ESTIVADOR É DETIDO ILEGALMENTE POR GUARDAS PORTUÁRIOS
A guarda portuária tem entre suas prerrogativas o chamado
“monopólio do uso da força” para garantir a ordem social. A ideia de que esse
monopólio garante a segurança na beira do cais e uma prerrogativa utilizada
para que o pacto social não seja quebrado para controlar a sociedade do
trabalho portuário. Mas isto e valido por falta de EPI.
Por falta de um Equipamento de Proteção Individual (EPI), um
estivador foi detido no local de trabalho, a bordo do navio. A ação desastrosa
da guarda portuária foi registrada por vários trabalhadores. O fato ocorreu na
quarta-feira (09), durante a madrugada, no Porto de São Francisco, Santa
Catarina, ocasionando em paralisação da operação portuária.
A guarda portuária não necessariamente precisa investir
fisicamente contra os estivadores, para
obrigá-los a cumprir normas. No entanto, o uso abusivo dessa força,
principalmente a bordo de uma embarcação, em estrito cumprimento do dever
legal”.
Na prática, o argumento acima utilizado como procedimento
padrão busca “aliviar a tensão”, mas pelo contrário colocou fogo no parquinho.
A administração portuária emitiu nota, confira:
A direção do Porto de São Francisco do Sul lamenta o
incidente ocorrido na noite desta quarta-feira, 9, entre um trabalhador
portuário e membros da Guarda Portuária, envolvendo o uso do Equipamento de
Proteção Individual (EPI) dentro de um navio atracado no TESC, e que resultou
no translado do estivador à Delegacia de Polícia de São Francisco do Sul, onde
os implicados prestaram depoimento e foram liberados. No início da manhã desta
quinta-feira, 10, houve uma reunião entre a direção do Porto e representantes
do Sindicato dos Arrumadores e Sindicato dos Estivadores, quando foi combinado
que haverá um reforço na orientação para o uso adequado de EPIs nas diferentes
áreas do Porto, bem como quanto aos procedimentos adotados pela Guarda
Portuária. Ao mesmo tempo, a direção do Porto determinou a abertura de uma
Sindicância Investigativa Interna para apurar o ocorrido, à luz das normas que
regem a conduta funcional dos servidores do Porto de São Francisco do Sul. A
sindicância tem prazo de até 30 dias para emitir as conclusões e será composta
por uma comissão de três servidores do Porto. Após paralisação dos trabalhos
portuários na carga e descarga de mercadorias durante a madrugada, as
atividades no Porto foram retomadas às 7h, desta quinta-feira, 10.
Com a palavra.
M. Com a estiva é assim.....mexe com um mexe com todos....
L. Ele tem que chamar o técnico de segurança do trabalho do
OGMO e mandar cortar o cara do trabalho e depois o cara vai sofrer as sanções
respectivamente que estão pactuadas em acordo coletivo de trabalho guarda
portuário não pode subir a bordo de navio não é competência dela e nem
atribuição dela cuidar de uso de epi a bordo de navio.
V. Todos falando e ninguém para dizer q ñ foram todos os
guardas portuários. Mais aqueles que estavam de plantão no momento.
D. Isso não eh! Nada exigiram o capacete e os próprios
subiram sem capacete e ainda subiram na caminhonete atrás da caçamba e exigem
segurança só eles não precisam.
M. A. Senti inveja agora dos estivadores! Que bonito todos
unidos como irmãos! Até parece os trabalhadores da prefeitura kkkkkk parabéns
aos trabalhadores da estiva!
Quando as ações ultrapassam essa barreira, em vez de cumprir
o papel legal de defender a sociedade portuária, ataca-a. É preciso ter a real
necessidade de rever as práticas, procedimentos e entendimentos na formação e
requalificação para a segurança portuária.
No ano de 2020 os cursos para os trabalhadores portuários dos portos da região Sul do Brasil foram agraciados os portos de Antonina 1 curso em 3 turmas com 90 vagas e Paranaguá 3 cursos em 18 turmas com 180 vagas para o estado do Parana. Nos portos de Imbituba 1 curso em 2 turmas com 20 vagas ,Itajaí 4 cursos em 5 turmas com 80 vagas , São Francisco do Sul 3 cursos com 30 vagas e do Programa de Desenvolvimento Portuário porto de Itajaí 9 cursos em 10 turmas com 150 vagas e Navegantes 13 cursos em 20 turmas com 435 vagas para o estado de Santa Catarina . Nos portos de Porto Alegre 2 cursos com 60 vagas e Rio Grande 5 cursos em 7 turmas com 70 vagas para o estado do Rio Grande do Sul .
