Centro de excelência Portuária do porto de Santos que em 2016 capacito 1156 cidadães da comunidade portuária e em 2017 foram 1647 , tendo como perspectiva futura de capacitar 1800.
Terminou suas atividades educacionais do ano de 2017 com a Palestra "Os Desafios do Crescimento do Porto de Santos "com o especialistas em Recursos Humanos Hudson Carvalho .
Iniciou agradecendo a presença de todos e estimulando todos presentes com frases .
Crescimento vem de mão dada com o desafio ,temos que conseguir o que quer que seja necessário.
Entrou num tema bem polemico para o setor ,a personalidade do emprego e a personificação do perfil determinado pelo mercado .Na receita de fazer mais com menos ,tornando a qualificação sua sobrevivência não importando ser avulso ou vinculado .
E mostrando a importância do instrutor , cabendo a ele fazer o papel de fazer o trabalhador entender que o mundo do trabalho mudou .
Inspirando,ensinando,dando exemplos , sendo amigo,pai e algumas vezes psicologo .
Mas não podemos esquecer que ensinar é também aprender .
O trabalhador tem de ser o empreendedor do porto de Santos , pois não ha direito divino de ser o maior porto da America latina.
Qualificar o profissional Portuário e a melhor forma de respeitar a historia e as tradições das categorias que compõem esse porto centenário ,essa e a sua a nossa a minha missão .
Ao fim da palestra...
passamos para um breve apresentação de um projeto maravilhoso do Cenep capitaneado pelo professor Helio Halite uma grande maquete do porto de Santos onde pode se fazer varias simulações operacionais tendo como fonte das informações da Codesp , praticagem e sites de localização de embarcações e dos terminais portuários locais .
Ao fim todos os presentes seguiram para um cafe da tarde onde trocaram ideias para a melhoria do porto de Santos .
Que venha 2018 e todas as ideias sejam postas em pratica com paz , saúde e muita prosperidade para a comunidade portuária santista .
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21 de dez. de 2017
Confraternização CENEP 2017
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1 de dez. de 2017
O Serviço Nacional de Aprendizagem Portuário SENAP
Operadores Portuários querem administrar recursos do “Sistema S” Portuário
Sugestão foi feita ao ministro Quintella pela Federação Nacional dos Operadores Portuários e tem por objetivo aprimorar o treinamento e habilitação dos trabalhadores portuários.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, estuda transferir para os operadores portuários, assim como já acontece no sistema “S”, a gestão dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM), feita hoje pelo Departamento de Portos e Costas da Marinha do Brasil, vinculado a Marinha. Todos os anos o fundo recebe R$ 145 milhões, em média, dos quais cerca de R$ 100 milhões, deveriam ser totalmente investidos em treinamento de mão de obra, mas ficam retidos no FDEPM.
Embora ainda não tenha tomado uma decisão, Quintella considera estratégico o investimento na mão de obra do setor, para torná-lo cada vez mais eficiente e posicionar bem o Brasil num mundo em que a tecnologia e a informação definem fronteiras entre os países desenvolvidos e o 3º mundo. O ministro esteve recentemente em viagem oficial ao Porto de Antuérpia e ficou impressionado com os centros de treinamento que viu no país Belga. “Todos os países e portos competitivos contam com modernos sistemas de treinamentos e capacitações portuárias e nossos portos precisam disso” afirmou Quintella.
A proposta de que os recursos do fundo destinados ao treinamento de mão de obra funcionem administrados como no sistema “S” foi feita ao ministro, pelo presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), Sérgio Aquino, acompanhado por representantes de sindicatos dos operadores portuários de vários estados. Aquino propôs a readequação do sistema de financiamento e gestão para treinamentos e programas sociais portuários – SENAP e SESP, uma espécie de “Sistema S” do setor portuário. A proposta de Aquino é a de que a transferência da administração dos recursos seja feita por meio de um Projeto de Lei.
Quintella disse que vai pedir uma reunião conjunta com os ministros da Defesa, o da Educação e o do Trabalho para, terminadas as discussões, encaminhar uma sugestão consolidada para a Casa Civil.
“Já temos o apoio das federações e da Marinha para que possamos, daqui para frente, gerenciar esse fundo”, afirmou Sérgio Aquino.
REVOLUÇÃO PERMANENTE – Embora a modernização da tecnologia tenha tornado vital a qualificação e o treinamento, a revolução que colocou a mão de obra como fator decisivo na competição pelas cargas começou na década de 1960. Com a chegada de navios e contêineres cada vez maiores, os terminais tiveram que se especializar em cargas especiais como granéis sólidos e líquidos, cargas perigosas, de veículos, volumes pesados, dentre outras. Para isso, a qualificação é fundamental, já que os portos evoluem em função das novas embarcações e treinamento adequado aos colaboradores é fundamental para o sucesso da operação.
