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21 de dez. de 2017

Confraternização CENEP 2017

Centro de excelência Portuária do porto de Santos que em 2016 capacito 1156 cidadães da comunidade portuária e em 2017 foram  1647 , tendo como perspectiva futura de capacitar 1800. 

Terminou suas atividades educacionais do ano de 2017 com a Palestra "Os Desafios do Crescimento do Porto de Santos "com o especialistas em Recursos Humanos Hudson Carvalho .

Iniciou agradecendo a presença de todos e estimulando todos presentes com frases .
Crescimento vem de mão dada com o desafio ,temos que conseguir o que quer que seja necessário.
Entrou num tema bem polemico para o setor ,a personalidade do emprego e a personificação do perfil determinado pelo mercado .Na receita de fazer mais com menos  ,tornando a qualificação sua sobrevivência não importando ser avulso ou vinculado .
E mostrando a importância do instrutor , cabendo a ele  fazer o papel de fazer o trabalhador entender que o mundo do trabalho mudou .
Inspirando,ensinando,dando exemplos , sendo amigo,pai e algumas vezes psicologo .
Mas não podemos esquecer que ensinar é também aprender .
O trabalhador tem de ser o empreendedor do porto de Santos , pois não ha direito divino de ser o maior porto da America latina.
Qualificar o profissional Portuário e a melhor forma de respeitar a historia  e as tradições das categorias que compõem esse porto centenário ,essa e a sua a nossa a minha missão .

Ao fim da palestra...
 passamos para um breve apresentação de um projeto maravilhoso do Cenep capitaneado pelo professor Helio Halite uma grande maquete do porto de Santos onde pode se fazer varias simulações operacionais    tendo como fonte das informações da Codesp , praticagem e sites de localização de embarcações e dos terminais portuários locais  .
Ao fim todos os presentes seguiram para um cafe da tarde onde trocaram ideias para a melhoria do porto de Santos .
Que venha 2018 e todas as ideias sejam postas em pratica com paz , saúde e muita prosperidade para a comunidade portuária santista .