Antonina Cursos CE-NR35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 03 turmas com 90 vagas Imbituba Cursos COGB Operação de Guindaste de Bordo 2 turmas com 20 vagas Itajaí Cursos CAPTP Profissional do Trabalhador Portuário 01 turma com 20 vagas CESSTP Especial em Segurança e Saúde no Trabalho Portuário 02 turmas com 40 vagas COGM Operação de Guindastes Móveis Sobre Pneus 1 turma com 10 vagas COP Operação de Portêiner 01 turma com 10 vagas Paranaguá Cursos COVL Operação de Veículos Leves 06 turmas com 60 vagas CAOGB Operação com Guindaste de Bordo 06 turmas com 60 vagas CAOPC Operação com Pá Carregadeira 06 turmas com 60 vagas Porto Alegre Cursos CAAET Aperfeiçoamento em Arrumação de Carga e Estivagem Técnica 1 turma com 30 vagas CE NR-35 Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 1 turma com 30 vagas Rio Grande Cursos CBIT Básico de Inglês Técnico 03 turmas com 30 vagas CESSTP Especial em Segurança e Saúde no Trabalho Portuário 1 turma com 10 vagas COVL Operação de Veículos Leves 01 turma com 10 vagas CSMC Sinalização para Movimentação de Carga 01 turma com 10 vagas CTE Técnicas de Ensino 01 turmas com 10 vagas São Francisco do Sul Cursos COCMH Operação de Cavalos Mecânico e Hidráulico 01 turma com 10 vagas COEGP Operação de Empilhadeira de Grande Porte 01 turma com 10 vagas COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte 01 turma com 10 vagas Os cursos do Programa de Desenvolvimento do Trabalho Portuário (PDP) projeto da Organização Internacional do Trabalho - OIT, fruto da Convenção 137 , cuja filosofia é o aperfeiçoamento da mão-de-obra que presta serviço nas funções de trabalho portuário em terminais de contêineres. Itajaí - APM Terminals Módulos C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 02 turmas com 30 vagas C1.2 Operações de Carga e Descarga do Navio de Contêiner 01 turma com 15 vagas C1.5 Operação de Recepção / Entrega no Terminal de Contêiner 01 turma com 15 vagas C1.6 Operações da Estação de Estufagem / Desestufagem de Contêiner 01 turma com 15 vagas C2.2 Plano de Carga de Navio Porta-Contêiner 01 turma com 15 vagas C3.3 Inspeção de Contêiner 01 turma com 15 vagas C4.1 Trabalho com Segurança nos Terminais de Contêiner 01 turma com 15 vagas C6.1 O Terminal de Contêiner e o Comércio Internacional 01 turma com 15 vagas P3.1 Manuseando Cargas Perigosas nos Portos 01 turma com 15 vagas Navegantes Módulos C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 05 turmas com 130 vagas C1.2 Operações de Carga e Descarga do Navio de Contêiner 01 turma com 20 vagas C1.4 Operação no Pátio de Contêiner 01 turma com 20 vagas C1.5 Operação de Recepção / Entrega no Terminal de Contêiner 01 turma 20 vagas C1.6 Operações da Estação de Estufagem / Desestufagem de Contêiner 01 turma com 20 vagas C2.1 Construção do Navio Porta Contêiner 01 turma com 20 vagas C2.2 Plano de Carga de Navio Porta-Contêiner 02 turmas com 40 vagas C3.1 Construção do Contêiner 01 turma com 20 vagas C3.2 Numeração e Marcação de Contêiner 01 turma com 20 vagas C4.1 Trabalho com Segurança nos Terminais de Contêiner 01 turma com 20 vagas C6.1 O Terminal de Contêiner e o Comércio Internacional 01 turma com 20 vagas C6.2 Medindo o Desempenho do Terminal de Contêiner 01 turma com 20 vagas P3.1 Manuseando Cargas Perigosas nos Portos 03 turmas com 65 vagas Agora os trabalhadores estão na expectativa de não serem realizados cortes ou contingenciamento de verbas que venham a contribuir com prejuízo social para os trabalhadores portuários dos portos organizados ,pertencentes ao quadro do Ogmo . O Programa do Ensino Profissional Marítimo para Portuários, destina-se à habilitação/qualificação de pessoal para o exercício das atividades nas funções de capatazia, conferência de carga, conserto de cargas,estiva, vigilância de embarcações e bloco no portos brasileiros .
Fim da autarquia do Porto de São Francisco é aprovada por 27 votos a 7 Por 27 votos a 7, os deputados estaduais aprovaram , na sessão desta terça-feira (5), o Projeto de Lei Complementar (PLC) 13/2017, de autoria do Poder Executivo, que extingue a autarquia estadual responsável pela administração do Porto de São Francisco do Sul, no Norte de Santa Catarina. A votação da matéria foi marcada pelos debates sobre a destinação dos recursos que estão no caixa da autarquia, que ultrapassam R$ 100 milhões. Com a aprovação do projeto, o porto de São Francisco passará a ser administrado por uma sociedade de propósito específico (SPE), que será criada na Junta Comercial do Estado e será subsidiária da SCPar, atualmente responsável pela administração do Porto de Imbituba, no Sul do estado. A medida é necessária para que o Executivo cumpra sua parte no acordo de delegação para a administração e exploração do porto, celebrado com a União em 2011.
Conforme o projeto aprovado, os servidores efetivos da autarquia serão transferidos para a Secretaria de Estado da Infraestrutura e posteriormente cedidos à SPE que será criada para gerir o porto de São Francisco do Sul. Os cargos efetivos vagos serão extintos, assim como os comissionados. O PLC 13/2017 recebeu 11 emendas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Seis delas foram mantidas na Comissão de Finanças e Tributação. Elas tratam principalmente de questões referentes aos servidores da autarquia, como a possibilidade de convocação dos agentes de guarda portuário aprovados no concurso realizado em 2014 e o direito do servidor efetivo de optar por permanecer na futura SPE ou em outro órgão da administração estadual, caso esteja cedido ou à disposição. A matéria deveria ter passado pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, mas foi avocada pelo presidente da Assembleia, deputado Silvio Dreveck (PP), para ser votada já nesta terça, pois está em tramitação na Alesc desde abril deste ano. Debates Na votação em Plenário, os autores das emendas rejeitadas na Comissão de Finanças as reapresentaram. O deputado Darci de Matos (PSD) defendeu a aprovação de emenda de sua autoria que equiparava os salários pagos aos servidores do Porto de Imbituba aos salários de São Francisco do Sul. Segundo o parlamentar, há discrepâncias entre os vencimentos.