“Precisamos de uma solução para aprimorar a mão de obra do setor portuário”, disse Aquino.Junto com a criação do sistema “S” (Sesc, Senai e outras sete instituições), em 1942, o governo criou o sistema “S” Portuário, mas destinou os recursos pagos pelas empresas do setor ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM). Neste fundo, todas as empresas que atuam nas operações portuárias depositam um percentual de 2,5% sobre os salários dos trabalhadores avulsos e vinculados.Ele esclarece que a legislação (leis 8.630/93 e 12.815/13) estabelece que o órgão de gestão de mão de obra (OGMO) deve financiar, qualificar e oferecer treinamento aos trabalhadores portuários, avulsos e vinculados. Aquino lembrou que essa atribuição foi reforçada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Por fim, Sérgio Aquino reforçou que o objetivo da gestão dos recursos é o de repassá-los aos OGMOS para que eles efetuem treinamentos eficazes com a contratação de unidades de ensino públicos e privados locais, inclusive, sendo um sistema nacional, o direcionamento dos recursos para treinamentos em portos que não tenham caixa para investir em treinamentos.
“Nunca vivenciamos uma oportunidade tão grande para solucionar definitivamente a questão dos treinamentos de portuários”, finalizou.
Fonte Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
E positivo se a formação e coordenação for tripartite a exemplo de países que possuem portos competitivos ,a exemplo dos Alemães e Belgas ,contam com centros de treinamento ,capacitação e requalificação portuárias exclusivamente para trabalhadores portuários ja pertencentes ao sistema .
Nessa bela tocada então o Cenep Centro de excelência Portuária do Porto de Santos sera a primeirea unidade a ser administrada pelo SENAP , tendo como área para praticas de treinamentos em equipamentos o terreno dos fuzileiros na avenida Mario Covas com a avenida Afonso Pena na ponta da Praia.
Sugestão foi feita ao ministro Quintella pela Federação Nacional dos Operadores Portuários e tem por objetivo aprimorar o treinamento e habilitação dos trabalhadores portuários.
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, estuda transferir para os operadores portuários, assim como já acontece no sistema “S”, a gestão dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM), feita hoje pelo Departamento de Portos e Costas da Marinha do Brasil, vinculado a Marinha. Todos os anos o fundo recebe R$ 145 milhões, em média, dos quais cerca de R$ 100 milhões, deveriam ser totalmente investidos em treinamento de mão de obra, mas ficam retidos no FDEPM.
Embora ainda não tenha tomado uma decisão, Quintella considera estratégico o investimento na mão de obra do setor, para torná-lo cada vez mais eficiente e posicionar bem o Brasil num mundo em que a tecnologia e a informação definem fronteiras entre os países desenvolvidos e o 3º mundo. O ministro esteve recentemente em viagem oficial ao Porto de Antuérpia e ficou impressionado com os centros de treinamento que viu no país Belga. “Todos os países e portos competitivos contam com modernos sistemas de treinamentos e capacitações portuárias e nossos portos precisam disso” afirmou Quintella.
A proposta de que os recursos do fundo destinados ao treinamento de mão de obra funcionem administrados como no sistema “S” foi feita ao ministro, pelo presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), Sérgio Aquino, acompanhado por representantes de sindicatos dos operadores portuários de vários estados. Aquino propôs a readequação do sistema de financiamento e gestão para treinamentos e programas sociais portuários – SENAP e SESP, uma espécie de “Sistema S” do setor portuário. A proposta de Aquino é a de que a transferência da administração dos recursos seja feita por meio de um Projeto de Lei.
Quintella disse que vai pedir uma reunião conjunta com os ministros da Defesa, o da Educação e o do Trabalho para, terminadas as discussões, encaminhar uma sugestão consolidada para a Casa Civil.
“Já temos o apoio das federações e da Marinha para que possamos, daqui para frente, gerenciar esse fundo”, afirmou Sérgio Aquino.
REVOLUÇÃO PERMANENTE – Embora a modernização da tecnologia tenha tornado vital a qualificação e o treinamento, a revolução que colocou a mão de obra como fator decisivo na competição pelas cargas começou na década de 1960. Com a chegada de navios e contêineres cada vez maiores, os terminais tiveram que se especializar em cargas especiais como granéis sólidos e líquidos, cargas perigosas, de veículos, volumes pesados, dentre outras. Para isso, a qualificação é fundamental, já que os portos evoluem em função das novas embarcações e treinamento adequado aos colaboradores é fundamental para o sucesso da operação.