1 de dez. de 2017

O Serviço Nacional de Aprendizagem Portuário SENAP

Operadores Portuários querem administrar recursos do “Sistema S” Portuário
Sugestão foi feita ao ministro Quintella pela Federação Nacional dos Operadores Portuários e tem por objetivo aprimorar o treinamento e habilitação dos trabalhadores portuários.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, estuda transferir para os operadores portuários, assim como já acontece no sistema “S”, a gestão dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM), feita hoje pelo Departamento de Portos e Costas da Marinha do Brasil, vinculado a Marinha. Todos os anos o fundo recebe R$ 145 milhões, em média, dos quais cerca de R$ 100 milhões, deveriam ser totalmente investidos em treinamento de mão de obra, mas ficam retidos no FDEPM.
 Embora ainda não tenha tomado uma decisão, Quintella considera estratégico o investimento na mão de obra do setor, para torná-lo cada vez mais eficiente e posicionar bem o Brasil num mundo em que a tecnologia e a informação definem fronteiras entre os países desenvolvidos e o 3º mundo. O ministro esteve recentemente em viagem oficial ao Porto de Antuérpia e ficou impressionado com os centros de treinamento que viu no país Belga. “Todos os países e portos competitivos contam com modernos sistemas de treinamentos e capacitações portuárias e nossos portos precisam disso” afirmou Quintella.
 A proposta de que os recursos do fundo destinados ao treinamento de mão de obra funcionem administrados como no sistema “S” foi feita ao ministro,  pelo presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), Sérgio Aquino, acompanhado por representantes de sindicatos dos operadores portuários de vários estados. Aquino propôs a readequação do sistema de financiamento e gestão para treinamentos e programas sociais portuários – SENAP e SESP, uma espécie de “Sistema S” do setor portuário. A proposta de Aquino é a de que a transferência da administração dos recursos seja feita por meio de um Projeto de Lei.
 Quintella disse que vai pedir uma reunião conjunta com os ministros da Defesa, o da Educação e o do Trabalho para, terminadas as discussões, encaminhar uma sugestão consolidada para a Casa Civil.
 “Já temos o apoio das federações e da Marinha para que possamos, daqui para frente, gerenciar esse fundo”, afirmou Sérgio Aquino.
 REVOLUÇÃO PERMANENTE – Embora a modernização da tecnologia tenha tornado vital a qualificação e o treinamento, a revolução que colocou a mão de obra como fator decisivo na competição pelas cargas começou na década de 1960. Com a chegada de navios e contêineres cada vez maiores, os terminais tiveram que se especializar em cargas especiais como granéis sólidos e líquidos, cargas perigosas, de veículos, volumes pesados, dentre outras. Para isso, a qualificação é fundamental, já que os portos evoluem em função das novas embarcações e treinamento adequado aos colaboradores é fundamental para o sucesso da operação.
 “Precisamos de uma solução para aprimorar a mão de obra do setor portuário”, disse Aquino.Junto com a criação do sistema “S” (Sesc, Senai e outras sete instituições), em 1942, o governo criou o sistema “S” Portuário, mas destinou os recursos pagos pelas empresas do setor ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM). Neste fundo, todas as empresas que atuam nas operações portuárias depositam um percentual de 2,5% sobre os salários dos trabalhadores avulsos e vinculados.Ele esclarece que a legislação (leis 8.630/93 e 12.815/13) estabelece que o órgão de gestão de mão de obra (OGMO) deve financiar, qualificar e oferecer treinamento aos trabalhadores portuários, avulsos e vinculados. Aquino lembrou que essa atribuição foi reforçada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). 
 Por fim, Sérgio Aquino reforçou que o objetivo da gestão dos recursos é o de repassá-los aos OGMOS para que eles efetuem treinamentos eficazes com a contratação de unidades de ensino públicos e privados locais, inclusive, sendo um sistema nacional, o direcionamento dos recursos para treinamentos em portos que não tenham caixa para investir em treinamentos.
 “Nunca vivenciamos uma oportunidade tão grande para solucionar definitivamente a questão dos treinamentos de portuários”, finalizou.
Fonte Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

E positivo se a formação e coordenação for tripartite a exemplo de países que possuem portos competitivos ,a exemplo dos Alemães e Belgas ,contam com centros   de treinamento ,capacitação e requalificação  portuárias  exclusivamente para trabalhadores portuários ja pertencentes ao sistema  .
Nessa bela tocada então o Cenep Centro de excelência Portuária do Porto de Santos  sera a  primeirea unidade a ser administrada pelo SENAP  , tendo como área para praticas  de treinamentos em equipamentos o terreno dos fuzileiros na avenida Mario Covas com a avenida  Afonso Pena  na ponta da Praia.

28 de set. de 2017

Conhecendo a NR 29

Numa parceria Fundação Santos e Região e CENEP centro de excelência portuária do porto de santos Segurança e Saúde no Trabalho Portuário:
Objetivo: Capacitar técnicos, sindicalistas e Profissionais de Instituições Públicas na na Aplicação de Recomendacoes contidas norma Regulamentadora 29 que Trata de Segurança e Saúde PORTUARIA.
Palestrante: Antônio Carlos García Júnior (Pesquisador Fundação Espírito Santo)

 Fechando com chave ouro uma semana voltada TEM Saúde e Segurança do trabalhador Portuario que Começou na terça Elaboração E Gerenciamento PPRA - NR 9 PARA discutir O conteudo da  NR-9 e das Ferramentas Gerenciais disponiveis para elaborar, acompanhar tem Implantação e avaliar o Riscos Ambientais.


