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6 de dez. de 2023

Calote empresarial faz estivadores bloquearam porto.

 Os estivadores que atuam na carga e descarga de produtos e contêineres congelados, reivindicam uma quantia que está prevista em acordo coletivo.

Num conflito contra o passa moleque dos gestores, os estivadores foram empurrados a utilizar a ferramenta da operação tartaruga e nesta terça-feira um bloqueio parcial dos terminais portuários exigindo o pagamento de uma abono salarial que lhes corresponde por acordo, mas que os empregadores recusam pagar.

Nesta terça-feira, no acesso aos terminais 2 e 3 do Porto de Mar del Plata, estivadores reunidos na Central de Contratação e a União Portuária Argentina Unida (SUPA) bloquearam a entrada e saída de caminhões em reclamação do pagamento de um prémio correspondente principalmente à colheita de lulas. Solicitam o comprimento do acordo e que as empresas de estiva paguem 20% a mais da última colheita de lula.

Sem respostas claras sobre os motivos desta recusa de pagamento do prémio sazonal que rege o acordo e que, consequentemente, aumenta consideravelmente as margens de lucro dos empresários responsáveis pela atividade dos estivadores.

Na sequência destas reclamações de cerca de 120 trabalhadores foi retomada uma mesa de negociação com os empregadores, que está sendo empurrada “de reunião em reunião” e , “nada tem sido resolvido”. Foi este procedimento empresarial que fez com que os estivadores buscassem essa medida de força.

Enquanto as cooperativas que compõem a mesa de negociação ameaçaram os trabalhadores de romper a negociação com base na medida contundente adotada, os estivadores permanecem em assembleia permanente à espera de uma solução definitiva e, caso não, não descartam o retorno a ver navio.

Um grupo de estivadores avulsos do porto de Mar del Plata bloqueou e depois liberou o acesso aos Terminais 2 e 3 do porto local, embora permanecessem em estado de concentração em frente à entrada principal do terminal marítimo enquanto este era vigiado pela polícia.

Reclamam do calote que representa aproximadamente 200 mil pesos por trabalhador. Os estivadores asseguram que o conceito consta do acordo coletivo de trabalho 1190/11 que a SUPA assinou com as empresas de estiva autorizadas a trabalhar no Consórcio.

Um ano tudo bem era o fator covid, o segundo me deixa respirar, agora no terceiro tem que acertar a dívida trabalhista, o não pagamento e muita falta de respeito.

A estiva dos barcos jigger em Mar del Plata é realizada por estivadores eventuais a cada turno de descarga. “Às duas empresas que recusam são a “Pequeña Marina” e a “Producciones”, coincidentemente as que atendem mais barcos jigger”.

 Os estivadores dizem ter esgotado todas as oportunidades de negociação perante o Ministério do Trabalho, mas culpam a liderança da SUPA por ter chegado até aqui sem resposta das empresas de estiva.

Das câmaras de estiva garantem que não haverá negociações com o porto bloqueado. Mas essa realidade se choca com a presença das tropas da polícia na porta do terminal.

O que aconteceu neste porto e a maior prova do estado mínimo do livre mercado que tem o reflexo cruel da precariedade laboral. Sistema defendido pelos políticos, funcionários públicos e profissionais liberais.

https://quedigital.com.ar/sociedad/empresarios-se-niegan-a-pagar-un-plus-y-estibadores-y-un-bloqueo-en-el-puerto/

https://revistapuerto.com.ar/2023/11/protesta-de-estibadores-eventuales-en-terminales-portuarias/

21 de dez. de 2022

A luta por respeito social nos terminais portuários de Gran Rosario.

 A audiência  entre o TPR, o sindicato dos estivadores e o Ministério do Trabalho da província não se chegou a um acordo. A greve nos portos do sul da Grande Rosário, fruto do desrespeito social com os estivadores pela empresa TPR, continua.

César Aybar, do Sindicato Unido dos Portos Argentino (SUPA), a empresa “mantém a mesma posição, de demissão efetiva de 25 trabalhadores sem justa causa e descontos salariais”. No entanto, as demissões têm origem em situações de violência e desmandos no Porto com ataques pessoais. Os trabalhadores que lutaram por seus direitos foram denunciados e tiveram seus salários descontados por motivo de desemprego.

Neste âmbito, a empresa ignora todos os direitos dos trabalhadores. A empresa quer demitir 500 trabalhadores. Diante dessa escalada do conflito, medidas nacionais serão anunciadas".

E por este motivo a medida de luta será mantida "até que os colegas sejam reintegrados, seus salários sejam pagos e a paridade seja fechada com recomposição salarial, devido e inflação".

Entendemos que o diálogo é a solução do conflito, mas a empresa continua com uma posição intransigente e está mantendo as contribuições dos trabalhadores, pelo que também entramos com uma denúncia criminal", destacou Aybar, que considerou que "a Enapro deveria controlar a concessão".

"Entendo que isto é uma pressão sobre o governo nacional e provincial porque a empresa quer um contrato de 50 anos (concessão) e não, quer colocar um dólar em investimento. Eles nos usam como variável de ajuste”.

