Os estudos
divulgados recentemente sobre trabalho portuário comprovam cada vez mais um
país que amarrou em seus portos a precarização. Levando à beira do cais, baixos
salários penalizando as famílias que, mais do que nunca, têm de “se virar"
para arcar com as contas do mês. Mas isto e somente a ponta do Iceberg.
A situação
ocorreu na Av. Errázuriz entre a Praça Sotomayor e a Alfândega. Uma densa
coluna de fumaça preta pôde ser vista de vários pontos de Valparaíso devido à
queima de pneus.
O que
ocasionou o corte do tráfego de veículos no local.
Quatro anos
se passaram desde as manifestações dos estivadores do Terminal Pacífico Sul
(TPS) contra a empresa portuária, que buscava obter melhores condições de
trabalho. O conflito realizado claramente devido à insegurança do emprego e a
precarização do trabalho. O evento resultou em 20 trabalhadores processados por
desordem pública e ataques à propriedade, dos quais três casos ainda estão em
vigor.
"Eles
não apenas se contentam em deixá-los sem trabalho, mas também continuam a
persegui-los. Uma atitude vingativa por parte da comunidade empresarial contra
nossos colegas", Pablo Klimpel, presidente do Sindicato dos Estivadores.
A segunda e
um alerta contra o governo em relação ao isolamento que sofreram em matéria
portuária que apelam ao Governo para cumprir os acordos firmados nas mesas de
negociação acertadas há algum tempo, isto para obter respeito social a mesa
trabalhista portuária em conjunto com os Ministros do Trabalho e Transportes, com
a Câmara Marítima e Portuária do Chile (Camport) e a Sociedade para o
Desenvolvimento da Manufatura (Sofofa), da qual foi elaborado um relatório de
que ele foi destinado a gerar nova legislação portuária, chamada de Ley Larga.
No entanto, na época não havia vontade política por parte do governo de
Sebastián Piñera para implementar a nova reforma do Código do Trabalho.
Durante a
manhã desta quinta-feira, o sindicato dos estivadores realizou uma série de
manifestações no setor portuário da cidade de Valparaíso, neste sentido, os
manifestantes instalaram barricadas incendiárias no setor da rua Blanco, no
alto da sede do sindicato.
O
representante dos estivadores também pediu ao governo que estabeleça um grupo
de trabalho para tratar de questões como pensões e questões trabalhistas em que
estão envolvidos.
Da mesma
forma, questionou a lentidão com que as reformas vêm sendo enfrentadas.
"Depois do triunfo da Rejeição, acreditamos que eles ficaram sem agenda,
que a direita assumiu a agenda", disse o dirigente.
"Esperamos
que se chegue a um acordo com este governo, mas também precisamos sentar e
conversar", acrescentou.
"Como
sindicato pedimos alerta, se isso persistir seremos obrigados a mobilizar e
paralisar os dois terminais do porto de Valparaíso T1 e T2".
O sindicato
é enfático ao mencionar que foram realizadas mesas de trabalho com Bachelet e
até com Piñera, mas com o governo bórico ainda não há sinais de diálogo,
"esperamos que esta nova Lei dos Portos seja integrada, e que nos dê
acesso a direitos fundamentais como férias, indenizações por anos de serviço,
regime de segurança social, pré e pós-natal, saúde, em geral, e muitos
outros", acrescentou.
Para já,
espera-se a convocatória do Governo para iniciar conversações sobre a situação
com os três companheiros e, da mesma forma, procurar soluções para sanar os
problemas relativos à precarização na beira do cais.
Se o filme On the Waterfront (pt Há Lodo no Cais; br Sindicato de Ladrões, en Argentina, México y Venezuela, Nido de ratas; en España, La ley del silencio ) é um filme de 1954, dirigido por Elia Kazan e estrelado por Marlon Brando, fosse regravado ou repaginado para ir às telas em 2022, qual seria o maior mau real dos portos retratado a sociedade.
Nossa um ato impensável ocorreu em um importante porto do pacífico da América latina.