Voltando ao tema, Risco e a Probabilidade ou sorte de Lesão ou morto, então uma área Portuária e um Território hostil para IShimar Risco e um resultado Medido do potencial de Perigo. Indo de encontro ao tema a Palestra foi comunicada por Antonio Carlos um dos papas da NR29
Iniciou deixando claro, vocês que trabalham no dia a dia Portuário sabem mas que eu de porto em seguida teceu homenagem aos santistas da NR 29 Guanito, BEBECO e joão Rocha.
Fez Uma breve Introdução da Busca por Segurança Principal no Porto de Santos em 1980 e 10 anos apos o Brasil ratificação a Convenção 152 da Organização  Internacional do Trabalho OIT , 1992 Inicia uma proposta sobre a norma Portuária e em dezembro 1995 cria se o grupo de trabalho GT.
Não podemos esquecer que o brasil e um continente com características e realidades bem diferentes.
Pautando que tem NR 29 e aplicada em porto organizado  e para fora dele  não excluindo os terminais privados.

Utilizou  imagens de vídeo que tem e um tom de  Realidade didática.Utilizou o porto de vitoria Como Exemplo para fazer Uma Puxada de orelha Educadora em Outros portos brasileiros Respeito Diz Ao local de Aguardo , gaiola de resgate o mas interessante que vitoria e o Porto dos Trabalhadores Portuários Avulsos.
Ao Fim sorteou dois livros Segurança e Saúde no Trabalho portuário.

Mas onde acho da palestra quem participo casa cheia mas de 144 pessoas.
Gostei, fé uma palestra direta sem rodeios com imagens claras, uma lição para as autoridades de santos. João
Os 3 dias foram ótimos e fechei com chave de ouro uma bela palestra, agradecer a fundacentro e ao cenep pela oportunidade .Raquel
Como estivador Santos fiquei preocupado mas feliz com o Padrão dos Companheiros vitoria e vou perturbar tanto o o Quanto OGMO e tem SOPESP para aplicar Isto É Aqui, somos o Maior do Brasil .Fernando
Ao ver como imagens de Vontade de enviar tudo para uma comitiva e para o jornal .Junto com como fotos do local de aguardo do Cais santista com uma pergunta. O que fazer? Rogerio.

Ao termino da palestra como conversas e perguntas, mas sim, conferiu a comunidade e estudantes de segurança do trabalho que a maior arma contra o risco e o acidente de trabalho e uma informação.

24 de dez. de 2014

O Olhar teórico da Multifuncionalidade

Os aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da multifuncionalidade na formação de competências do trabalhador portuário avulso no Porto de Santos, 
o qual na atualidade vem sendo estudado tanto em âmbito acadêmico quanto empresarial, visto que a formação de competências multifuncionais  tornou-se uma necessidade a partir dos impactos provocados
 pelo processo de Mecanização dos portos.
Entende-se como trabalhador portuário avulso multifuncional às pessoas em si, que adquirem um conjunto de conhecimentos, habilidades e experiências pessoais para desenvolver qualquer atividade de trabalho no porto. 
Para fundamentar este estudo se buscou temáticas como: multifuncionalidade, sendo está um dos marcos na história do desenvolvimento do trabalhador portuário; as características do trabalhador portuário avulso, imprescindível para conhecermos o perfil dos trabalhadores que movimentam o porto; outra temática foi a formação de competências, a qual permeia, na contemporaneidade, o fortalecimento de uma nova cultura, a de agregação de valor para o porto por intermédio das pessoas, visto que passaram a ser reconhecidas como diferencial competitivo para o mundo dos negócios. 
O objetivo da pesquisa foi analisar os aspectos teóricos e conceituar sobre a inserção da multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário avulso no porto de Santos. 
Como procedimento metodológico, o trabalho empregou um estudo exploratório, aplicando o método da pesquisa bibliográfica proporcionando elementos que fundamentaram teoricamente sobre a formação de competências; a multifuncionalidade; 
o porto de Santos e as características do trabalhador portuário avulso.

A busca frenética por um trabalhador que reúna conhecimentos técnicos, capacidade progressiva e coragem para decisão, 
sem duvida nenhuma é o grande desafio para o novo modelo no mercado de trabalho no cenário mundial e, principalmente,
 para o Trabalhador Portuário Avulso do Porto de Santos – TPA.