“Precisamos de uma solução para aprimorar a mão de obra do setor portuário”, disse Aquino.Junto com a criação do sistema “S” (Sesc, Senai e outras sete instituições), em 1942, o governo criou o sistema “S” Portuário, mas destinou os recursos pagos pelas empresas do setor ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM). Neste fundo, todas as empresas que atuam nas operações portuárias depositam um percentual de 2,5% sobre os salários dos trabalhadores avulsos e vinculados.Ele esclarece que a legislação (leis 8.630/93 e 12.815/13) estabelece que o órgão de gestão de mão de obra (OGMO) deve financiar, qualificar e oferecer treinamento aos trabalhadores portuários, avulsos e vinculados. Aquino lembrou que essa atribuição foi reforçada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Por fim, Sérgio Aquino reforçou que o objetivo da gestão dos recursos é o de repassá-los aos OGMOS para que eles efetuem treinamentos eficazes com a contratação de unidades de ensino públicos e privados locais, inclusive, sendo um sistema nacional, o direcionamento dos recursos para treinamentos em portos que não tenham caixa para investir em treinamentos.
“Nunca vivenciamos uma oportunidade tão grande para solucionar definitivamente a questão dos treinamentos de portuários”, finalizou.
Fonte Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
E positivo se a formação e coordenação for tripartite a exemplo de países que possuem portos competitivos ,a exemplo dos Alemães e Belgas ,contam com centros de treinamento ,capacitação e requalificação portuárias exclusivamente para trabalhadores portuários ja pertencentes ao sistema .
Nessa bela tocada então o Cenep Centro de excelência Portuária do Porto de Santos sera a primeirea unidade a ser administrada pelo SENAP , tendo como área para praticas de treinamentos em equipamentos o terreno dos fuzileiros na avenida Mario Covas com a avenida Afonso Pena na ponta da Praia.
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28 de set. de 2017
Conhecendo a NR 29
Numa parceria Fundação Santos e Região e CENEP centro de excelência portuária do porto de santos Segurança e Saúde no Trabalho Portuário:
Objetivo: Capacitar técnicos, sindicalistas e Profissionais de Instituições Públicas na na Aplicação de Recomendacoes contidas norma Regulamentadora 29 que Trata de Segurança e Saúde PORTUARIA.
Palestrante: Antônio Carlos García Júnior (Pesquisador Fundação Espírito Santo)
Fechando com chave ouro uma semana voltada TEM Saúde e Segurança do trabalhador Portuario que Começou na terça Elaboração E Gerenciamento PPRA - NR 9 PARA discutir O conteudo da NR-9 e das Ferramentas Gerenciais disponiveis para elaborar, acompanhar tem Implantação e avaliar o Riscos Ambientais.
Voltando ao tema, Risco e a Probabilidade ou sorte de Lesão ou morto, então uma área Portuária e um Território hostil para IShimar Risco e um resultado Medido do potencial de Perigo. Indo de encontro ao tema a Palestra foi comunicada por Antonio Carlos um dos papas da NR29
Iniciou deixando claro, vocês que trabalham no dia a dia Portuário sabem mas que eu de porto em seguida teceu homenagem aos santistas da NR 29 Guanito, BEBECO e joão Rocha.
Fez Uma breve Introdução da Busca por Segurança Principal no Porto de Santos em 1980 e 10 anos apos o Brasil ratificação a Convenção 152 da Organização Internacional do Trabalho OIT , 1992 Inicia uma proposta sobre a norma Portuária e em dezembro 1995 cria se o grupo de trabalho GT.
Não podemos esquecer que o brasil e um continente com características e realidades bem diferentes.
Pautando que tem NR 29 e aplicada em porto organizado e para fora dele não excluindo os terminais privados.
Utilizou imagens de vídeo que tem e um tom de Realidade didática.Utilizou o porto de vitoria Como Exemplo para fazer Uma Puxada de orelha Educadora em Outros portos brasileiros Respeito Diz Ao local de Aguardo , gaiola de resgate o mas interessante que vitoria e o Porto dos Trabalhadores Portuários Avulsos.
Ao Fim sorteou dois livros Segurança e Saúde no Trabalho portuário.
Mas onde acho da palestra quem participo casa cheia mas de 144 pessoas.