Na manhã de um segunda-feira, trabalhadores de uma empresa que presta serviços externos ao Terminal Cerros de Valparaíso (TCVAL) montaram barricadas dentro do quebra-mar do Porto de Valparaíso. Chamas arderam na beira do cais com uma grande e gorda fumaça negra, vistas dos quatro cantos da cidade.
O Sindicato dos Trabalhadores Transitórios do Porto ESTIBADORES DE VALPARAÍSO, diante das ameaças da empresa do senhor Marcial Olguín, declara:
1.- Nos portos do Chile. O trabalho marítimo-portuário inclui uma série de tarefas e funções; Entre eles, os trabalhadores portuários desenvolvem a função de “Auxiliar de Embarque” ou “operador de empilhadeira”.
2.- Que a exceção até hoje era o Porto de Valparaíso, onde ditas tarefas eram realizadas pela empresa do senhor Olguín - que erroneamente se autodenomina um "grupo" - à custa do abuso e da exploração dos trabalhadores. Especificamente, por esse trabalho, que tem o valor de uma jornada normal de um trabalhador portuário, o senhor Olguín pagava 50% a menos. Tudo isso com o consentimento das empresas que operam no Porto de Valparaíso.
3.- O nosso sindicato, antes da saída da empresa TCVAL do terminal 2 do porto de Valparaíso, realizou uma negociação inédita com a OPVAL (empresa doca TCVAL) e a Empresa Portuária de Valparaíso, para garantir a estabilidade e continuidade laboral de todos os sócios que trabalham no Terminal 2. Entre as solicitações estava o pagamento da função de Auxiliar de Embarque, como turno integral do porto, e não pela metade. Queremos deixar claro que as pessoas que estavam estacionadas no local 6 do cais não são estivadores do terminal.
4.- Ressalte-se que, diante dessa conquista, o Sr. Olguín ameaçou atear fogo ao Sindicato e hoje em atitude violenta ateou fogo a máquinas portuárias, destruiu materiais de trabalho e a área de refeição do terminal, em além de apostar em pessoas com facas e armas de fogo, dentro e fora do terminal. Fatos muito graves que condenamos veementemente e pelo mesmo motivo agiremos legalmente contra ele.
5.- Estes fatos somam-se aos cometidos pelo seu filho, que agrediu 3 dos nossos associados, fatos para os quais as respectivas reclamações já foram apresentadas no Ministério Público local.
6.-Qualquer agressão a um membro do conselho de administração, aos nossos sócios ou à propriedade sindical, responsabilizamos Marcial Olguín. Estamos preocupados e impressionados pelo fato de Atílio Machiavelli, da companhia marítima, estar pronto para registrar e cobrir os acontecimentos terroristas em Olguín, quando em outras ocasiões nos acusou de "alterar a paz social"
7.- Condenamos a ação seletiva da força pública nesta ocasião, onde não há detentos, represálias ou repressão contra os que atacaram o terminal, uma vez que foram apanhados “em flagrante”. Na greve que fizemos em 2018 e nas mobilizações subsequentes, fomos vítimas de acompanhamentos, prisões, repressão, camaradas com denúncias no Ministério Público e presos, por muito menos do que este “grupo” fez. Pois aqui foram violados os códigos de segurança portuária e ninguém sofreu condenação ou represálias por isso.
Por fim, comunicamos que o Sindicato não funcionará até que a empresa cumpra seu dever de Proteção e Segurança para com seus trabalhadores, sendo um risco comparecer a plantões neste ambiente mafioso. Esperamos que a empresa, assim como o poder público, possa proporcionar condições de trabalho e segurança para nosso pessoal.
Aguardamos o pronunciamento do prefeito de Valparaíso, da autoridade portuária de Valparaíso, da empresa e das autoridades locais.
A opinião da beira do cais.
Pseudo líder, este senhor Marcial Olguín. Em uma entrevista, dizem que são praticamente bagunceiros dois trabalhadores portuários de Valparaíso, mas eles não dizem que te explora, estou mais do que nunca em evidência, que não quero perder mais que esses trabalhadores, ′ ′ os seus interesses pessoais ′ ′, Pagando um gol de Port Trabalhava que durou anos, trata-se da cobertura do empresário e administrador do Tps (Von Appen) Porto de Valparaíso, também como dois dirigentes do Tps Valpo cotraporchi.