Mecanizar portos envolve não só atualizar a base tecnológica estrutural, composta por guindastes com controles numéricos, esteiras rolantes e sugadores a vácuo para movimentação de cargas, 
mas, também, 
requalificar a mão de obra de apoio e de gestão,
 devidamente apoiadas por sistemas de  controle  de informações.

O trabalhador portuário multifuncional, como sugere o artigo 57 da LMP. Certamente, este é um artigo que ainda gera muita controvérsia, por se tratar de um assunto complexo por natureza, e de difícil solução prática.
A própria Lei de Modernização dos Portos exige que os portos brasileiros sejam instalados Centro de Treinamento Profissional, com o fim de operacionalizar o programa de qualificação, visando atender às novas demandas de trabalho qualificado.
Sendo assim. 
Santos, conta com o CENEP, inaugurado em 2008,oriundo de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Santos e CODESP. 
Os estudos Gonçalves e Nunes para Paixão e Fleury 2008 e Paul e Freddo 2009, ao analisar os aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário avulso e identificar as vantagens e as limitações da inserção e fornecer subsídios para aprofundamentos dos estudos.
 Para contextualizar o lócus da pesquisa, optou-se pelo Porto de Santos, sendo o maior da América Latina com 13 km de cais , conta com 62 berços de atracação, movimentando  veículos, contêineres,fertilizantes/adubos, produtos químicos,cítricos, sólidos de origem vegetal, sal, passageiros; ,produtos de origem florestal, derivados de petróleo, trigo, produtos siderúrgicos, carga geral e multiuso .
Os dados extraídos  de
 A Influência de Lei de Modernização dos Portos na qualidade 
de vida dos trabalhadores portuários avulsos: 
Um estudo no Porto de Santos com amostra de 500 respondentes,
 identificou que o perfil do trabalhador portuário avulso é formado em sua maioria por trabalhadores que iniciaram suas atividades a partir da década de 1990, na implantação da Lei de Modernização dos Portos.
Assim, é possível perceber que há um choque de opiniões entre os trabalhadores portuários avulsos. 
Outro indicador estudado foi sobre a existência de mais investimento no desenvolvimento profissional após a LMP. 
Já com relação ao bom aproveitamento do potencial profissional dos TPA’s, os respondentes se dividem na opinião,ou seja, praticamente metade concorda e a outra metade discorda. 

Ainda segundo a autora a maioria dos TPA, concorda de forma parcial que conseguem visualizar oportunidades de carreira profissional e os treinamentos oferecidos pelos órgãos competentes são vistos como aliados do crescimento profissional.
Após dezenove anos da promulgação da Lei 8.630, o processo que gera competências para promover a formação profissional e o treinamento do trabalhador portuário avulso para exercer a condição de multifuncional ainda é lento, pois mesmo entendendo que existe um período de transição, uma vez que a mudança é significativa, a questão da multifuncionalidade do trabalhador portuário deveria estar em um estágio bem mais adiantado. Sendo assim, o estudo permitiu entender os motivos que dificultam o processo de treinamento e capacitação do trabalhador portuário avulso para efetivação da multifuncionalidade entre esses trabalhadores.
 O trabalhador portuário multifuncional terá aptidão para exercer os trabalhos de estiva, bloco, conferente,vigia,consertador, guindasteiro  e  capatazia .

Portanto, além de ter habilidades para executar o seu ofício, adquirirá aptidões para realizar outros tipos de trabalho, permitindo que o trabalhador portuário, desde que habilitado pelo OGMO, possa concorrer à escala na  atividade habilitada, situação esta vantajosa, tanto para os trabalhadores portuários avulsos que tem a possibilidade de complementar seu ganho, quanto para os operadores portuários que poderão se beneficiar de um aumento na produtividade das operações portuárias, já que poderão reduzir a contratação de trabalhadores de categorias específicas.
Porém, na outra ponta do processo, existem algumas limitações a inserção da multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário avulso visto que a mudança gera insegurança e maior resistência, principalmente entre os trabalhadores mais antigos pois não apresentam predisposição em se adaptarem ao novo perfil de trabalhador portuário. 