A medida se estende a outros terminais de Gran Rosario em solidariedade dos trabalhadores.

O desrespeito social com os estivadores intensificaram os piquetes nas proximidades do porto de Rosario, entre 27 de fevereiro e Ayolas.

O governo de Omar Perotti não conseguiu aproximar as partes com o objetivo de destravar o conflito. Nesse sentido, a concessionária TPR, formada pela Vicentin e pela chilena Ultramar, ratificou as 50 demissões e o desconto salarial pelos dias de greve.

Por sua vez, as Docas I e II do TPR estão paralisadas desde a semana passada e a Supa propõem que a Enapro tire a concessão da TPR com base nos repetidos desrespeitos socias que geram conflitos.

A Supa apresentou queixa ao Ministério Público Federal, "já que os trabalhadores estavam a ser pagos com um plano de prevenção de crises que não foi aprovado pelo Ministério".

Ao pedido conjunto de reajuste salarial de 100%, a empresa respondeu com 50 demissões. “O porto está arruinado porque Vicentin não fez nenhum investimento”.

 

A Enapro reuniu-se para analisar a situação contratual da concessionária, mas as deliberações ficaram subordinadas ao que aconteceu em audiência no Ministério do Trabalho da Província.

Sindicatos de transporte se declaram em "estado de alerta" em solidariedade aos estivadores de Puerto Rosario

O movimento social que acontece no porto de Rosario desde a semana passada, afeta os cais de cereais da Cargill, em Villa Gobernador Gálvez e Alvear, Dreyfus, em General Lagos e de ADM em Arroyo Seco e Port Services por tempo indeterminado.

“E já estamos conversando com a federação nacional para chegar a uma greve nacional".

O sindicato busca reabrir a paridade (chegar a um aumento anual de 100% ante os 60% inicialmente acordados), enquanto a empresa impõe como condição a demissão de estivadores (já demitiu 50 argumentando que durante a greve colocou a força de trabalho da empresa em risco e há outros 200 fora do acordo que estão em total incerteza) e um aumento de duas horas na jornada de trabalho para o mesmo salário.

Ficando nítido a falta de disposição da concessionária para negociar.

https://redaccionrosario.com/2022/12/14/se-agudiza-el-conflicto-de-los-estibadores/

https://www.on24.com.ar/locales/sin-humo-blanco-como-sigue-el-conflicto-en-las-terminales-portuarias-del-gran-rosario/

https://mundogremial.com/gremios-del-transporte-se-declaran-en-estado-de-alerta-en-solidaridad-con-los-estibadores-de-puerto-rosario/

https://www.rosario3.com/-economia-negocios-agro-/Escala-el-conflicto-en-el-puerto-estibadores-ahora-paran-en-terminales-del-sur-del-Rosario-20221214-0003.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

7 de nov. de 2022

Estivadores cruzam os braços nos terminais portuários.

 

 Fruto da "necessidade do trabalhador" e da "ganância do empregador". Por um lado o estivador não esta, disposto a trabalhar em troca apenas de um mínimo de subsistência física. Ao mesmo tempo, o interesse próprio (o egoísmo, a ganância e o lucro com a precarização) faz com que os empregadores, busquem de toda maneira pagar salários mais baixos.

Devido a este procedimento operacional o  sindicato dos estivadores do Cordão Industrial, com sede na cidade de Puerto General San Martín (SUPA), lançou uma medida de busca por respeito e dignidade social.

O sindicato dos estivadores divulgou nota com a abrangência da medida. O foco do conflito está nas empresas SAP e Milisenda denunciadas por falta de pagamento de contribuições previdenciárias e sindicais de Puerto General San Martín, Bella Vista, Timbúes e Puerto Gaboto.

Pela manhã foram realizados piquetes que impediam a passagem de caminhões para os terminais da zona norte da zona de influência de Rosário.

 

Além disso, de acordo com a SUPA, o protesto está sendo realizado para exigir "uma recomposição de salários sobre os salários dos colegas estivadores".

O conflito vem de semanas atrás, devido ao fato de que as empresas Milisenda Servicios Portuarios SA e Servicios y Asesoramiento Portuario SRL apresentaram "irregularidades nos pagamentos" aos estivadores, contribuições previdenciárias e dívidas sindicais.

 

“Há muito tempo denunciamos essas empresas por irregularidades e alguns terminais portuários continuam fingindo trabalhar com elas, apesar de terem sido denunciadas judicialmente pelos estivadores, além de serem excluídas em assembleias extraordinárias por voto unânime dos filiados.

 Além disso, o Supa solicita uma recomposição salarial sobre os salários dos estivadores, "cujo poder de compra se deteriorou e que está ajustado e de acordo com a projeção feita para este ano, sobre a qual não chegamos a um acordo", Aníbal Cabrera. , secretário-geral do sindicato.

