atenderá o corredor da passagem do trem (bitola larga), na importação e exportação pelos Terminais Intermodais Rodoferroviários da Brado.

As cargas serão escoadas por trem, saindo das cidades do interior e seguirão para o Porto de Santos até o Tecon Santos na margem esquerda.
A Brado opera um trem por semana e a meta é triplicar o volume. “Este fluxo é fundamental para a Companhia, pois é o acesso à ferrovia direto para a área primária tornando-se realidade.
Em um complexo portuário como o Porto de Santos não temos como não estarmos juntos nesta parceria”, diz a diretora Negócios e Serviços da Brado Logística, Linda Machado.

As duas empresas estimam movimentar cerca de oito mil contêineres até o final do ano no trecho do corredor de trem de bitola larga com destino ao Porto de Santos. A Brado investiu cerca de 30 milhões em vagões Spine Car 80′ (Long-Stack).

O percurso terá forte atuação nas operações de algodão, açúcar, soja e suco, além de produtos frigorificados. Com isto, a Brado passa a operar na zona portuária primária e espera conquistar resultados na prestação de serviços, com a melhor relação entre custo e benefício para exportadores e importadores, expandindo as atividades no modal férreo.

Na avaliação de Roberto Tórtima, diretor comercial da Santos Brasil, o uso mais efetivo da ferrovia viabilizará o escoamento das importações, barateando os custos e desafogando o acesso ao Terminal.

Para agilizar e garantir a qualidade da operação ferroviária, a Santos Brasil projetou a infraestrutura para ampliar o atendimento de operadores da malha férrea como é o caso da Brado.

O aporte foi de R$ 6 milhões. A Companhia prevê aumentar dos atuais 3% para 15% a participação da ferrovia na movimentação do Tecon Santos. Para isso, planeja desenvolver também o projeto de um novo pátio ferroviário, que deve ter uma acesso exclusivo à instalação marítima.

O objetivo é garantir uma maior velocidade no carregamento e no descarregamento dos cofres e, principalmente, atender os vagões do tipo double stacker, que têm capacidade para movimentar dois contêineres empilhados.

Fonte: Tecon Santos

E firmou também um contrato de parceria com a operadora logística argentina LTI, para operar sua primeira rota internacional. A empresa será responsável pelos serviços de atendimento no transporte intermodal, no Terminal Ferroviário de Zárate, em Buenos Aires, e pela comercialização do frete intermodal.

O superintendente da Brado Mercosul, Ricardo Sottomayor, acredita que o corredor internacional é estratégico para os negócios das empresas, que esperam obter um crescimento de 40% nas operações. “Esta será mais uma inovação no portfólio de serviços oferecidos pela Brado, que abrirá portas para novos negócios, garantindo a qualidade do serviço oferecido aos clientes”.