Como se explica essa manhã para a violência descoberta e ninguém fala nada ...?
Algum comunicado de Tps, dois dirigentes sérios, da empresa portuária, contra esses pseudo portuários, de que amamos vocês verdadeiros portuários ...?
Quer continuar a beneficiar, não só com a exploração da sua própria organização, mas não mais, estar atento para quebrar quaisquer greve ou mobilizações que sejam muito válidas e dignas contra os seus colegas do TCVAL ...?
Esperamos que as autoridades competentes tomem atitudes contra este ato terrível e violento, ou é necessário que apareça algum trabalhador morto ...?
Chega de abusos, Sr. Von Appen, chega das suas práticas anti-infinitas, chega das suas mais práticas de comércio contra seus pares. Ganhe seus clientes com dignidade e não usando artefatos de secules anteriores.
S. G. Cruz
Esta empreiteira, que pegou a figura de sindicato durante a greve de novembro a dezembro de 2018, que contou com a vênia da administração da TPS e da Cotraporchi, mal pode justificar a sua ação como defesa do trabalhador portuário, pois se o Sindicato dos Estivadores de Valparaíso conseguiu melhores condições salariais e trabalhistas para quem trabalha com eles e se as pessoas que trabalham para o Sr. Olguin preferem trabalhar com o Sindicato dos Estivadores, este cavalheiro não pode impedi-lo, mas atentar contra um princípio básico que é liberdade e busca permanente de melhores condições para o operário portuário.
Estes atos de amedrontamento, que geralmente realiza em Valparaíso, devem ter uma clara declaração de rejeição de parte dos sindicatos do porto e das empresas que aí operam. Não só para punir esse comportamento, mas também para tirar o estigma de que eles promovem esses comportamentos ao fazer vista grossa para esses atos de matonagem.
Una de las mayores conquistas sociales de los trabajadores fue el derecho de manifestarse, para poder luchar por sus derechos.
"Usted no sabrá el resultado que vendrá de sus acciones, pero si no hace nada no habrá resultados". Mahatma Gandhi
Los estibadores de Val Paraíso fueron las calles gritando contra la perpetuación de la injusticia, es importante que todos los sectores de la sociedad escuchen.
La movilización que tuvo lugar el martes 11 de junio, concentró en la calle la junta del sindicato y la marcharon hasta la intendencia, donde los estibadores entregaron una carta a la gobernadora de Valparaiso e intendente como representantes del gobierno en el área, petición.
1) Cumplimiento del acuerdo y pago de los cursos en las fechas estipuladas 2) Nuevo acuerdo de pensiones para nuestros compañeros/as 3) indemnizacion laboral para los13 compañeros que quedaron fuera del trabajo.
Después de entregar la carta en la intendencia los estibadores marcharon hasta la avenida Argentina para dar total apoyo a los profesores que hoy se encuentran movilizados por mejores condiciones de trabajo y en respeto a la educación de nuestros hijos e hijas.
Analizando el pensamiento y relacionando a la realidad del estibador se percibe la necesidad de una mirada más atenta sobre los procedimientos puestos en práctica por los empleadores de los gates del terminal hasta el barco la atrapado.
"Quien acepta el mal sin protestar, coopera con él". Martin Luther King .
Uma das maiores conquistas sociais dos trabalhadores foi o direito de se manifestar, para poder lutar por seus direitos .
“você não saberá o resultado que virá das suas ações, mas se não fizer nada não haverá resultados”. Mahatma Gandhi
Os estivadores de Val Paraíso foram as ruas gritando contra a perpetuação da injustiça, é importante que todos os setores da sociedade ouçam .
A mobilização que ocorreu nesta terça-feira, 11 de junho, concentraram na rua junta a sede do sindicato e de la marcharam até a intendência, onde os estivadores entregaram uma carta à governadora de Valparaiso e intendente como representantes do governo na área, com a petição. 1) cumprimento do acordo e pagamento dos cursos nas datas estipuladas 2) novo acordo de pensões para os nossos colegas / AS 3) subsídio de trabalho para os 13 companheiros que ficaram fora do trabalho.