 Neste contexto, o vice-secretário da SUPA, Marcelo Vergara, “Afirmamos que não seremos cúmplices em trabalhar com empresas que fraudaram nossos membros e também defenderemos a legitimidade de seus direitos. "

 “O sindicato responsabiliza os terminais pelos danos que as novas medidas trazem. Nossa luta é genuína e não cederemos ou cederemos a nenhuma de nossas reivindicações”, concluiu o comunicado da SUPA. .

 Os estivadores precisaram cruzar os braços para que o Ministério do Trabalho emitisse a conciliação obrigatória e marca se audiência, os estivadores exigem um aumento salarial de 35%.

O secretário-geral Anibal Cabrera disse que "havíamos combinado um aumento de 10% para 1º de novembro, se a inflação fosse menor, mas não houve acordo para melhorar esse percentual por isso entramos em greve".

 

O sindicalista explicou que a solicitação salarial está fixada em 35% para novembro, dezembro e outros 25% estão previstos para 2023.

 "Vemos que a inflação está atingindo os salários dos trabalhadores e vamos defendê-la como todos os sindicatos fizeram, não vamos ficar abaixo da inflação", Cabrera.

 Por outro lado, esclareceu que a reclamação contra Milisenda e SAP é que os estivadores da Central de Contratação (CEDECOM) "não vão trabalhar com esses empresários que fraudaram seus colegas", e acrescentou que "foi decidido em assembleia e do sindicato vamos ouvir as bases”.

A certidão conciliatória estabelece a pacificação social por 15 dias úteis e a obrigatoriedade de reunião para estabelecer diretrizes que alcancem consenso entre as partes. A próxima reunião será na quinta-feira.

O movimento social que desaguou na greve dos estivadores foi suspensa após o Ministério do Trabalho emitir a conciliação obrigatória. A partir da decisão oficial, os bloqueios realizados pelos estivadores começaram a ser desativados. Na esperança que os operadores portuários registrem adequadamente as folhas de pagamento dos estivadores.

https://30noticias.com/2022/11/01/levantaron-el-paro-de-estibadores-en-el-cordon-industrial/

https://www.conclusion.com.ar/gremiales/estibadores-lanzaron-un-paro-en-las-terminales-portuarias-del-cordon-industrial/10/2022/

https://sl24.com.ar/estibadores-inician-medidas-de-fuerza-desde-las-cero-horas-de-manana/

https://bichosdecampo.com/se-levanto-el-paro-de-los-estibadores-luego-de-que-el-ministerio-de-trabajo-dictara-la-conciliacion-obligatoria/?utm_source=ReviveOldPost&utm_medium=social&utm_campaign=ReviveOldPost

11 de ago. de 2022

O conflito no Puerto Rosario

  A beira do cais está paralisada. A Terminal Puerto Rosario (TPR), concessionária dos terminais I e II do porto, suspendeu seus 600 estivadores, que não foram autorizados a entrar na empresa esta manhã. Os estivadores bloquearam a entrada de caminhões no porto.

O conflito vem sendo empurrado com a barriga nos últimos meses, mas explodiu o quando os estivadores foram pagos sem o aumento prometido, enquanto os funcionários sem sindicato receberam um aumento de 30%.

TPR pede aos estivadores que aceitem a redução dos subsídios e encargos sociais como condição para pagar o aumento acordado, que manifestou a necessidade de despedir 200 estivadores, do total de quase mil e assegura que a necessidade de redução do seu quadro de funcionários se deve à conturbada situação económica da Argentina e ao fato de dois dos três cais dos seus terminais estão fora de serviço Operacional.

E como sempre a empresa culpa a intransigência do sindicato em não aceitar as reduções . E isto fica claro em  comunicado que  culpa o sindicato e coloco os trabalhadores um contra o outro.

Mas de fato qual é o problema nestes pontos de atracação.

“O cais norte e o cais central não estão operacionais porque a TPR não investe na sua manutenção por isso existem riscos de segurança. Eles estão exigindo que o governo financie as obras de reparação, quando por contrato eles teriam que fazê-las. Se pagarem os reparos, os dois pontos poderão voltar a funcionar”, César Aybar, secretário do Supa Rosario.

 “Na realidade, o que aconteceu é que durante meses, entre pressões para despedir e suspender colegas e agora diretamente não pagar os aumentos acordados, o que a TPR procura é que a gente se intrometa e gere um conflito trabalhista e social para culpar nós mesmos para a crise, mas seu objetivo básico é pressionar o governo a investir o dinheiro que não quer investir nas docas ou que, em troca de fazer os investimentos que são obrigados por contrato a fazer, eles estendem a concessão por várias décadas”, Aybar. 



 A TPR é uma empresa cujo controle acionário está dividido entre uma empresa chilena Uitramar e o grupo Vicentin.

O secretário-geral da SUPA, César Aybar, explicou que os membros do TPR decidiram não assinar a ata do acordo alcançado após 12 horas de negociações.

"Infelizmente, ontem passamos praticamente 12 horas negociando no Ministério do Trabalho da província e quando chegamos a um acordo e pudemos fechar esse acordo assinando a ata, a empresa tomou a decisão de se levantar e não assinar a ata".