“Um gerente em Imbituba ganha R$ 8,9 mil, enquanto em São Francisco o mesmo cargo paga R$ 2,3 mil. A emenda quer corrigir essa injustiça”, disse. O destaque foi rejeitado por 13 votos a 22. Os deputados contrários justificaram que a medida é inconstitucional, já que cabe ao Poder Executivo exclusivamente decidir sobre salários de seus servidores. Já o deputado Kennedy Nunes (PSD) reapresentou emendas que, entre outros pontos, determinavam a permanência dos recursos da autarquia para investimentos na futura SPE. Pelo texto do PLC 13/2017, o dinheiro da autarquia, com a extinção, irá para o caixa geral do governo, que poderá gastá-lo da forma que quiser.
Kennedy afirmou que sua emenda obedece determinação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). “O dinheiro do porto tem que ficar no porto. Não se trata de ser governo ou oposição, mas apenas de legalidade, de garantir que os recursos sejam investidos no porto”, disse. O assunto dividiu os deputados. Relator da matéria na Comissão de Finanças, o deputado Marcos Vieira (PSDB) defendeu que o dinheiro vá para o caixa do governo. “Quem criou a autarquia foi o governo catarinense. Se ela é extinta, esse dinheiro deve voltar para quem a criou”, afirmou. Milton Hobus (PSD) considerou que os recursos da autarquia vão ajudar o governo estadual a enfrentar a crise econômica que comprometeu a arrecadação. “É desumano ver gente morrendo nas filas dos hospitais e deixar o dinheiro parado, à espera da SPE. O Estado não se resume a um porto”, considerou. As emendas de Kennedy Nunes foram rejeitadas também por 13 votos a 22. O PLC 13/2017 foi aprovado em dois turnos, por 27 votos a 7. Votaram contra a bancada do PT e os deputados Antonio Aguiar (PMDB) e Fernando Coruja (PMDB). O projeto segue, agora, para votação da Redação Final, ainda nesta semana, e depois para a sanção do governador Raimundo Colombo (PSD).
Apos a noticia os trabalhadores portuários do porto de São Francisco do Sul cruzaram os braços .Muito se escuta e se vê na mídia do procedimento operacional dos políticos ,isto sim a grande preocupação . E na realidade e o jeitinho brasileiro o grande zinabre dos portos .
O Porto Brasil Sul (PBS) é uma iniciativa da WorldPort, empresa especializada em projetos de infraestrutura de transporte de cargas. Será instalado na Ponta do Sumidouro, localizada na saída da Baía da Babitonga, praia do FORTE, São Francisco do Sul (SC).Sera construído em uma área de 146 Hectares , na saída do canal de acesso ao porto de São Francisco do Sul. Tera 1,2 MILHÃO de metros quadrados de área destinada aos terminais ,setores comuns e centro administrativo .Será um dos primeiros portos verdes da América Latina.Quando estiver em operação, o porto vai gerar 3 mil empregos, com prioridade para a população de São Francisco do Sul.
O PBS será multicargas, dispondo de sete terminais e oito berços de atracação. O projeto foi desenvolvido como um porto concentrador de cargas e de linhas de navegação, buscando solucionar o gargalo logístico das regiões Sul e Sudeste, tornando-as ainda mais competitivas nos mercados interno e externo.O PBS terá capacidade para receber, em médio prazo e após as obras de adequação do canal de acesso, os navios da classe post panamax, as maiores embarcações de carga do mundo, com até 15 mil TEUs e 220 mil toneladas.
A estimativa e que as obras tenham inicio tão logo receba a autorização das autoridades ambientais .A primeira etapa deve ser entregue em meados de 2021 .
Um lado positivo e um grande diferencial ate mesmo sendo contrario ao modelo seguido pela camará do conteiner do porto de Santos .
A Worldport ja assinou um acordo prévio para a utilização da mão de obra dos Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs) no novo empreendimento que será construído na região do Sumidouro.
“É um passo enorme, fruto de meses de negociações com os colegas presidentes dos sindicados dos trabalhadores. Sinto-me confiante e muito confortável em dizer que agora estamos progredindo para um modelo muito similar ao usado pelos terminais de uso privativo em Vitória, no Espírito Santo, referência nacional”, comenta Marcus Barbosa, diretor do Porto Brasil Sul.
Em agosto esteve em São Francisco do Sul o presidente do Sindicato dos Estivadores de Vitória, José Adilson Pereira. Ele apresentou o modelo aos presidentes dos sindicados dos trabalhadores de São Francisco do Sul e aos empreendedores da Worldport. “Foi importante conhecer como funciona na prática. Em outubro, devemos ir até Vitória para ver como funciona in loco”, detalha Marcus.