Gostei, fé uma palestra direta sem rodeios com imagens claras, uma lição para as autoridades de santos. João
Os 3 dias foram ótimos e fechei com chave de ouro uma bela palestra, agradecer a fundacentro e ao cenep pela oportunidade .Raquel
Como estivador Santos fiquei preocupado mas feliz com o Padrão dos Companheiros vitoria e vou perturbar tanto o o Quanto OGMO e tem SOPESP para aplicar Isto É Aqui, somos o Maior do Brasil .Fernando
Ao ver como imagens de Vontade de enviar tudo para uma comitiva e para o jornal .Junto com como fotos do local de aguardo do Cais santista com uma pergunta. O que fazer? Rogerio.
Ao termino da palestra como conversas e perguntas, mas sim, conferiu a comunidade e estudantes de segurança do trabalho que a maior arma contra o risco e o acidente de trabalho e uma informação.
Objetivo: Capacitar técnicos, sindicalistas e Profissionais de Instituições Públicas na na Aplicação de Recomendacoes contidas norma Regulamentadora 29 que Trata de Segurança e Saúde PORTUARIA.
Palestrante: Antônio Carlos García Júnior (Pesquisador Fundação Espírito Santo)
Fechando com chave ouro uma semana voltada TEM Saúde e Segurança do trabalhador Portuario que Começou na terça Elaboração E Gerenciamento PPRA - NR 9 PARA discutir O conteudo da NR-9 e das Ferramentas Gerenciais disponiveis para elaborar, acompanhar tem Implantação e avaliar o Riscos Ambientais.
Voltando ao tema, Risco e a Probabilidade ou sorte de Lesão ou morto, então uma área Portuária e um Território hostil para IShimar Risco e um resultado Medido do potencial de Perigo. Indo de encontro ao tema a Palestra foi comunicada por Antonio Carlos um dos papas da NR29
Iniciou deixando claro, vocês que trabalham no dia a dia Portuário sabem mas que eu de porto em seguida teceu homenagem aos santistas da NR 29 Guanito, BEBECO e joão Rocha.
Fez Uma breve Introdução da Busca por Segurança Principal no Porto de Santos em 1980 e 10 anos apos o Brasil ratificação a Convenção 152 da Organização Internacional do Trabalho OIT , 1992 Inicia uma proposta sobre a norma Portuária e em dezembro 1995 cria se o grupo de trabalho GT.
Não podemos esquecer que o brasil e um continente com características e realidades bem diferentes.
Pautando que tem NR 29 e aplicada em porto organizado e para fora dele não excluindo os terminais privados.
Utilizou imagens de vídeo que tem e um tom de Realidade didática.Utilizou o porto de vitoria Como Exemplo para fazer Uma Puxada de orelha Educadora em Outros portos brasileiros Respeito Diz Ao local de Aguardo , gaiola de resgate o mas interessante que vitoria e o Porto dos Trabalhadores Portuários Avulsos.
Ao Fim sorteou dois livros Segurança e Saúde no Trabalho portuário.
Mas onde acho da palestra quem participo casa cheia mas de 144 pessoas.
Gostei, fé uma palestra direta sem rodeios com imagens claras, uma lição para as autoridades de santos. João
Os 3 dias foram ótimos e fechei com chave de ouro uma bela palestra, agradecer a fundacentro e ao cenep pela oportunidade .Raquel
Como estivador Santos fiquei preocupado mas feliz com o Padrão dos Companheiros vitoria e vou perturbar tanto o o Quanto OGMO e tem SOPESP para aplicar Isto É Aqui, somos o Maior do Brasil .Fernando
Ao ver como imagens de Vontade de enviar tudo para uma comitiva e para o jornal .Junto com como fotos do local de aguardo do Cais santista com uma pergunta. O que fazer? Rogerio.
Ao termino da palestra como conversas e perguntas, mas sim, conferiu a comunidade e estudantes de segurança do trabalho que a maior arma contra o risco e o acidente de trabalho e uma informação.
24 de dez. de 2014
O Olhar teórico da Multifuncionalidade
Os aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da
multifuncionalidade na formação de competências do trabalhador portuário avulso
no Porto de Santos,
o qual na atualidade vem sendo estudado tanto em âmbito
acadêmico quanto empresarial, visto que a formação de competências
multifuncionais tornou-se uma necessidade a partir dos impactos provocados
pelo
processo de Mecanização dos portos.
Entende-se como trabalhador portuário avulso
multifuncional às pessoas em si, que adquirem um conjunto de conhecimentos,
habilidades e experiências pessoais para desenvolver qualquer atividade de trabalho no porto.