"Estamos dispostos a dialogar, mas nestas condições de extorsão com demissão de pessoal, a medida de força não será levantada até que cada colega seja reintegrado e até que fechemos o acordo salarial correspondente".

E como reverter a situação com as 23 demissões.

“A empresa começou a enviar telegramas de demissão. Iremos para a reunião com as melhores expectativas, mas se o escritório não mudar, vamos agir”, César Aybar.

Ainda mais, pois, o "acordo verbal que não foi cumprido". "Quando chegou a hora de assinar os papéis, a empresa se levantou e começou com as demissões.

Na quinta-feira passada, os estivadores bloquearam a entrada do terminal. E colunas de fumaça eram vistas e sentidas na área de 27 de Febrero e na avenida Circunvalación. A empresa começou com as demissões argumentando que a conciliação obrigatória ditada pela pasta trabalhista de Santa Fé não foi cumprida.

 O procedimento da empresa deve fazer com a Federação de Estivadores Portuários Argentinos (Fepa), antecipe uma greve nacional.

Conflito em Puerto Rosario esta se tornando uma greve por tempo indeterminado. O desserviço social do Ministério do Trabalho que desejava que os estivadores suspendam a greve e retomar as atividades portuárias sem nada em troca, colocou mais fogo na panela.

https://www.rosario3.com/-economia-negocios-agro-/Escala-conflicto-en-Puerto-Rosario-suspendieron-a-600-estibadores--20220805-0009.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

https://www.conclusion.com.ar/gremiales/estibadores-anuncian-un-paro-por-tiempo-indeterminado-por-el-despido-de-trabajadores-del-puerto-rosario/08/2022/

https://conlagentenoticias.com/conflicto-en-el-puerto-de-rosario-amenaza-de-paro-regional-si-no-se-revierten-los-despidos/

https://www.lacapital.com.ar/la-ciudad/conflicto-el-puerto-rosario-despidos-amenaza-paro-tiempo-indeterminado-n10024080.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

https://www.elciudadanoweb.com/conflicto-en-puerto-rosario-despiden-estibadores-y-analizan-paro-regional/

https://www.rosario3.com/-economia-negocios-agro-/Mas-tension-en-el-conflicto-de-Puerto-Rosario-ahora-despiden-a-23-empleados-20220809-0036.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

6 de ago. de 2022

O diálogo do Estado com os Estivadores é através das forças de segurança.

 Milhares de estivadores foram às ruas na noite de lua cheia contra a ganância dos operadores portuários. Mas a passeata, que começou pacífica, com estivadores e seus familiares, e simpatizantes tocando tambores, cantando, carregando cartazes e distribuindo flores para a população , terminou com cenas de guerra em diversas ruas do bucólico bairro portuário.

 

As primeiras bombas de gás lacrimogênio lançadas pela Polícia cortaram o céu num longo assobio, deram início a uma sequência de atos violentos por parte das autoridades de segurança pública. 

A ação policial, aconteceu devido à alegação dos policiais que afirmou ter sido rompido um "acordo" que havia sido feito com os manifestantes.

Os estivadores não iam ficar a ver as bombas e estas foram respondidas com pedras. E as pedras foram respondidas com tiros de bala de borracha, os estivadores então responderam com rojões.

 

Mas porque a segurança pública não importando o país, religião e idioma age com truculência não só com as manifestações dos estivadores, mas de todos os grupos sociais que reivindicam seus diretos. A questão é mais complexa e remonta aos atritos históricos entre forças policiais e manifestações políticas. Porém, como há uma forte identificação das bases policiais com o autoritarismo. Neste entendimento a força pública de segurança sai de sues batalhões para o enfrentamento e tem como consequência alguns atos de quebra-quebra e a prisão para mostrar a sociedade alguns culpados.

Nos últimos anos os processos de criminalização e o uso de instrumentos de repressão vêm se expandindo para restringir ou impedir protestos populares urbanos especialmente no Brasil, na Argentina e no Chile, ainda que em níveis diferenciados. Na América do Sul, as polícias são altamente hierarquizadas e militarizadas, são os principais atores na garantia da segurança, que é intendida a partir da manutenção de uma dada ordem social que quando perturbada, pela atuação dos movimentos sociais dos estivadores, por exemplo, gera respostas violentas por parte dessas forças de segurança do Estado.

25 de jun. de 2022

Os estivadores em busca de dignidade no porto de Comodoro

 Estivadores bloquearam o acesso ao porto da cidade. Os estivadores do Sindicato Unido dos Trabalhadores Marítimos (SUPA) novamente bloquearam a entrada do porto de Comodoro Rivadavia o "porto foi fechado novamente por falta de trabalho, já que os navios estão sendo transferidos para os portos de Rawson e Caleta Olivia".

Esta decisão gera incerteza na Patagônia Argentina que estão localizados na área do porto Comodorense. Vale ressaltar que este não é o primeiro conflito que os trabalhadores tiveram até agora em 2022. No último dia 15 de março foi o último bloqueio registrado, onde Salvador Cuenca, delegado sindical, afirmou que "não precisamos de ajuda, precisamos de trabalho".