O acordo foi assinado pelo presidente do Sindicado dos Estivadores, Vander Luiz da Silva; pelo presidente do Sindicato dos Arrumadores, Maurício Minelli; e pelo presidente do Sindicato dos Conferentes, Maicon Maciel. E por Marcus Barbosa, representando os sócios. “É fruto de muita negociação, aprendizado e respeito mútuo. Ficamos muito satisfeitos em contar com os qualificados TPAs em nosso empreendimento”, avalia.Segundo o acordo, o Porto Brasil Sul, já no início das atividades requisitará mão de obra, na modalidade avulsa, para exercício das funções afeitas a cada categoria profissional representada pelos sindicatos. Há garantia que todas as negociações sejam conduzidas sempre com os sindicatos profissionais. Será observado um modelo de requisição sem a interveniência do Órgão de Gestão de Mão de Obra – OGMO.
Para Marcus Barbosa, esta é mais uma prova concreta do compromisso social do Porto Brasil Sul com a cidade de São Francisco do Sul. “Sempre batemos na mesma tecla. São 3 mil empregos diretos e queremos que eles sejam preenchidos por pessoas daqui, que são os mais qualificados para um projeto destes”, comenta.
Cursos para ostrabalhadores portuáriospertencentes aos
quadro dosOgmos e aos que não pertencem ao quadro dosOgmosdos portosdo estado de Santa Catarina
Curso para oOgmo doPortode Imbituba
CAOGB Atualização na
Operação em Guindastes de Bordo 2 turmas com 40 vagas de 23/02/2017 a 22/03/2017
e de 20/02/2017 a 20/03/2017 .
CBVP Básico de Vigilância Portuária 20/02/2017 20/03/2017 com
20 vagas
COCP Operação com
Cargas Perigosas 04/09/2017 14/09/2017 com 20 vagas
Cursos para oOgmodoportode Itajaí
9 cursos em 15 turmas com 200 vagas
CAOEGP Atualização em
Operação de Empilhadeira de Grande Porte3 turmas com 30 vagas 17/05/2017 a 07/06/2017
, 17/05/2017 a 07/06/2017 e de 24/07/2017 a 11/08/2017 .
CBVP Básico de
Vigilância Portuária 26/06/2017 04/07/2017 20
CE-NR35 de Segurança e Saúde no Trabalho em Altura 2 turmas
com 40 vagas 10/04/2017 a 12/04/2017 e 17/04/2017 a 19/04/2017
COCP Operação com Cargas Perigosas 10/07/2017 19/07/2017 20
COEGP 2 turmas com 20 vagas 10/04/2017 a 11/05/2017 e
10/04/2017 a 11/05/2017
COEPP Operação de Empilhadeira de Pequeno Porte 20/09/2017
18/10/2017 10 vagas
COGM Operação de Guindastes Móveis sobre Pneus 2 turmas com 20 vagas 01/06/2017 19/07/2017 10
COGM/02 01/06/2017 19/07/2017
COP Operação de Portêiner 2 turmas com 20 vagas 31/07/2017 a 14/09/2017 e
31/07/2017 a 14/09/2017
CTE Técnica de
Ensino 10/04/2017 05/05/2017 20 vagas
Cursos para o Ogmodo portoSão Francisco do Sul
COVL Operação de Veículos Leves 4 turmas com 40 vagas
06/03/2017 a 24/03/2017 , 06/03/2017 a 24/03/2017 ,06/03/2017 a 24/03/2017 e de
27/03/2017 a 17/04/2017
COSL Operação com
Shiploader 4 turmas com 40 vagas 18/04/2017 a 22/05/2017 , 18/04/2017 a 22/05/2017
,18/04/2017 a 22/05/2017 e de 18/04/2017
22/05/2017 .
Programa de Desenvolvimento do TrabalhoPortuárioPDP ,
Projeto daOrganização Internacional do Trabalho - OIT, com
o governo federal da Holanda e três universidades europeias, cuja filosofia é o
aperfeiçoamento damão-de-obrados terminais de contêineres. A Diretoria dePortos e Costas, representante da autoridade marítima brasileira, assinou um
Memorando de Entendimento com aOITa fim de implementar e gerenciar o Programa
de Desenvolvimento do TrabalhoPortuárioPDPno País, para estabelecer
esquemas detreinamentoefetivos e sistemáticos, projetados paramelhorar o
desempenho do manuseio de carga, das condições e práticas de trabalho,
segurança, eficiência e bem estar dostrabalhadores portuáriosdos terminais de
contêiner.
Com o objetivo de aprimorar amão-de-obraempregada nos
terminais de contêineres e equalizar os procedimentos operacionais entre os
diferentesportos.
ITAJAÍ 7 cursos em 8 turmas com 120 vagas
APM
C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 31/07/2017 a 08/08/2017
15 vagas
C1.4 Operação no Pátio de Contêiner 02/05/2017 a 12/05/2017
15 vagas
C1.6 Operações da Estação de Estufagem / Desestufagem de
Contêiner 06/03/2017 a 15/03/2017 15
vagas
C2.2 Plano de Carga de Navio Porta-Contêiner 04/09/2017 a 13/09/2017 15 vagas
C2.4 Programa de
Trabalho do Terminal de Contêiner 2 turmas com 30 vagas 03/04/2017 a 13/04/2017
e 02/10/2017 a 13/10/2017
C3.4 Estufagem de Mercadorias em Contêiner: Planejamento 03/07/2017
07/07/2017 15 vagas
C6.1 O Terminal de
Contêiner e o Comércio Internacional 05/06/2017 13/06/2017 15 vagas
Portode Itapoá 1 curso em 4 turmas com 120 vagas
C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 4 turmas com 120
vagas
Terminal de Navegantes 11 cursos em 24 turmas com 520 vagas
C1.1 Operações do Terminal de Contêiner 5 turmas com 105
vagas 15/04/2017 a 06/05/2017 , 08/05/2017 a 16/05/2017 , 24/07/2017 a 01/08/2017
, 25/09/2017 a 02/10/2017 e de 20/11/2017 a 28/11/2017
C1.2 Operações de Carga e Descarga do Navio de
Contêiner 22/05/2017 a 01/06/2017 20 vagas
C1.5 Operação de Recepção / Entrega no Terminal de
Contêiner 28/08/2017 a 06/09/2017 20 vagas
C1.6 Operações da Estação de Estufagem / Desestufagem de
Contêiner02/10/2017 a 11/10/2017 20 vagas.