Para fundamentar este estudo se buscou temáticas como:
multifuncionalidade, sendo está um dos marcos na história do desenvolvimento do
trabalhador portuário; as características do trabalhador portuário avulso, imprescindível para conhecermos o perfil dos trabalhadores que movimentam o
porto; outra temática foi a formação de competências, a qual permeia, na
contemporaneidade, o fortalecimento de uma nova cultura, a de agregação de
valor para o porto por intermédio das pessoas, visto que passaram a ser
reconhecidas como diferencial competitivo para o mundo dos negócios.
O objetivo
da pesquisa foi analisar os aspectos teóricos e conceituar sobre a inserção da
multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário avulso no porto de
Santos.
Como procedimento metodológico, o trabalho empregou um estudo
exploratório, aplicando o método da pesquisa bibliográfica proporcionando
elementos que fundamentaram teoricamente sobre a formação de competências; a
multifuncionalidade;
o porto de Santos e as características do trabalhador
portuário avulso.
A busca frenética por um trabalhador que reúna
conhecimentos técnicos, capacidade progressiva e coragem para decisão,
sem
duvida nenhuma é o grande desafio para o novo modelo no mercado de trabalho no
cenário mundial e, principalmente,
para o Trabalhador Portuário Avulso do
Porto de Santos – TPA.
Mecanizar portos envolve não só atualizar a base
tecnológica estrutural, composta por guindastes com controles numéricos,
esteiras rolantes e sugadores a vácuo para movimentação de cargas,
mas, também,
requalificar a mão de obra de apoio e de gestão,
devidamente apoiadas por
sistemas de controle de informações.
O trabalhador portuário multifuncional, como sugere o
artigo 57 da LMP. Certamente, este é um artigo que ainda gera muita
controvérsia, por se tratar de um assunto complexo por natureza, e de difícil
solução prática.
A própria Lei de Modernização dos Portos exige que os
portos brasileiros sejam instalados Centro de Treinamento Profissional, com o
fim de operacionalizar o programa de qualificação, visando atender às novas
demandas de trabalho qualificado.
Sendo assim.
Santos, conta com o CENEP, inaugurado em 2008,oriundo de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Santos e CODESP.
Santos, conta com o CENEP, inaugurado em 2008,oriundo de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Santos e CODESP.
Os
estudos Gonçalves e Nunes para Paixão e Fleury 2008 e Paul e Freddo 2009, ao
analisar os aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da
multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário avulso e identificar as vantagens
e as limitações da inserção e fornecer subsídios para aprofundamentos dos
estudos.
Para
contextualizar o lócus da pesquisa, optou-se pelo Porto de Santos, sendo o
maior da América Latina com 13 km de cais , conta com 62 berços de atracação, movimentando
veículos, contêineres,fertilizantes/adubos,
produtos químicos,cítricos, sólidos de origem vegetal, sal, passageiros; ,produtos
de origem florestal, derivados de petróleo, trigo, produtos siderúrgicos, carga
geral e multiuso .
Os dados extraídos de
A Influência de Lei de Modernização dos
Portos na qualidade
de vida dos trabalhadores portuários avulsos:
Um estudo no
Porto de Santos com amostra de 500 respondentes,
identificou que o perfil do
trabalhador portuário avulso é formado em sua maioria por trabalhadores que
iniciaram suas atividades a partir da década de 1990, na implantação da Lei de
Modernização dos Portos.
Assim, é possível perceber que há um choque de opiniões
entre os trabalhadores portuários avulsos.
Outro indicador estudado foi sobre a
existência de mais investimento no desenvolvimento profissional após a LMP.
Já
com relação ao bom aproveitamento do potencial profissional dos TPA’s, os
respondentes se dividem na opinião,ou seja, praticamente metade concorda e a
outra metade discorda.
Ainda segundo a autora a maioria dos TPA, concorda de
forma parcial que conseguem visualizar oportunidades de carreira profissional e
os treinamentos oferecidos pelos órgãos competentes são vistos como aliados do
crescimento profissional.
Após dezenove anos da promulgação da Lei 8.630, o
processo que gera competências para promover a formação profissional e o
treinamento do trabalhador portuário avulso para exercer a condição de
multifuncional ainda é lento, pois mesmo entendendo que existe um período de
transição, uma vez que a mudança é significativa, a questão da multifuncionalidade
do trabalhador portuário deveria estar em um estágio bem mais adiantado. Sendo
assim, o estudo permitiu entender os motivos que dificultam o processo de
treinamento e capacitação do trabalhador portuário avulso para efetivação da multifuncionalidade
entre esses trabalhadores.