Salvador Cuenca, delegado dos trabalhadores portuários de estiva, "infelizmente continuamos com a medida de força porque isso se repete com mais frequência e exigimos que haja atividade geradora de trabalho no porto".

“Temos feito esforços para melhorar o serviço e equalizar os custos, algo que já acontece com os salários dos trabalhadores dos portos de Chubut; embora haja uma diferença de custo na questão do combustível”.

"Em Comodoro não há cobrança de atracação no porto e os barcos não vêm, enquanto em Camarones cobram entre 300 e 400 mil pesos e têm navios atracados o tempo todo, o mesmo acontece com o porto de Caleta Olivia", a Secretaria de Pescas tem que mediar esta questão e intervir para que chegue ao nosso porto a imensa frota que está a pescar na zona”.

Os estivadores estão questionando um modelo imposto pelos políticos neoliberais que é a âncora que motiva "é o mesmo de sempre, na área e cada vez menos de fazer lingada. Em Caleta Olivia, Santa Cruz, 16 navios de camarão foram descarregados, em Comodoro nenhum foi descarregado. Outros navios que tiveram que chegar ao porto local, chegaram a Camarones e Rawson, se comprometeram a trabalhar em nossa cidade "

Há um relatório da Câmara de Navios de Mar del Plata que eles não iriam entrar na província de Chubut, mas estão descarregando em Camarones, Rawson e Puerto Madryn. Em Comodoro, nada."

 “Ainda estamos aqui, algumas das partes nos abordaram dizendo que os navios que iam para Camarones noite vão entrar. Graças a esse movimento social que fizemos, conseguimos que eles viessem para cá. Mudaram de rumo e desembarcaram ao meio-dia”. “Sabemos que se cruzarmos os braços a reclamação, não virão mais navios. Atualmente existem 80 barcos de pesca e 60 navios frigoríficos, estamos pedindo uma pequena parte disso, todos os portos estão operando com muita atividade e não temos quase nada”.

O movimento social dos estivadores tem de ser assim, de uma forma surpreendente para que tenha um efeito maior. É a única forma que vai resolver o problema gerado por esta política econômica que fere a dignidade social das famílias da comunidade portuária.

https://www.adnsur.com.ar/sociedad/estibadores-bloquearon-el-ingreso-al-puerto-de-comodoro_a62b3be3f56fd0efaf125ebd2

https://lapostacomodorense.com.ar/estibadores-de-comodoro-reclaman-por-los-puestos-de-trabajo/

https://www.adnsur.com.ar/sociedad/sigue-el-bloqueo-en-el-puerto-de-comodoro-y-tuvieron-que-trasladar-los-colectivos-_a62b3d77356fd0efaf12852f5

https://www.milpatagonias.com/estibadores-bloquearon-el-puerto-si-levantamos-el-reclamo-no-vienen-mas-barcos/

22 de abr. de 2022

Marcha pela dignidade

 A sociedade argentina se mobilizou deixando a passividade de lado indo às ruas.

Dando uma resposta àqueles que acreditam que a Nação está calada e passiva diante das políticas do empreendedor neoliberal que escandaliza e violenta as almas da comunidade do entorno das cidades portuárias.

 


O ato ocorreu no dia 20 de abril, em uma “marcha nacional em defesa do Rio Paraná e do Canal Magdalena” e pela defesa da “Soberania da Indústria Marítima, Fluvial e Naval e do trabalho argentino”. 

Eles se reuniram em frente à sede do Ministério dos Transportes, em Bajo Buenos Aires e depois caminharam até a Casa Rosada, onde realizaram um ato.

Foi uma grande caminhada pelas avenidas de Buenos aires pela dignidade da comunidade, das crianças a terceira idade convergiu em uma grande mobilização para a soberania marítima e fluvial e para a indústria naval.

O objetivo da manifestação era exigir que o Governo Nacional revogasse o decreto 949, a consequente nacionalização da Hidrovia Paraná-Paraguai e a conclusão do Canal Magdalena no Rio da Prata para evitar a atual passagem forçada pelo porto de Montevidéu em a saída para o mar.

A concentração começou no Paseo Colón e na Avenida Belgrano e avançou para o Ministério da Defesa, onde se entregou uma petição. A marcha continuou até o Ministério dos Transportes, na entrada da Plaza de Mayo, onde foi realizado o ato central.

O que busca os argentinos, transparência e regras claras para a gestão portuária.

A greve na beira do cais foi cumprida integralmente durante o protesto massivo no Itamaraty.

A cruzada de braços foi total nos terminais portuários metropolitanos e na Hidrovia. A mobilização frente ao Itamaraty dos sindicatos marítimos e portuários foi massiva.

 Os trabalhadores apontam para o governo, os erros cometidos pelo presidente. Pois, foram 8 meses de reuniões, é não conseguimos mexer em nada.