C2.1 Construção do Navio Porta Contêiner 11/09/2017 a 19/09/2017
20 vagas.
C2.2 Plano de Carga de Navio Porta-Contêiner 07/08/2017 a
14/08/2017 20 vagas.
C3.1 Construção do
Contêiner 26/06/2017 a 30/06/2017 20 vagas.
C3.2 Numeração e Marcação de Contêiner 17/04/2017 a 20/04/2017
20 vagas.
C4.1 Trabalho com Segurança nos Terminais de Contêiner 2
turmas com 40 vagas 19/06/2017 a 28/06/2017 e de 06/11/2017 a 16/11/2017 .
C6.1 O Terminal de Contêiner e o Comércio Internacional 2
turmas com 20 vagas 03/07/2017 a 11/07/2017 e de 23/10/2017 a 31/10/2017 .
P3.1 Manuseando Cargas Perigosas nos Portos 7 turmas com
175 vagas 24/04/2017 a 28/04/2017 , 02/05/2017 a 05/05/2017 , 05/06/2017 a 08/06/2017
, 17/07/2017 a 20/07/2017 , 14/08/2017 a 23/08/2017 , 16/10/2017 a 25/10/2017 e
de 04/11/2017 a 25/11/2017 .
S1.4 Supervisor do Porto: Atributos Pessoais 27/11/2017 a 01/12/2017
20 vagas
PREPOM-Portuários/2017 do Programa doENSINO Profissional
Marítimo daDiretoria dePORTOSe
costasdo Departamento deEnsinodePortuários
para emprego pelos Órgãos Central e de Execução
do Sistema de EnsinoProfissional Marítimo e usuários
da ComunidadePortuária, o Programa doEnsinoProfissional Marítimo, para o ano de 2016 (PREPOM-Portuários/2016).
Wilson
Pereira de Lima Filho Vice Almirante
RIO DE JANEIRO, RJ. Em 28 de janeiro de 2016.
Distribuição dos Cursos
PortosCatarinenses
Portode IMBITUBA 2 cursos com 20 vagas
COCMHOperação
de Cavalos Mecânico / Hidráulico 01 turma
de 23/05/2016 14/06/2016 com 10 vagas
COEPP/01 turma de18/07/2016 12/08/2016 com 10 vagas
Porto de ITAJAÍ 13 cursos com 180 vagas
CE NR-35Especial de Segurança e Saúde no Trabalho
em Altura 04 turmas com 80 vagas
COCMHOperação de Cavalos Mecânico /
Hidráulico 02 turmas com 20 vagas
COCP/Operação de Cargas Perigosas 01 turma
08/03/2016 17/03/2016 com 20 vagas
COEGPOperação de Empilhadeira de Grande Porte
02 turmas com 20 vagas
COEPPOperação de Empilhadeira de Pequeno
Porte 02 turmas com 20 vagas
COGM Operação de Guindastes Móveis sobre
Pneus 01 turma de 20/06/2016 05/08/2016 com 10 vagas
COPOperação de Portêiner 01 turma de 20/06/2016 05/08/2016 com 10 vagas
A certificação de habilitação na operação de equipamentos
por meio de exame, conforme os artigos 5.4 e 5.5 destas Normas, se dará sempre
que houver necessidade de regularizar uma situação que esteja contrariando as
normas vigentes devido à falta de profissional habilitado a operar equipamento
de movimentação de carga.
OOGMOdeverá priorizar osTPA registrados na
categoria que exercem a operação do equipamento. Para aplicação de Exame, o
OGMOinteressado deverá encaminhar ao OE, acompanhado do planejamento dos
cursos - Artigo 4.3 da NORMAM-32/DPC, uma proposta, contendo a justificativa da
necessidade de habilitação no(s) equipamento(s), quantidade de TPAque será
avaliada, o período de aplicação e os pré-requisitos que serão observados. O
acompanhamento do(s) exame(s), a certificação dos alunos e a emissão da Ordem
de Serviço obedecerão aos procedimentos adotados para os cursos do EPM.
Programação dos Exames
Portode Itajaí
COCMHOperação de Cavalos Mecânico /
Hidráulico 14 turmas com 140 vagas
Portode SÃO FRANCISCO DO SUL 4cursos com 40 vagas
COCMHOperação de Cavalos Mecânico /
Hidráulico 01 turma de 28/03/2016 18/04/2016 com 10 vagas
COEPPOperação de Empilhadeira de Pequeno Porte
01 turma de 19/04/2016 17/05/2016 com 10 vagas
COREOperação
com Retroescavadeira 01 turma de 18/05/2016 03/06/2016 com 10 vagas
COTPC Operação de Trator e de Pá Carregadeira 01 turma de
06/06/2016 01/07/2016 com 10 vagas
Em Agosto a Prefeitura de São Francisco do Sul protocolou
Projeto de Lei na Câmara de Vereadores que incentiva a contratação dosTrabalhadores PortuáriosAvulsos, TPAs.