O trabalhador portuário multifuncional terá aptidão
para exercer os trabalhos de estiva, bloco, conferente,vigia,consertador,
guindasteiro e capatazia .
Portanto, além de ter habilidades para executar o seu
ofício, adquirirá aptidões para realizar outros tipos de trabalho, permitindo
que o trabalhador portuário, desde que habilitado pelo OGMO, possa concorrer à
escala na atividade habilitada, situação
esta vantajosa, tanto para os trabalhadores portuários avulsos que tem a
possibilidade de complementar seu ganho, quanto para os operadores portuários
que poderão se beneficiar de um aumento na produtividade das operações portuárias,
já que poderão reduzir a contratação de trabalhadores de categorias
específicas.
Porém, na outra ponta do processo, existem algumas
limitações a inserção da multifuncionalidade no perfil do trabalhador portuário
avulso visto que a mudança gera insegurança e maior resistência, principalmente
entre os trabalhadores mais antigos pois não apresentam predisposição em se
adaptarem ao novo perfil de trabalhador portuário.
Todavia,
convém ressaltar que a maioria dos trabalhadores
portuários está receptiva às mudanças, e entendem ser necessárias, assim como a
capacitação é fundamental para a manutenção e bom funcionamento do trabalho
portuário.
Entretanto, na atualidade, existem poucos trabalhadores
com condição de exercer a multifuncionalidade,
porém, preparar os trabalhadores para esta nova etapa deve ser de competência
do OGMO, conforme obrigatoriedade definida na LMP,.
Dessa forma, recomenda-se
que os setores envolvidos,
ou seja, ÓGMO, as operadoras, a administração
portuária, avaliem qual o motivo do sistema de treinamento ser tão lento que na
prática, a multifuncionalidade já vem sendo exercida, haja vista a necessidade do
dia a dia para atender a dinâmica das atividades portuárias, ou seja, porque os
terminais privados têm utilizado trabalhadores em funções diferentes das suas e
mão de obra fora do sistema para realizar funções de trabalhadores Portuarios avulsos.
Fonte Aspectos teóricos e conceituais sobre a inserção da
multifuncionalidade no trabalho portuário:
Um Estudo Sobre o Trabalhador
Portuário Avulso no Porto de Santos Vladimir Lamas Grimaldo dos Prazeres David da Silva
Maria Cristina Pereira Matos
Marcadores:
Cenep Santos,
Porto de Santos,
trabalho Portuário,
Treinamentos
5 de abr. de 2014
Empresas Credenciadas para Cursos Portuários
DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS
SUPERINTENDÊNCIA DO ENSINO
PROFISSIONAL MARÍTIMO
INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS
PARA APLICAR CURSOS
DO ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO PARA PORTUÁRIOS
PODIUM Consultoria
Empresarial LTDA.
Todos do anexo “E” da
NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição
da Capitania dos Portos de Santa
Catarina – CPSC.
Portaria N° 180 de 13/09/2012
com validade 31/12/2014
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2012/port180_12.pdf
Instituto de Capacitação
Técnica Profissional – INCATEP.
Todos do anexo “E” da
NORMAM-30 Vol. II em todo o território nacional.
Portaria N° 181 de 13/09/2012
com validade 31/12/2014
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2012/port181_12.pdf
Fundação Centro de
Excelência Portuária de Santos – CENEP.
Todos do anexo “E” da
NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição
da Capitania dos Portos de São Paulo –
CPSP.
Portaria N° 236 de 15/08/2013
com validade 31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port236_13.pdf
Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial - SENAI - Santos-SP.
Os cursos CSMC, CBAET, CPDC,
CE-NR 35 e COEPP
constantes do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição
da Capitania dos Portos de São Paulo – CPSP.
Portaria N° 237 de 15/08/2013
com validade 31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port237_13.pdf
Centro de Capacitação e Aperfeiçoamento
Profissional – CCAP.
Todos do anexo “E” da NORMAM-30 Vol. II na área de jurisdição
da
Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul – CPRS.
Portaria N° 239 de 16/08/2013
com validade 31/12/2015
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port239_13.pdf
MAERSK TRAINING BRASIL Treinamentos Marítimos LTDA.
Todos do anexo “E” da
NORMAM-30 Vol. II em todo o território nacional.