 Dignidade é uma qualidade inerente ao ser humano, que o protege contra todo tratamento degradante e discriminação odiosa e precarizante, o assegurando condições materiais mínimas de sobrevivência social.


19 de abr. de 2022

O Sindicato que luta reintegra trabalhador.

 SUTAP a partir de, 11 de abril, realiza uma medida de sociabilidade em busca da revogação da precariedade.

A luta por dignidade e necessária, pois, os trabalhadores foram demitidos por serem da SUTAP. Por isso, a primeira coisa que fizeram foi querer conversar e para no diálogo poder resolver a situação e como não foram recebidos. 

Aos trabalhadores tomaram medidas contundentes em relação às empresas Exologística e Exolgan, colocando os terminais fora e dentro do porto, a partir das 6 da manhã até 8 da manhã em uma bolha.

Em apoio ao movimento social ocorreram assembleias e bloqueios em Tucumán, Santiago del Estero, Córdoba, Santa Fe, Entre Ríos, Chacabuco, Tres Arroyos, Carlos Casares.

Demostrando que os trabalhadores estão em alerta e se mobilizando para exigir o pagamento da taxa correspondente desde fevereiro. 

Tentamos falar com as empresas de grãos por mais de 20 dias porque o setor de transporte foi severamente atingido pelas tarifas. Até agora, os caminhões foram carregados com as taxas do ano passado menos 40%”.

Os transportadores não irão carregar grãos até que seja paga a "taxa cheia" correspondente ao mês de fevereiro. Se isso não for cumprido nos próximos dias, sairemos em greve e não permitiremos a entrada de nenhum caminhão de fora que possa representar uma concorrência desleal para os caminhoneiros da província.



22 de mai. de 2021

Vacinação urgente para de trabalhadores marítimos e portuários

Devido à escassez de bom senso e a falta de procedimentos sanitários nas fronteiras da Argentina e do Brasil seus trabalhadores estão tomando medidas contundentes exigindo condições de saúde traduzidas no direito a vacinação.

Para exigir a vacinação dos trabalhadores do transporte fluvial, a Federação da Indústria Marítima, Portuária e Naval da República Argentina (FEMPINRA) fez uma cruzada de braços em todos os portos argentinos por 24 horas, já no brasil será somente os portos não vacinados. Vale ressaltar que este movimento social não vai contar com os colaboradores portuários, pois, são proibidos de participarem de eventos que fortalecem os sindicatos pelos gestores portuários. Os portos de Maceió e Itaqui que já vacinaram seus trabalhadores portuários.

Os trabalhadores criticaram que, apesar dos diálogos com as autoridades da Saúde, eles não se vacinavam e mantinham uma exposição desde o primeiro dia da pandemia, quando foram declarados trabalhadores essenciais.

Não devemos esquecer que a covid19 chega na América do Sul entrando pelos aeroportos e portos.

Mas, porque a força de braço com o Governo da argentina e do brasil para se ter o direito a imunização?

O movimento social de cruzada de braços foi realizada em conjunto com os trabalhadores que recebem os grãos, onde o sindicato URGARA pediu a medida da força.

                                             

A Federação da Indústria Marítima, Portuária e Naval informou que a greve da última quinta-feira teve total cumprimento nas diversas áreas de trabalho. A reclamação teve origem na necessidade expressa pelo setor sindical de organizar uma campanha de vacinação para os trabalhadores portuários, marítimos e navais essenciais, dado o alto índice de infecções.

No dia 10 de maio, a Argentina anunciou a descoberta de dois casos de covid-19 causados pela B.1.617, em dois menores de idade, que voltavam de uma viagem de Paris.

Como a Argentina faz fronteira com o Brasil e há um constante fluxo entre os dois países, o risco de a nova versão do vírus passa a fronteira dos dois países.

Ja no brasil ela foi diagnosticada em tripulantes do navio MV Shandong da Zhi, que chegou ao litoral maranhense veio com a covid indiana.

A descoberta da variante B.1.617 não é exatamente uma novidade: os primeiros relatos dessa nova versão do coronavírus foram publicados ainda em outubro de 2020.

Mais recentemente, porém, o interesse e a preocupação relacionada a essa linhagem aumentou consideravelmente.

Nas últimas semanas, a cepa também foi detectada em outros 54 países de todos os seis continentes.

No Reino Unido, a subida vertiginosa de pacientes infectados com a B.1.617 fez acontecer uma mudança radical em seu plano de imunização. Os trabalhadores aeroviários, ferroviários, portuários e motoristas de caminhões foram as pressas chamados a serem vacinados.

 A cada dia que passa no Brasil as provas da necessidade urgentíssima desse segmento ser imunizado e demostrado na mídia.

"Essas mutações virais estão surgindo em cidades em que há o relaxamento das medidas de proteção e onde se acreditava que a população já estava imunizada, seja pela infecção natural ou pela vacinação", virologista Fernando Spilki, professor da Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul.