Depois de entregarem a carta na intendência os estivadores marcharam até avenida Argentina para dar total apoio aos professores que hoje se encontram mobilizados por melhores condições de trabalho e em respeito a educação dos nossos filhos e filhas.
Analisando o pensamento e relacionando à realidade do estivador percebe-se à necessidade de um olhar mais atento sobre os procedimentos postos em pratica pelos empregadores dos gates do terminal ate o navio la atracado .
"Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele". Martin Luther King
Brutalidade policial gera greve nacional nos "Portos do Chile" .
"O TIRO SAIU PELA CULATRA" deu na mosca o ditado popular . Os políticos ,empresários e os carabineiros apostaram que uma demonstração de força invadindo,destruindo ,agredindo e prendendo estivadores acabaria com o movimento social dos pais de família chilenos .no final aconteceu algo que é o contrário do que se esperava ,se a intenção era fazer voltar a ver a operação normalizada no porto de Valparaíso ,se paro foi tudo nos portos do norte ao sul do pacifico. A atitude neo liberal ,tornou transparente o desrespeito empresarial com os trabalhadores chilenos era ou melhor e um problema privado ,se tornou combustível de união entre todos os trabalhadores não somente portuário, mas chilenos ,pois o que aconteceu em Valparaíso pode amanha acontecer em qualquer sindicato de qualquer categoria ou cidade . .E a resposta era logica nenhum passo atras ,cruzada de braços nas portas dos terminais .
Os vários portos do país pararam em solidariedade com a atitude anti fascista na invasão ao sindicato de estivadores de Valparaíso. São eles irquen, Penco, Talcahuano, Muelle Huachipato, San Vicente y Coronel y , Corral .Iquique, Antofagasta, Caldera, Chañaral, Huasco, Caldera,Ventanas, San Antonio, Ventanas, Bio Bio, Puerto Montt y Punta Arenas.
Note-se que os movimentos de solidariedade são esperados noutros portos do pacifico alem da fronteia do chile , principalmente nos EUA e na Europa . Fica uma duvida o estrategista desta operação com o as forças especiais da polícia que resultou na destruição do sindicato de Valparaíso, perdera seu emprego ou custeara as despesas geradas por este ato desastro e anti democrático para não dizer fascista .
E um grande ata de repudio a esta atitude foi chamada a acontecer onde os estivadores conclama seus vizinhos, amigos, colegas , os professores de seus filhos e o povo de bem que e contra a brutalidade policial e o desrespeito social dos políticos .
A selvageria posta em pratica pela policia chilena invadindo o sindicato dos estivadores de Valparaíso .
“A Greve do estivadores do porto de Valparaíso demonstra a capacidade de parar o país, com ações unitárias. Recebeu a solidariedade dos demais trabalhadores e universitários chilenos força de mobilização . Infelizmente, a violência e repressão praticadas pelas forças policiais também marcaram a data,sem grandes surpresas, a polícia mais uma vez agiu como braço armado do empresariado.
Hoje com 31 dias de paralisação por volta das 19 horas depois de um protesto no bairro Porto, as forças especiais de carabineiros entraram na sede do Sindicato dos estivadores, prenderam 17 estivadores, os bateram deixando-os gravemente feridos,
Eles estão na segunda comissária de valpo, os voltaram a bater na masmorra e não os levaram para fazer corpo delito . Não deixaram entrar no Instituto nem observadores de direitos humanos. A governadora diz-nos que este é um procedimento policial. Sabemos que foi uma ordem do Tenente Coronel Victor . Mas ninguém se faz responsável pela ordem de invasão. Por outro lado não vemos uma vontade política de parte do governo real de solucionar o conflito no porto de Valparaíso pelo contrario vemos apostando com a midia no desgaste repetindo que o movimento nada trara a sociedade chilena alem de prejuízo e perdas para os comerciantes . Se aqui existem mortos e feridos é responsabilidade política do governo e dos gestores doTPS.