O projeto é uma iniciativa do
prefeito Luiz Roberto de Oliveira e coordenado pelo Secretário de
Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Olivet.
Com a aprovação do projeto na Câmara de Vereadores, a alíquota do ISS no
município passará a 5%, tendo um benefício fiscal de redução de alíquota para
3% para os prestadores de serviços dos portosprivados que contratarem no
mínimo 50% damão de obradosTPAs.
“O que queremos com isso?
Valorizar a mão
de obrados pais de família de São Francisco do Sul como temos feito em vários
outros segmentos e garantir o futuro dosTPAsno Município”, destacou o
prefeito.
Atualmente, o Município cobra 2% de Imposto Sobre Serviço (ISS) sobre os
serviços portuários, é uma alíquota relativamente baixa se comparada a outros
prestadores de serviços do Município que pagam de 3% a 5% desse imposto no
Município e defasada se comparada a Paranaguá, Navegantes e Itapoá que cobram
3% ou Itajaí, cujo tributo está fixado em 5%.
A iniciativa busca criar mecanismos e políticas públicas para
proteger essestrabalhadores.
Não queremos que estes trabalhadores sofram
prejuízos com a desobrigação de utilização de um número mínimo de profissionais
que foi proposta pelo Governo Federal com a mudanças da Poligonal e
queremos que esta classe de trabalhadores e suas famílias tenham uma
perspectiva de futuro na nossa cidade pois nossa comunidade eportuáriae com mão
de obraterceirizada, que e a forma que as grandes companhias
trabalham , nosso comercio será fortemente prejudicado gerando uma
crise financeira em nossa região.
Na primeira semana de Dezembro , a Câmara Municipal aprovou
o Projeto de Lei Complementar 007/2015, que dispõe sobre o Imposto Sobre
Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN.
Apesar do projeto ser de iniciativa do poder executivo, o
texto aprovado foi oriundo de uma emenda substitutiva proposta pela Câmara.
A lei, que entrará em vigor ano que vem, prevê a redução
das alíquotas do ISS de 5% para 3% para empresas portuárias que contratarem,
para serviços de estiva, capatazia, conferência e vigilância, apenas
Trabalhadores PortuáriosAvulsos – TPA’s, e tiverem no mínimo 50% de
funcionários residentes em nossa cidade não terceirizados .
Tal benefício possui uma finalidade extrafiscal, a fim de
estimular que quaisquer empreendimentos portuárioscontratem apenasmão-de-obraavulsa e moradores locais, beneficiando diretamente os Sindicatos dos
Estivadores, dosArrumadores, dosConferenteseVigias.
Como ampliar a
participação privada sem abandonar o controle público?
Lei para distinguir
terminais públicos de privados, alegam críticos, apenas delimita área do ‘porto
organizado’e impõe licitações dentro dela
A confirmação pelo
Tribunal Regional Federal de Porto Alegre, na terça-feira 20, da liminar obtida
pela Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá, que questiona as
consultas públicas conduzidas pelaSecretaria dePortosdo governo federal (SEP)
para redefinição dos espaços público e privado naquele porto, o maior
exportador de grãos do País, foi recebida com alívio por centenas de empresas e
entidades ligadas à cadeia produtiva articulada em torno do corredor de
exportação paranaense.
Segundo a decisão
unânime da quarta turma do TRF, “revela-se adequada e necessária a apresentação
de estudos técnicos prévios, a fim de garantir a efetiva e real participação
popular nas consultas públicas destinadas à discussão acerca dos contornos da
redefinição da poligonal doporto”.
O caso é objeto de
intensas discussões e envolve a entidade e a Associação dos TerminaisPortuáriosPrivados, integrada por multinacionais como a Bunge, Cargill,
Ferrous, ThyssenKrupp, além da Samarco, Vale, Mineração Rio do
Norte e outras empresas de grande porte. AATP solicitou em setembro o ingresso
na ação dos comerciantes paranaenses como amicus curiae, figura
jurídica que admite a participação de terceiros em uma relação processual com a
finalidade de fornecer subsídios às decisões dos tribunais.
O desfecho dessa
disputa extrapolará o caso específico e afetará a normatização do uso dos
portos no País.“A grande discussão no setor, travada hoje muito claramente em
torno doporto de Paranaguá, está relacionada à alteração da chamada poligonal
do porto, que é a área do portoorganizado.
A solução dalei
12.815, de 2013, para distinguir os terminais públicos (aqueles que são
licitados e prestam serviço públicoportuário) dos terminais privados (que
prestam serviço portuário privado fora do controle do poder público) foi
delimitar uma área denominadaportoorganizado, e estabelecer que dentro dela o
regime de serviço público e os terminais têm de ser licitados, e fora dos seus
limites os terminais não precisam ser licitados e prestam serviços portuários
privados”, diz Cesar Augusto Guimarães Pereira, do escritório Justen, Pereira
Oliveira & Talamini, representante da associação de Paranaguá.