Portaria N° 23 de 21/01/2014
validade 31/12/2016
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2014/Port023_14.pdf
ANEXO E
RELAÇÃO DOS CURSOS DO EPM DE
PORTUÁRIOS
CBTP Básico do Trabalhador
Portuário
CBAET Básico de Arrumação de
Carga e Estivagem Técnica
CBCC Básico de Conferência
de Carga
CBCS Básico de Conserto de
Carga
CBVP Básico de Vigilância
Portuária
CBPTL Básico de Pintura
Naval e Limpeza de Porões e Tanques
CACC Aperfeiçoamento de
Conferência de Carga
CAAET Aperfeiçoamento de Arrumação e Estivagem
Técnica
CBIT Básico de Inglês
Técnico
CAIT Avançado de Inglês
Técnico
CTE Técnicas de Ensino
CECIRP Cidadania e
Relacionamento Pessoal
CECIRP-I Cidadania e
Relacionamento Pessoal com Informática
CPOPCS Curso de Procedimento
Operacional Padrão de Contêineres e Sacarias
COVL Operação de Veículos
Leves
COCMH Operação de Cavalo
Mecânico e Hidráulico
CSMC Sinalização para
Movimentação de Carga
COT Operação de Transtêiner
COP Operação de Portêiner
COEGP Operação de
Empilhadeira de Grande Porte
COTPC Operação de Trator e
de Pá Carregadeira
COCP Operação de Cargas
Perigosas
CPDC Peação e Despeação de
Carga
CPDC-M Peação e Despeação de
Carga com Motosserra
COGB Operação de Guindaste
de Bordo
COGT Operação de Guindaste
de Terra
COPR Operação com Pontes
Rolantes de Bordo
COEPP Operação de
Empilhadeira de Pequeno Porte
COCCE Operação de Carregador
de Correia em Espiral
COSGS Operação de Sugador
para Granéis Sólidos
CORE Operação com
Retroescavadeira
COGM Operação com Guindastes
Móveis sobre Pneus
COSL Operação com Shiploader
COEH Operação de Escavadeira
Hidráulica NORMAM-30/DPC
CTOTC Técnicas de Operação
em Terminais de contêiner
CGTCG Gestão Operacional em
Terminais de Carga Geral
CGTGL Gestão Operacional em
Terminais de Granéis Líquidos
CGTGS Gestão Operacional em
Terminais de Granéis Sólidos
CGTRR Gestão Operacional em
Terminais Roll-On/Roll-Off
CAOGT Atualização em
Operação com Guindaste de Terra
CAOGB Atualização em
Operação com Guindaste de Bordo
CAOEPP Atualização em
Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte
CAOEGP Atualização em
Operação de Empilhadeira de Grande Porte
CAOPC Atualização em
Operação com Pá Carregadeira
CE-NR20 Especial de
seguranças e Saúde no trabalho com Líquidos combustível e inflamáveis
CE-NR35 Especial de
segurança e Saúde no Trabalho em Altura
A um equivoco na portaria N° 237 de 15/08/2013 com
validade 31/12/2015
Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial - SENAI - Santos-SP
a NR 35 e sobre TRABALHO EM ALTURA e
a NR 20 - Líquidos combustíveis e
inflamáveis
https://www.dpc.mar.mil.br/portarias/PORT2013/port237_13.pdf
Segue as duas normas na integra.
25 de mar. de 2014
Seminário APEC no CENEP SANTOS
SEP da curso
de capacitação
no CENEP Porto de Santos
Especialistas belgas ministram , em Santos,
seminário de capacitação para gestores portuários,
voltados a funcionários da Secretaria de Portos (SEP),
de companhias docas, ANTAQ
e operadores privados.
A programação teve início com o secretário-executivo da SEP, Eduardo
Xavier.
O memorando foi assinado para a capacitação e treinamento dos gestores portuários de todo
brasil e de empresas privadas e também a capacitação dos trabalhadores portuários
avulsos em Abril teremos o treinamento dos instrutores na Antuérpia para que
voltem ao Brasil para serem multiplicadores .
O treinamento e fundamental para os trabalhadores mais e ainda mais
importante para o porto de Santos.
Em Setembro de 2013 em Brasília foi assinado o acordo com uma abordagem
mais direta pois há anos a contatos para tal entendimento.
Congratulamos todos pelo esforço para a capacitação portuária .
A capacitação e o aspecto principal no novo marco portuário.
O grande desafio e capacitar o porto publico para se diferenciar no que
nesse ponto e essencial a parceria para
proporcionar a troca de informação de
todos os portos nacionais .
A integração e o compartilhamento do conhecimento portuário entre Brasil
e Bélgica vem de algum tempo e tem a se aprofundar mais ainda principalmente se
a Apec se instalar na Cidade de Santos .
Proporcionando o crescimento tão sonhado em nossos portos .
O curso em Santos será dado por quatro técnicos belgas e se estenderá
até a sexta-feira seguinte.