Ministro Secretário-Geral do Governo, Cecilia Pérez, disse que é um conflito entre partes privadas reafirmou a ideia de que o governo através de ministros sectoriais dos Transportes, Gloria Hutt, e do Trabalho, Nicholas Monckeberg, além do prefeito de Valparaiso, Jorge Martinez, para mediar e conseguir uma solução . Como numa cena de cinema de um filme de Protestos trabalhistas os Trabalhadores foram reprimidos, pela polícia com bombas de gás, jatos d’água , spray de pimenta e muita cacetada nos estivadores que se concentravam no telhado do sindicato . Qual sera a resposta dos estivadores dos portos dos 4 continentes que irão descarregar as cargas embarcadas nos portos chilenos em solidariedade a agressão sofrido pelos estivadores chilenos .
Pneus em chamas estivadores protestam no centro de Valparaíso Labaredas cortando o céu a luz do luar
O resultado do procedimento empresarial portuário foi posto para fora na tarde de quarta-feira no centro da cidade,nas mediações da Avenida Errázuriz, o que esperava o governo chileno .
Uma coisa todos sabiam não importando o pais ,a policia veio com força e com seus carros pipas colocaram água no chopp da manifestação e perseguiram os trabalhadores dentro do Barrio Puerto, entre a Plaza Sotomayor e Aduanas.
O conflito foi ocasionado não por uma carta , mas sim pelo desrespeito social , após várias tentativas de reaproximação e negociações fracassadas.e de nos contratos de arredamento não haver clausulas sobre obrigações sócias does empregadores com os estivadores .Isso com certeza não ocorreria .
O que se vê e uma quebra de contrato da TPS com os estivadores chilenos.Onde um artigo continua bloqueando o acesso a dignidade social dos trabalhadores do porto de Valparaíso.
Por outro lado os estivadores ensinam ao governo a palavra solidariedade.
Sobre a atual mobilização de trabalhadores do porto de Valparaíso, os trabalhadores portuários de iquique : Apoiamos os colegas de Valparaíso, pois o seu conflito coloca em evidência a permissividade estadual com as péssimas condições de trabalho e as práticas sindicatos nos portos chilenos. Solidários com os companheiros porque suas demandas são justas e sabemos que o empreendedorismo prefere perder milhões de dólares antes de ter que dialogar com quem diariamente, na precariedade e sem parar, enchemos seus bolsos. Repudiamos o papel dos dirigentes sindicais apatronados que traem os seus companheiros e a toda a nossa turma, colocando-se do lado da empresa para fazer fracassar a mobilização de quem reclamam dignidade e um salário justo. Condenamos o uso da força pública como guardas privados da empresa, apesar de que isso se encontra explicitamente proibido na legislação. Avisamos os nossos companheiros que essas práticas repetem a mesma fatídica trama de Porto Angamos-Mexilhões há quatro anos, a que conhecemos em primeira pessoa. E chamamos, portanto, a defender nacional, unidos e com ações concretas aos companheiros possíveis de Valparaíso. Nunca mais sozinhos!
Sindicato Portuario Sitramaport Federação dos trabalhadores portuários de iquique fetrapi A ministra dos Transportes, Gloria Hutt, disse que o conflito portuário de Valparaíso, que já dura 22 dias, pode ser resolvido rapidamente se ocorrer uma reunião entre trabalhadores e a TPS. Estamos trabalhando incansavelmente para que isso aconteça o mais rápido possível, e pode romper sem dificuldade apenas para sentar e conversar." "A posição do ministério sempre foi reunir as partes. Além disso, o Secretário de Estado indicou que a saída de Raúl Celis da presidência de Puerto Valparaíso "faz parte dessa mudança. Acreditamos que o papel das empresas portuárias deve ser muito ativo no monitoramento dos contratos de concessão, para garantir a conformidade, essas concessões são entregues sujeitas a continuidade operacional, de forma que o papel da empresa como agente ativo que é capaz de antecipar os problemas e fazer uma gestão eficaz e oportuna, pensamos que é uma tarefa importante ". Origem do conflito "acreditamos que há algumas questões pendentes sobre as modalidades de trabalho portuário, e neste caso particular a grande proporção de trabalhadores avulsos tem muito a ver com o origem do problema. Nunca interviremos nas decisões que a empresa tome, parece-nos que é bom que o Estado incentive as condições, mas cada empresa é livre para tomar as decisões que lhes parecem melhores ". Quando homens e mulheres agirem como gestores mais preocupados com as questões financeiras das empresas e menos com a preocupação social das comunidades onde estas empresas estão instaladas cenas como estas serão cada vez mais comuns .