Segundo o
advogado, a questão “mexer a cerca” de lugar, um problema importante a ponto de,
na sua decisão, o TRF reforçar a necessidade de estudos técnicos prévios
“inclusive para avaliação do potencial impacto da revisão das poligonais doporto”.
A área do chamadoportoorganizadoé definida legalmente como bem público e “recortá-la para
acomodar interesses privados é comparável a aceitar a presença irregular de uma
indústria poluidora em uma área exclusivamente residencial”, diz Pereira. A seu
ver, a preferência deveria ser por ampliar a área do porto organizado, não
reduzi-la.
Mantida a condução
atual pelaSEP, se a poligonal for alterada e áreas atualmente públicas
sujeitas ao regime doportoorganizado se tornarem privadas e tiverem sua
exploração autorizada, “haverá em poucos anos a destruição do portopúblico,
como já está ocorrendo em São Francisco do Sul e Itapoá e em Itajaí e
Navegantes, em Santa Catarina”.
O resultado será
colocar toda a cadeia produtiva “nas mãos das empresas que vierem a explorar
tais terminais de uso privado, eliminando qualquer controle público efetivo e
subordinando o futuro de Paranaguá aos desejos dessas empresas”.
Indagada sobre o
assunto, a SEP afirmou que os estudos por ela própria apresentados no processo
referente à adaptação dos polígonos das áreasdos portosorganizados de
Paranaguá e Antonina “são suficientes para promover a adaptação das referidas
poligonais”.
Segundo a SEP, “todas
as áreas contidas nas atuais poligonais, se forem de propriedade pública e
estiverem sob a responsabilidade da autoridadeportuária,estão mantidas nas
propostas da Secretaria dePortos”.
A retirada de algumas
áreas das atuais poligonais se dá “por serem bens de propriedade ou sob o
domínio ou posse legal de particulares, ou dos municípios de Paranaguá e
Antonina, ou porque estão sendo utilizadas em finalidades públicas incompatíveis
com a atividade portuária, como as reservas indígenas e áreas de preservação
permanente ou de proteção ao patrimônio histórico, por exemplo”.
A oposição
explicitada nesse trecho da resposta da SEP, de reservas indígenas, áreas de
preservação permanente ou de proteção ao patrimônio histórico à atividade
portuária, não está acima de controvérsias.
Os imóveis a serem
retirados das poligonais, informa a SEP, já não são de responsabilidade da
autoridadeportuáriae não podem ser licitados pelo porto público, sob pena de
desrespeito aos direitos de propriedade, domínio ou posse legal de terceiros,
ou de descumprimento de outras leis que destinaram áreas para finalidades
públicas incompatíveis com a atividade portuária.
Para o advogado
Rafael Wallbach Schwind, do mesmo escritório de Pereira, a incerteza a respeito
do impacto da alteração das poligonais “é extremamente prejudicial aos
investidores.
Nenhum investidor
quer aplicar recursos numa região em que a poligonal poderá simplesmente ser
alterada sem nenhum critério técnico adequado, sem estudos prévios. É essencial
que haja estudos prévios a qualquer alteração das poligonais para os investidores
terem segurança para investir, seja em terminais de uso privado, seja em
arrendamentos portuários”.
Solicitada a se
manifestar sobre a decisão do TRF de Porto Alegre, a Associação dos Terminais
Portuários Privados não respondeu até o fechamento desta matéria
A grande polêmica esta, em tese,numa loucura anti
profissional .
E como se o empresário que possui terrenos ao lado doportoorganizado usa de sua influencia e junto a mídia , propaga em Brasília que se o terreno em questão ir
para oportodesorganizado haverá investimento e criação de empregos.
Mas nesse
terminal terá engenheiro sem CREA , advogado sem OAB , o duvida cruel .
Voltando
uma área que esteja fora da poligonal não é obrigada a contratar amão de obracom
cadastro e registro noOgmo.
Para falar sobre as vantagens e desvantagens da mudança
na Poligonal do Portode São Francisco do Sul, é preciso entender deporto e de
sua política de mercado .
O Governo de Santa Catarina tomou uma medida para
evitar que a nova poligonal contemplasse o terminal retro portuário da Cidasc,
administrado pelo Estado.
O impactante de passar para iniciativa privada o terminal retroportuárioda Cidasc.O terminal fatura aproximadamente R$ 25 milhões, responde por 12% da exportação de grãos do País, cerca de 7 milhões de tons.
O terminal entrar na área de arrendamento por parte do governo federal.
O Governo do Estado já pediu à Secretaria Especial dePortosda Presidência da República para deixar o terminal da Cidasc de fora da poligonal para assegurar que continue público.
A prefeitura se manifestou contrária a deixar a Cidasc do lado de fora.
Todos prestam serviço para oporto público em sistema de rodízio, a Cidasc também contrata entre 30 e 50 trabalhadorespara movimentação de mercadorias.
A proposta atual na mudança da poligonal aumenta a área
de atuação doPortode São Francisco do Sul, contemplando o seu canal de acesso
e as áreas de fundeio. Com a mudança que está sendo proposta, a retro área do
berço 101 vai para dentro do portoorganizado.
Mas tem o TGSC, com um pe dentro outro fora da poligonal.
Mas os trabalhadores estão de olho nas oportunidades de trabalho que vão surgir com o terminal de granéis (TGSC). O empreendimento, que receberá investimentos de R$ 600 milhões, deve ficar do lado de fora do traçado.
O que ganha oPortoe a cidade de São
Francisco do Sul.