Todavia,
 convém ressaltar que a maioria dos trabalhadores portuários está receptiva às mudanças, e entendem ser necessárias, assim como a capacitação é fundamental para a manutenção e bom funcionamento do trabalho portuário.
Entretanto, na atualidade, existem poucos trabalhadores com  condição de exercer a multifuncionalidade, porém, preparar os trabalhadores para esta nova etapa deve ser de competência do OGMO, conforme obrigatoriedade definida na LMP,.
 Dessa forma, recomenda-se que os setores envolvidos, 
ou seja, ÓGMO, as operadoras, a administração portuária, avaliem qual o motivo do sistema de treinamento ser tão lento que na prática, a multifuncionalidade já vem sendo exercida, haja vista a necessidade do dia a dia para atender a dinâmica das atividades portuárias, ou seja, porque os terminais privados têm utilizado trabalhadores em funções diferentes das suas e mão de obra fora do sistema para realizar funções de trabalhadores Portuarios avulsos.


Fonte Aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da multifuncionalidade no trabalho portuário:
 Um Estudo Sobre o Trabalhador Portuário Avulso no Porto de Santos Vladimir Lamas  Grimaldo dos Prazeres  David da Silva
  Maria Cristina Pereira Matos 

5 de abr. de 2014

Empresas Credenciadas para Cursos Portuários

DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
SUPERINTENDÊNCIA DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS 
PARA APLICAR CURSOS 
DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO PARA PORTUÁRIOS

PODIUM Consultoria Empresarial  LTDA.
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição 
da Capitania dos Portos de Santa Catarina – CPSC.
Portaria N° 180 de 13/09/2012  com validade 31/12/2014
 https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2012/port180_12.pdf

Instituto de Capacitação Técnica Profissional – INCATEP.
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II em todo o território nacional.
Portaria N° 181 de 13/09/2012 com validade 31/12/2014
 https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2012/port181_12.pdf

Fundação Centro de Excelência Portuária de Santos – CENEP.
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição 
da Capitania dos Portos de São Paulo – CPSP.
Portaria N° 236 de 15/08/2013 com validade  31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port236_13.pdf

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI - Santos-SP.
Os cursos CSMC, CBAET, CPDC, CE-NR 35 e COEPP
 constantes do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição
 da Capitania dos Portos de São Paulo – CPSP.
Portaria N° 237 de 15/08/2013 com validade 31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port237_13.pdf

Centro de Capacitação e Aperfeiçoamento Profissional – CCAP. 
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição da
 Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul – CPRS.
Portaria N° 239 de 16/08/2013  com validade 31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port239_13.pdf

MAERSK TRAINING BRASIL  Treinamentos Marítimos LTDA.
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II em todo o território nacional.
Portaria N° 23 de 21/01/2014 validade 31/12/2016
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2014/Port023_14.pdf