https://portalportuario.cl/ministra-hutt-y-conflicto-portuario-de-valparaiso-podria-destrabarse-sin-mayor-dificultad-solo-con-sentarse-a-conversar/?fbclid=IwAR2c-MVO5Zx9Gq3SuCH9Yzaon6ftluhtXPrJg-iDcQ83F37jW5nqI5-g7C8
Homens armados tentam sequestrar estivadores grevistas de Valparaíso O mundo esta voltando alguns seculos , gangues de bandidos respondem aos interesses nada civilizados são responsáveis por este acontecimento cinematográfico, quem sera o milionário por traz do ataque aos trabalhadores, operada nas sombras da impunidade, com ações repressivas explícitas de terrorismo do pós revolução industrial . Os estivadores apresentaram queixa por tentativa de sequestro e ameaça de morte . O presidente do sindicatos de trabalhadores foi abordado por três pessoas com rosto descoberto a bordo de um veículo. "Eles o algemaram, depois mostraram uma arma e ameaçaram com a morte para que ele parasse de se debater, nós lhe trazemos uma mensagem; termina a greve, porque estamos prontos o buraco para jogá-lo e fazê-lo desaparecer ".
Nesse sentido, em pleno 2018 estamos vendo atitudes de cenas de filmes do seculo 19 . Informações que uma operadora portuária esta chamando os trabalhadores a trabalhar e esta oferecendo um valor por turno que flutua entre os $ 70 mil e $ 90 mil e um bônus de $ 70 400 mil pesos a quem entre trabalhar. E preocupante que a empresa prefira acariciar os trabalhadores para voltarem a trabalhar, ao de fazer um contrato coletivo. Esta postura anti social deve ser ensinada nas escolas que formam os gestores , homens e mulheres de confiança do mercado .A doutrina esta sendo explicitada e gozada em parte da Europa e na America Latina .Se mostrando uma doutrina baseada nos pilares da redução do custo a qualquer custo sem preocupação social .Grande mandamento da escola do mercado .Deixando os estivadores do mundo em alerta. Como os sem família pagos com moedas de ouro no porto de Setúbal para furar a greve dos estivadores precários , o mais intrigante e que Portugal e um pais governado por um partido dito socialista ao contrario dos liberais de mercado que governam o chile . E levando a solidariedade a ser posta em pratica
Portuários del Biobío ameaçam com "boicote" na ausência de solução para a greve em Valparaíso Os trabalhadores temporários TPS depois 15 dias não conseguiram chegar a um acordo com o operador portuário, agora terá o apoio de todos os trabalhadores portuários chilenos em atividades que serão realizadas nos diferentes portos do país. Através de um comunicado, eles disseram que "não descarta um boicote aos outros armadores e serviços portuários realizadas pelo grupo Von Appen ,seus navios de cabotagem , exterior e seus rebocadores Ultratug e Ultragas.
O repudio ao ato negligente das questões portuárias principalmente com seus trabalhadores. Como na retirada de estivadores mais velhos por trabalhadores sem experiencia e com um perfil individualista .
Muitas são as batalhas que enfrentamos, é o famoso matar um leão por dia.
E como é difícil, pois são tantas as preocupações. Mas, em meio às batalhas da vida, a família é uma grande fonte de alegria e paz, e por vezes é ela que nos ajuda e nos fortalece. Já que a família é fonte de tanto poder, precisamos sempre valorizá-la e permanecer juntos para vencer as batalhas da vida , mas sem a dignidade de nosso trabalho ,correndo atrás disto os familiares, das trabalhadoras e trabalhadores portuários de Valparaíso foram as ruas .
Mulheres ,maridos,filhos ,sobrinhos e netos caminhavam e so que não podiam foram carregados ninguém ficou para trás .