9 de abr. de 2012

Em que Pe ta as ferrovias

Em 2011, as concessionárias transportaram 475,1 milhões de toneladas úteis em todo o país.
 O volume ficou abaixo das 530 milhões de toneladas úteis previstas inicialmente pela ANTF.
O movimento de cargas por meio da malha ferroviária brasileira cresceu 87,6% entre 1997 (ano em que a desestatização no setor teve início) e 2011.
Segundo estudo da ANTF Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários, a quantidade de carga transportada por ano subiu de 253,3 milhões de toneladas, em 1997, para 475 milhões de toneladas em 2011. Se a comparação for feita com 2010, a movimentação registrou um aumento de 5 milhões de toneladas.
O setor registra 149% a mais de empregos entre 1997 e 2011, e uma redução de 22% no consumo de combustíveis. De acordo com o Balanço do Transporte Ferroviário de Cargas, divulgado nesta segunda-feira 9/04 pela ANTF, a produtividade da malha aumentou 111,7% desde 1997. O estudo destaca, ainda, a expansão e a modernização da frota de locomotivas e vagões, e “um salto de mais de 82 vezes” no transporte de contêineres.
“São números expressivos, muito impactantes, até porque a malha pouco cresceu nesses 15 anos”, disse o presidente da ANTF, Rodrigo Vilaça.
“Na ideia de revitalização da malha existente, quase nada foi feito pelo Poder Público.
As obras anunciadas em 2003 ainda não surtiram o efeito imaginado”, acrescentou.
A quantidade de contêineres transportados aumentou 8.210% entre 1997 e 2011, passando de 3.459 para 287.428 o número de operações registradas. Este foi outro destaque do Balanço do Transporte Ferroviário de Cargas, divulgado nestaq segunda-feira (9/04) pela ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários).
No mesmo período, o número de vagões aumentou de 43,8 mil para quase 101 mil, enquanto a frota de locomotivas passou de 1.154 para 3.045.
De todos os dados setoriais, de acordo com o presidente da ANTF, Rodrigo Vilaça, o crescimento do número de contêineres em circulação e o total de vagões destinados a transportá-los foi o que mais o surpreendeu. 
“De fato, nossa surpresa maior está relacionada ao crescimento no transporte de contêineres, talvez explicado devido à chegada de novos clientes”, afirmou. De acordo com o dirigente, os contêineres “serão, futuramente, peças fundamentais para levarmos produtos de valor agregado para o interior do país”.
A pesquisa também constatou que, no período de 15 anos analisado pelo documento, a produção ferroviária cresceu 111,7%, alcançando em 2011 290,5 bilhões de tons por quilômetro útil. A performance superou em duas vezes o crescimento do PIB brasileiro, que no mesmo período chegou a 54%.
A ANTF Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários pretende apresentar ao governo federal proposta para incluir o setor no Plano Brasil Maior, cuja ampliação foi anunciada em solenidade no último dia 3. A iniciativa integra as políticas industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo Dilma Rousseff.
De acordo com o presidente do ANTF, Rodrigo Vilaça, será uma forma de ampliar a produtividade do sistema ferroviário do país, cujo crescimento foi apresentado nesta segunda-feira (9/04) pela entidade.
“Os números positivos podem ficar ainda melhores. Vamos fazer essa provocação ao governo”, afirmou.
O dirigente explica que a meta setorial é duplicar a capacidade do sistema ferroviário até o final da década, para alcançar 6 mil locomotivas e 200 mil vagões em 2020. “Mas isso só acontecerá caso se confirme a expansão da malha”, acrescentou. Sem os benefícios, o crescimento do sistema ferroviário será somente de 3 mil para 5 mil locomotivas, e de 101 mil para 140 mil vagões.
A proposta que a ANTF apresentará a Mantega inclui a desoneração dos usuários, a fim de estimulá-los a usar dos serviços ferroviários; redução de impostos estaduais; e ainda linhas de financiamento com prazos de 20 a 25 anos, com taxas “significativamente reduzidas”, de acordo com Rodrigo Vilaça.
“Os impostos federais já estão praticamente isentos [para o setor], exceto no que se refere à compra de matéria prima. A ideia é estimular a redução dos impostos estaduais e abrir linhas de financiamento com prazos de 20 a 25 anos, a taxas significativamente reduzidas. Isso trará pelo menos mais 30 mil pessoas para trabalhar no sistema”, argumentou o presidente da ANTF.
O estudo da ANTF aponta que os investimentos nas malhas concedidas à iniciativa privada já somam praticamente R$ 30 bilhões entre 1997 e 2011. Destes, apenas R$ 1,39 bilhões foram aplicados pela União. “Ou seja, as concessionárias investiram R$ 28,58 bilhões”, detalhou Rodrigo Vilaça.
De acordo com a ANTF, em 2011 o total de investimentos feitos pelas concessionárias atingiu R$ 4,6 bilhões, configurando crescimento de 56,3% na comparação com 2010. Esses recursos foram aplicados em ações visando à recuperação da malha, adoção de novas tecnologias, capacitação profissional, aumento da segurança, aquisição e reforma de locomotivas e vagões.
* Informações da Agência Brasil