ANEXO E

RELAÇÃO DOS CURSOS DO EPM DE PORTUÁRIOS
CBTP Básico do Trabalhador Portuário
CBAET Básico de Arrumação de Carga e Estivagem Técnica
CBCC Básico de Conferência de Carga
CBCS Básico de Conserto de Carga
CBVP Básico de Vigilância Portuária
CBPTL Básico de Pintura Naval e Limpeza de Porões e Tanques
CACC Aperfeiçoamento de Conferência de Carga
 CAAET Aperfeiçoamento de Arrumação e Estivagem Técnica
CBIT Básico de Inglês Técnico
CAIT Avançado de Inglês Técnico
CTE Técnicas de Ensino
CECIRP Cidadania e Relacionamento Pessoal
CECIRP-I Cidadania e Relacionamento Pessoal com Informática
CPOPCS Curso de Procedimento Operacional Padrão de Contêineres e Sacarias
COVL Operação de Veículos Leves
COCMH Operação de Cavalo Mecânico e Hidráulico
CSMC Sinalização para Movimentação de Carga
COT Operação de Transtêiner
COP Operação de Portêiner
COEGP Operação de Empilhadeira de Grande Porte
COTPC Operação de Trator e de Pá Carregadeira
COCP Operação de Cargas Perigosas
CPDC Peação e Despeação de Carga
CPDC-M Peação e Despeação de Carga com Motosserra
COGB Operação de Guindaste de Bordo
COGT Operação de Guindaste de Terra
COPR Operação com Pontes Rolantes de Bordo
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte
COCCE Operação de Carregador de Correia em Espiral
COSGS Operação de Sugador para Granéis Sólidos
CORE Operação com Retroescavadeira
COGM Operação com Guindastes Móveis sobre Pneus
COSL Operação com Shiploader
COEH Operação de Escavadeira Hidráulica NORMAM-30/DPC
CTOTC Técnicas de Operação em Terminais de contêiner
CGTCG Gestão Operacional em Terminais de Carga Geral
CGTGL Gestão Operacional em Terminais de Granéis Líquidos
CGTGS Gestão Operacional em Terminais de Granéis Sólidos
CGTRR Gestão Operacional em Terminais Roll-On/Roll-Off
CAOGT Atualização em Operação com Guindaste de Terra
CAOGB Atualização em Operação com Guindaste de Bordo
CAOEPP Atualização em Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte
CAOEGP Atualização em Operação de Empilhadeira de Grande Porte
CAOPC Atualização em Operação com Pá Carregadeira
CE-NR20 Especial de seguranças e Saúde no trabalho com Líquidos  combustível e inflamáveis
CE-NR35 Especial de segurança e Saúde no Trabalho em Altura

A um  equivoco na portaria N° 237 de 15/08/2013 com validade 31/12/2015  
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI - Santos-SP 
a NR 35 e sobre  TRABALHO EM ALTURA  e 
a NR 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port237_13.pdf

Segue as duas normas na integra.



25 de mar. de 2014

Seminário APEC no CENEP SANTOS

SEP da curso de capacitação 
no CENEP Porto de Santos
Especialistas belgas ministram , em Santos,
 seminário de capacitação para gestores portuários,
 voltados a funcionários da Secretaria de Portos (SEP),
 de companhias docas, ANTAQ e operadores privados.
A programação teve início com o secretário-executivo da SEP, Eduardo Xavier.
  O memorando foi assinado para a capacitação  e treinamento dos gestores portuários de todo brasil e de empresas privadas e também a capacitação dos trabalhadores portuários avulsos em Abril teremos o treinamento dos instrutores na Antuérpia para que voltem ao Brasil para serem multiplicadores .
O treinamento e fundamental para os trabalhadores mais e ainda mais importante para o porto de Santos.
Em Setembro de 2013 em Brasília foi assinado o acordo com uma abordagem mais direta pois há anos a contatos para tal entendimento.
Congratulamos todos pelo esforço para a capacitação portuária .
A capacitação e o aspecto principal no novo marco portuário.
O grande desafio e capacitar o porto publico para se diferenciar no que nesse ponto e essencial  a parceria para proporcionar  a troca de informação de todos os portos nacionais .
A integração e o compartilhamento do conhecimento portuário entre Brasil e Bélgica vem de algum tempo e tem a se aprofundar mais ainda principalmente se a Apec se instalar na Cidade de Santos .
Proporcionando o crescimento tão sonhado em nossos portos .
O curso em Santos será dado por quatro técnicos belgas e se estenderá até a sexta-feira seguinte.