Em nosso, região portuária foram detectadas as variantes Manaus, a P.1, como a B.1.1.7 (Reino Unido) e a B.1.351 (África do Sul)

Mas a postura dos responsáveis pela vacinação no Brasil não esta envergando ou cedendo as demonstrações (cientificas), ou mesmo pelo procedimento de imunização de outras 91 cidades portuárias nos 6 continentes. No estado do maior porto do Brasil e do mais movimentado aeroporto internacional da América do Sul, os responsáveis pelo plano são Paulo de vacinação tiveram  a falta de responsabilidade social de não receber os representantes dos trabalhadores portuários que solicitavam a imunização.

6 de abr. de 2021

Tripulações cruzam os braços por vacina.

 Começa a greve da Marinha Mercante: exigem vacinar seus trabalhadores contra o coronavírus. Do Centro de Capitães e Oficiais da Marinha Mercante pedem que o pessoal embarcado dentro dos grupos de trabalhadores essenciais seja levado com prioridade para vacinação. Os práticos serão os primeiros a cruzarem os braços seguidos  de perto dos trabalhadores de rebocadores.

A tensão da tripulação marítima - marinheiros, pilotos, capitães - na ausência de respostas do Ministério da Saúde da Nação quanto à inclusão dos marinheiros na lista do pessoal estratégico com prioridade para vacinação atingiu seu pico máximo nas últimas horas. A inação do governo levou à paralisação progressiva da atividade.

"O ministro Vizzotti escolheu o pior caminho, o do silêncio." Em diálogo com o Infobae um dos referentes do pessoal embarcado sintetiza o papel de quem opera as embarcações da Marinha Mercante e pesca em tempos de crise e acrescenta

“Não estamos exigindo nada inoportuno ou estranho. Há um ano, o Estado Nacional declarou marinheiros, pilotos e pescadores como trabalhadores essenciais. Fomos excluídos do direito de permanecer em nossas casas porque o transporte de mercadorias, suprimentos e combustível é essencial para garantir o funcionamento do país. Aceitamos isso sem levantar objeções, uma vez que sempre assumimos que nossa atividade é altamente estratégica. Assim como quase mil marinheiros mercantes foram para a guerra das Malvinas, nesta batalha não podíamos estar ausentes ”.

Em uma primeira fase, os navios de carga seca não serão afetados, mas a cessação do transporte de combustível causará danos significativos

Em uma primeira fase, os navios de carga seca não serão afetados, mas a cessação do transporte de combustível causará danos significativos

“Agora temos a tão esperada vacina e vemos com preocupação que enquanto se estabelecem critérios diferenciais de vacinação para diferentes setores da atividade estratégica do país e enquanto se fala em“ vacinação VIP ”para pessoas que não estão sujeitas a riscos extraordinários, os o sector dos transportes em geral e o sector marítimo, fluvial e das pescas em particular não foram - literalmente - tidos em consideração. Todos os dias, um piloto embarca em um navio das partes mais remotas do mundo armado com equipamento de proteção individual básico, mas por horas e em alguns casos dias ele é forçado a compartilhar um espaço fechado com estranhos e a compartilhar instalações sanitárias em um contexto que é nem sempre em condições sanitárias adequadas ”, concluiu a fonte.

Diversos sindicatos marítimos levaram ao Ministério dos Transportes - com base em recomendação emanada de nada menos que a IMO (Organização Marítima Internacional) em conjunto com outras agências dependentes da ONU - a necessidade de gerar um plano de vacinação segundo o risco profissional a que os marítimos estão expostos. A medida foi rapidamente aceita pelos funcionários dependentes do ministro Mário Meoni e o próprio ministério gerou um arquivo oficial eletrônico que sob o número EX-2021-20353166- -APN-JST # MTR dá direito à proposta sindical e recomenda ao Ministério da Saúde proceda de acordo. Nem a Ministra Vizzotti nem qualquer um dos funcionários que se reportam a ela enfrentaram o desafio até agora e as reações estão começando a florescer.

Durante a manhã de terça-feira, 6 de abril, o Centro de Capitães começou a notificar diferentes companhias marítimas sobre o seguinte:

“MEDIDAS DE FORÇA NA REIVINDICAÇÃO DE VACINAÇÃO DE PESSOAL EMBARQUE: Até o momento, nenhuma resposta oficial à nossa reivindicação foi recebida.

Consequentemente, somos forçados a tomar medidas de ação industrial em apoio ao nosso pedido mais do que razoável e justo. Eles terão início na próxima quinta-feira, das 8h às 00h00, e envolverão, inicialmente, apenas os navios de transporte de hidrocarbonetos.

Solicita-se aos Capitães destes navios que comuniquem esta diretriz aos armadores o mais rapidamente possível e que nos enviem as informações sobre as respetivas situações operacionais previstas para quarta-feira, dia 7 do corrente mês, às 21h00.