Para garantir o emprego e o crescimento socioeconômico da
cidade.
Renato Gama Lobo, operadorportuárionoportode São Francisco do Sul,
assim como ostrabalhadores portuáriosavulsos, também tenho família e filhos
para criar.
Como empresário do setor, repudio a forma como se enterroualei
8.630e instalou o novo marco regulatório dos portoscriando em substituição ao
anterior, àlei 12.815/2013.
Vale lembrar que a assimetria criada com a TUP de
Itapoá, a comunidade perdeu todo o volume expressivo de contêineres noportopúblico.
Nós como empresários saímos perdedores neste processo, inclusive todo o comércio local. Não sou contra a
eficiência e produtividade, ganho de escala, mas contra a forma injusta como
foi tratado este tema dentro deste governo. Com o TGSCnão sabemos o que vamos
perder, enquanto que com Itapoá já conhecemos nossas perdas.
Muito eu avisei aostrabalhadoresavulsos dos prejuízos
que este terminal causaria à economiade
nosso município.
Lá, até uma estrada especial eles construiram para viabilizar
o porto, enquanto aqui na nossa BR-280 nada fizeram até agora.
Nós somos os
verdadeiros defensores doportopúblico, pois é de lá que sempre sai nosso
sustento, e o sustento de todas as famílias .
Se oportovai bem, a cidade vai bem, se oportovai
mal, a cidade vai mal. São Francisco do Sul é umportoque tem uma cidade, por
sua importância e relevância econômica na vida de todos nós francisquenses.
O
portoé público e deve continuar sendo público.
Estão fazendo um palanque
político da poligonal, pois se esquecem de debater os verdadeiros interesses do
povo francisquense e catarinense. Pergunto, quem investiu na Cidasc? Que
dinheiro foi lá empregado? Qual foi o seu nome na origem? Faço lembrar, Cocar
(Companhia Catarinense de Armazenamento), portanto é patrimônio de quem?; Isto
é, a Cidasc é soberania do povo catarinense,
não é justo que caia namão
de desconhecidos. Como
francisquense, legítimo empreendedor e trabalhador desta terra, defendo oportocatarinense.
Em sessão da Câmara de Vereadores de São Francisco
do Sul, vereadores e sindicalistas discutiram sobre a alteração do
traçado Poligonal da área do Portoda cidade. Vereadores e trabalhadores
Portuários, se posicionaram contra a nova poligonal.
No mesmo dia houve
uma manifestação contra essa nova demarcação do porto.Que seguiu doportoaté
a Câmara de Vereadores para chamar atenção da população, empresários locais e
políticos.
O presidente do
Sindicato dosEstivadores Vander Luiz da Silva, fez uso da palavra na Tribuna
se manifestando contra a nova poligonal e pedindo apoio a todostrabalhadores
portuáriose da população, segundo Vander, caso isso venha acontecer, mais de
600 famílias de trabalhadores portuáriosserão afetadas economicamente.
“Com esse novo modelo de poligonal as empresas não terão
obrigação de contratar mão de obra avulsa e isso irá dificultar a vida desses
trabalhadorese suas famílias”, Vander Luiz das Silva.
O presidente da casa legislativa acredita que o projeto
desnorteia os princípios dos planejamentos estratégicos de políticas estatais
sem uma perspectiva democrática. Joel se colocou a favor dostrabalhadores
portuários.
A celeuma têm mobilizado a classe política e gerado
polêmica entre os trabalhadores do setor.
Várias lideranças participaram de uma audiência em Brasília,com o ministro dosPortos, Helder Barbalho, e o secretário nacional de Políticas Portuárias, Fábio
Lavor.
O assunto está longe do fim. A expectativa de representantes sindicais
presentes é de que a definição só ocorra no ano que vem. Pela lei, as
poligonais em todo o Brasil devem ser revistas pelo presidente da República. Ainda não sabemos como funcionará a
poligonal, portanto não podemos nos posicionar a favor ou contra as mudanças.
Vamos aguardar reunião com a Cidasc. Sindicato dostrabalhadoresna movimentação de mercadorias
em SFS, Reinaldo Bertoldi
As mudanças não terão impacto econômico, apenas oficializam a
delimitação. Ostrabalhadoresaté podem ter uma vantagem pois oportopassa a
assumir a operação do corredor de exportação. Hoje isto cabe à Cidasc e ela não
utilizamão de obraavulsa para isso. Mas com oporto, será requisitada.
Presidente do Portode São Francisco do Sul, Paulo Corsi
Os sindicatos não foram ouvidos de
forma ampla sobre um tema que afeta a comunidade, deveria ter havido uma
audiência. Nós queremos que fique tudo como está, sem mudanças na poligonal.
Secretário do sindicato dosestivadoresde SFS, Sidnei Eunézio de Mira
Não podemos precisar em valores, mas
partindo da premissa de que mais de 600 trabalhadoresserão afetados e,
consequentemente, as suas famílias, podemos dizer que essa perda econômica
causada pela diminuição de postos de trabalho irá refletir na capacidade
econômica dessas famílias. A Prefeitura se posiciona contra a alteração da
poligonal que está sendo proposta, particularmente, as alterações que dizem
respeito à área da Cidasc.
Secretário municipal de desenvolvimento econômico sustentável de SFS, Paulo
Henrique Pessoa Olivet
A questão que fica e quem ganha com isso a cidade o
empresário ou das autoridadesPortuárias .