A Aula inaugural
E uma honra representar a Apec em Santos treinamos 140000 pessoas de mais de 150 países, possuímos 400 especialistas para seminários.
A Apec está aqui para ficar, queremos trocar novas ideias sentar e ouvir o que o porto santista tem para a comunidade portuária. 
Ele será o primeiro de seis seminários que vão ocorrer no País até o próximo ano, como parte do acordo de cooperação firmado em Setembro ano passado em Brasília entre a pasta federal e o Centro de Treinamento Portuário de Antuérpia (Apec), na Bélgica.
Os demais seminários, também com cinco dias de duração, 
serão realizados nos portos de Vitória (ES), Fortaleza (CE), 
Paranaguá (PR), Salvador (BA) e Belém (PA). 
Cada um irá tratar de um tema , gestão portuária; serviços portuários; aspectos comerciais do porto; aspectos financeiros do porto;
  infraestrutura e obras portuárias; e navegação interior.

De acordo com a SEP, a promoção dessas apresentações integra seu plano para capacitar o setor portuário brasileiro.

8 de dez. de 2013

A Autoridade Portuária e a educação do TPA




  Nosso Brasil considerado o pais do futuro 
 terra das novas gerações que sempre demora a chegar .
O conhecimento da motivação humana 
é indispensável para que o administrador possa realmente contar
 com a colaboração das pessoas .
Chiavento
Tem na educação  sua maior arma para o fortalecimento social do cidadão


 Na Enciclopédia Larousse Cultural a definição de
 treinamento  é o “ato de adestrar; habituar, acostumar para alguma tarefa ou atividade”.
Para o professor Idalberto Chiavenato
 treinamento constitui-se de uma das três etapas da Educação Profissional,
 sendo definida como “a educação, institucionalizada ou não, que visa adaptar a pessoa para o exercício de determinada função  ou para a execução de tarefa específica, em determinada organização”.
Goldstein define 
treinamento 
como “a aquisição sistemática de conhecimentos, atitudes, regras, habilidades, bem como conceitos que resultaram num melhor desempenho no trabalho”.
Borges-Andrade, 
já define como 
“uma ação organizacional voltada, planejada, que permite o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras, intelectuais ou  atitudinais que preparam os indivíduos para desempenhar funções atuais ou futuras”.
Ronaldo Pilati e Gardênia Abbad
 buscam  mostrar as influências do treinamento no trabalho, abrindo espaço para a melhoria da qualidade de vida e crescimento profissional do trabalhador portuário.

Definição mais genérica para a estrutura portuária a ação tecnológica, contextualizada e calçada em conhecimentos  adquiridos com a finalidade de melhora no desempenho nas atividades.

Então o Brasil na área educacional portuária 
navega contra a mare com motores a toda, toda Re.  

No PREPOM Portuários para o ano de 2013, aprovado em 15 de janeiro de 2013 
são 721 cursos com 13.500 vagas distribuídas entre os portos brasileiros, 
o porto de Santos inicialmente contava com 178 cursos com 5.180 vagas
 mas terminou o mesmo ano com 40 cursos e 1090 vagas.

 E a onde foram parar os outros 138 cursos e 4090 vagas 
destinados ao maior porto do pais  sua mais importante porta com o comercio exterior.

Num porto onde tanto os empresários portuários quanto os usuários questionam
 a qualidade da mão de obra,
 o que tornou o tpa um trabalhador anti  profissional e contra a produtividade
.Tendo  a Cosipa como a pioneira e a embraport  exemplos de
 precarização do trabalho portuário.

 Mais há excessões onde pela primeira vês um Terminal de container 
juntamente a Maersk training, Cenep e Ogmo
 treinou  e habilitou 300 tpas para  operadores de
 RTG carregador de pátio para container  E STS  carregador de navios.
que aproveitou 12% dos habilitados.

Para os portos brasileiros
 serem um diferencial no campo operacional e social 
suas autoridades portuárias Sep ,Antaq  devem estar voltadas para a educação de todas as engrenagem  do sistema portuário brasileiro.
E seu mais importante elo e a Mão de Obra .

Há uma necessidade permanente de lapidar as ações profissionais, caminhando-se na direção de sua excelência, sempre com “rigor e originalidade, chaves para conquistar terreno na era da globalização” 
MARGARIDO.