A Aula inaugural
E uma honra representar a Apec em Santos treinamos 140000 pessoas de mais
de 150 países, possuímos 400 especialistas para seminários.
A Apec está aqui para ficar, queremos trocar novas ideias sentar e ouvir
o que o porto santista tem para a comunidade portuária.
Ele será o primeiro de
seis seminários que vão ocorrer no País até o próximo ano, como parte do acordo
de cooperação firmado em Setembro ano passado em Brasília entre a pasta federal
e o Centro de Treinamento Portuário de Antuérpia (Apec), na Bélgica.
Os demais seminários, também com cinco dias de duração,
serão realizados
nos portos de Vitória (ES), Fortaleza (CE),
Paranaguá (PR), Salvador (BA) e
Belém (PA).
Cada um irá tratar de um tema , gestão portuária; serviços
portuários; aspectos comerciais do porto; aspectos financeiros do porto;
infraestrutura e obras portuárias; e navegação interior.
De acordo com a SEP, a promoção dessas apresentações integra seu plano
para capacitar o setor portuário brasileiro.
8 de dez. de 2013
A Autoridade Portuária e a educação do TPA
Nosso Brasil considerado o pais do futuro
terra das novas gerações que sempre demora a chegar .
O conhecimento da motivação humana
é indispensável para que o administrador possa realmente contar
com a colaboração das pessoas .
Chiavento
Chiavento
Tem na educação sua maior arma para o fortalecimento social do cidadão
Na Enciclopédia Larousse
Cultural a definição de
treinamento é o “ato de adestrar; habituar, acostumar para alguma tarefa ou atividade”.
treinamento é o “ato de adestrar; habituar, acostumar para alguma tarefa ou atividade”.
Para o professor Idalberto Chiavenato
treinamento constitui-se
de uma das três etapas da Educação Profissional,
sendo definida como “a
educação, institucionalizada ou não, que visa adaptar a pessoa para o exercício
de determinada função ou para a execução de tarefa específica, em determinada
organização”.
Goldstein define
treinamento
treinamento
como “a aquisição
sistemática de conhecimentos, atitudes, regras, habilidades, bem como conceitos
que resultaram num melhor desempenho no trabalho”.
Borges-Andrade,
já define como
“uma ação organizacional voltada, planejada, que permite o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras, intelectuais ou atitudinais que preparam os indivíduos para desempenhar funções atuais ou futuras”.
já define como
“uma ação organizacional voltada, planejada, que permite o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras, intelectuais ou atitudinais que preparam os indivíduos para desempenhar funções atuais ou futuras”.
Ronaldo Pilati e Gardênia Abbad
buscam mostrar as influências do treinamento no trabalho, abrindo espaço para a melhoria da qualidade de vida e crescimento profissional do trabalhador portuário.
buscam mostrar as influências do treinamento no trabalho, abrindo espaço para a melhoria da qualidade de vida e crescimento profissional do trabalhador portuário.
Definição mais genérica para a estrutura portuária a ação
tecnológica, contextualizada e calçada em conhecimentos adquiridos com a
finalidade de melhora no desempenho nas atividades.
Então o Brasil na área educacional portuária
navega contra a mare com
motores a toda, toda Re.
No PREPOM Portuários para o ano de 2013, aprovado
em 15 de janeiro de 2013
são 721 cursos com 13.500 vagas distribuídas entre os
portos brasileiros,
o porto de Santos inicialmente contava com 178 cursos com 5.180
vagas
mas terminou o mesmo ano com 40 cursos e 1090 vagas.
E a onde foram parar
os outros 138 cursos e 4090 vagas
destinados ao maior porto do pais sua mais
importante porta com o comercio exterior.
Num porto onde tanto os empresários portuários quanto
os usuários questionam
a qualidade da mão de obra,
o que tornou o tpa um trabalhador anti profissional e contra a produtividade
.Tendo a Cosipa como a pioneira e a embraport exemplos de
precarização do trabalho portuário.
Mais há excessões onde pela
primeira vês um Terminal de container
juntamente a Maersk training, Cenep e Ogmo
treinou e habilitou 300 tpas para operadores de
RTG carregador de pátio para
container E STS carregador de navios.
que aproveitou 12% dos habilitados.
que aproveitou 12% dos habilitados.
Para os portos brasileiros
serem um diferencial no campo operacional e
social
suas autoridades portuárias Sep ,Antaq devem estar
voltadas para a educação de todas as engrenagem do sistema portuário brasileiro.
E seu mais importante elo e a Mão de Obra .
MARGARIDO.
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