“A cessação progressiva das atividades antecipa uma paralisação gradual do tráfico de mercadorias que afetará gravemente a cadeia logística a nível nacional. O facto de começar por parar os navios que transportam hidrocarbonetos é uma complicação adicional, não são muitos os dias em que refinarias e centrais térmicas podem ficar sem a sua matéria-prima (petróleo e derivados) sem que as consequências se façam sentir. Imaginemos uma usina como a Costanera Norte tendo que ser paralisada por falta de combustível para alimentar os geradores de eletricidade ”



A mesma fonte expressa. “Os empresários em geral concordam que o pessoal de navegação e principalmente os pilotos e pilotos que conduzem navios estrangeiros pelos canais de navegação até a atracação nos diferentes portos têm alguma prioridade na vacinação que a autoridade sanitária deve estabelecer com clareza. Não é concebível que, diante de uma abordagem lógica, esse pessoal não receba uma resposta. Mas a greve obviamente vai causar danos significativos ao país ”.

Há poucos dias, o dirigente caminhoneiro Hugo Moyano, manteve um encontro reservado com o presidente Alberto Fernández durante o qual exigiu em nome de Juan Carlos Schmid (chefe da Confederação Argentina dos Trabalhadores em Transportes) que se prestasse a devida atenção à situação de saúde daqueles trabalhadores que são forçados por sua profissão ou comércio a se deslocarem nacional ou internacionalmente, estando altamente expostos ao COVID-19. Embora o primeiro presidente pareça entender a proposta, até agora não houve nenhum pronunciamento oficial.

Se tudo correr conforme o planejado, o grosso das guildas marítimas e fluviais restantes se juntará à medida adotada pelos capitães do ultramar.

Em meio a essa situação, enquanto a pasta de transporte expressa surpresa com a quietude do Ministro Vizzotti a esse respeito, as árduas tentativas de obter alguma precisão da porta-voz da autoridade de saúde não tiveram sucesso.

https://www.infobae.com/sociedad/2021/04/06/comenzo-el-paro-de-la-marina-mercante-reclaman-vacunar-a-sus-trabajadores-contra-el-coronavirus/?utm_medium=Echobox&utm_source=Twitter#Echobox=1617725614

29 de dez. de 2020

Puertos parados na Argentina

 Centenas de navios ancorados devido um movimento social dos trabalhadores nos portos Argentinos.

Um movimento social trabalhista iniciado há 20 dias por três sindicatos paraliso, a atividade em 22 terminais de carga, os embarques e desembarques, onde mais de cem navios estão ancorados enquanto aguardam a resolução da disputa social.

O movimento social conta com a participação de cerca de 12.000 trabalhadores, que começou no dia 9 de dezembro, também afetou as atividades nas fábricas de óleo depois que as negociações com os patrões estagnaram.

Mas, porque acontece o "fracasso das negociações com os sindicatos". Um dos motivos e que o contrato coletivo venceu ha mais de 5 meses, apesar de já ter ocorrido duas reuniões de conciliação com a participação do Ministério do Trabalho. Num pais onde a inflação foi de 53,8% no ano passado e acumulou 30,9 neste ano até novembro, quando foram divulgadas as últimas estatísticas. A proposta empresarial foi recusada que era um bônus anual: para quem trabalhava, o salário de 2019 seria atualizado pela diretriz salarial (35%). Para os que não trabalharam, é atualizado em 80% do valor mencionado e um bônus de pandemia (único, não remunerativo) de R $ 60 mil em parcelas mensais.

 A contra proposta dos sindicatos foi um bônus de US $ 70 mil e outro pela pandemia de US $ 100 mil além do reajuste salarial de 40%. No entendimento dos trabalhadores.

Nós rejeitamos. Pedimos um salário de US $ 93.000 desde janeiro e estão oferecendo-o escalonado só disponível a partir de julho de 2021.

As empresas querem dar-nos um aumento que é um ajustamento, querem baixar o nosso salário ao acompanhar a inflação mês a mês, mas com o salário de abril, o que implica redução salarial.

A nova proposta apresentada pelo setor privado consistia em um aumento de 35% para este ano e uma atualização com base no índice de custo de vida Indec para 2021 e um salário adicional e este ano um bônus de US $ 70.000 para os trabalhadores que trabalharam diariamente durante a pandemia do corona vírus.

No que lhe concerne, os sindicatos ratificaram a concessão do bônus pela pandemia de 130 mil pesos; aumento salarial de 10% no fechamento das joint ventures neste ano. Aumento de 35% no bônus anual para todos os trabalhadores; sem desconto por dias parados, aumento salarial de 25% a partir de 1º de janeiro, com cláusula de retroatividade em agosto.

O movimento social, focado em uma reivindicação de dignidade salarial continua de pé. Mesmo com os empresários reclamando por perdas diárias de cerca de 100 milhões de dólares. Estima-se que existam 173 navios que aguardam para carregar cerca de 4,7 milhões de toneladas de grãos, óleo e farelo de soja, por mais de 2 bilhões de dólares.

Até agora, o movimento social trabalhista de cruzamento de braço e posto em pratica em 22 terminais portuários localizados em Quequén, Bahía Blanca, San Lorenzo, Puerto General San Martín, Arroyo Seco, Rosário, General Lagos, Villa Constitución, Zarate, San Nicolás, Ramallo e Timbúes, exceto em alguns casos específicos.