Todos buscando o direito a Segurança,Paz,Educação,Bem-estar e Valorização impedida pelos gestores portuários chilenos .
Uma marcha baliza pelo respeito social começou por volta das 16:00 no Cais Prat, indo em direção à Victoria Square.
O Governo Provincial de Valparaíso autorizou o trajeto e a policia coordenou os detalhes com trabalhadores portuários.
Uniformizados, cerca de 1.500 chilenos participaram da "marcha da família" , intitulado “Nunca Más Solos slogan da União Port of Chile, seguiu pela Plaza Rafael Sotomayor e pela Aníbal Pinto . O movimento social por dignidade atraiu a presença de trabalhadores portuários, parentes e apoiadores durante a marcha o comercio local baixou as portas em apoio a luta dos trabalhadores , que também são seus clientes , gritaram slogans pedindo a saída dos líderes históricos da estiva e que suas demandas não são ouvidas e resolvidas pelas empresas.
Vale salientar que os portos vizinhos ja estão boicotando os navios desviados de Valparaíso e já receberam cartas e depoimentos de estivadores da Europa e America de apoio não só em palavras mas em boicote aos navios que foram desviados reduzindo a velocidade no trabalho.
O Chile já possuiu uma das legislações trabalhistas mais avançadas da América do Sul. Em 1924 foram promulgadas leis que regulamentavam o regime de contratação e o seguro de acidente de trabalho e de doença. Em 1931 criou-se o Código do Trabalho, que ampliou a legislação trabalhista anterior e a proteção social , mas perdeu apos 1973 com o golpe militar que contou com o apoio das classes média e alta investindo pesadamente numa politica liberal de mercado sem responsabilidade social .
O bloqueio que afeta o porto de Valparaíso e provocado pela ma gestão de alguns senhores e senhoras .Se os acionistas dos terminais TPS e TCVAL tivessem preocupação com a dignidade social de seus prestadores de serviços os erros cometidos por seus gestores já estariam sanados .
E não estaríamos lendo nos jornais e meios de comunicação "hoje vemos um grupo de manifestantes está impedindo operar o terminal e exercer os seus deveres para com os nossos trabalhadores portuários. Violência e bloqueios são absolutamente repreensíveis e representam uma séria ameaça à integridade física de nossos trabalhadores ".
Como resultado os estivadores já perderam pelo menos 3.300 turnos de trabalho "o que afeta diretamente os nossos colaboradores que atuam no porto e com quem não mantemos quaisquer questões trabalhistas pendentes".
Porto União de Bio Bio anuncia que não receberá navios desviados de Valparaíso
Nenhum passo a traz com este lema os estivadores do Porto de Bio Bio não atenderão navios desviados, em solidariedade aos trabalhadores no porto de Valparaíso que buscam melhorias em suas condições de trabalho, bem como a mitigação de bônus para compensar um longo período de perdas. A mobilização se da na contrariedade da atitude anti social dos gestores dos terminais TPS e TCVAL .
E são grandes as demonstração de união ao movimento social de cruzada de braço que pais de família estão conduzindo nos portos chilenos .
O século XX começou com um grande movimento social dos estivadores em 15 de abril de 1903, devido a excessivas horas de trabalho e reivindicações salariais, solicitações estas que foram ignorados pelos empregadores, criando uma situação anti social, mas o que esta acontecendo em 2018 .e o retorno ao seculo passado ou o empresariado que continua no mesmo bolsão de informação de seu bisavó .Repeti a tradicional doutrina.
Estivadores cruzam os braços no Terminal Sul do Pacífico (TPS) e Terminal Carros de Valparaíso (TCVAL) bloqueando no porto o cais Prat em Valparaíso. O movimento iniciou ao meio-dia de 16 de novembro, visando resolver suas reivindicações relacionadas com o baixo número de turnos de trabalho nas delegacias, exigindo títulos de compensação para o "desemprego que assola o porto.
" Neste contexto, todos os trabalhadores pedem um bônus de 5 milhões de pesos por compensação do trabalhador e passar para ser contratado como pessoal permanente para o trabalho porta a ter lugar dentro dos terminais. Carlos Ulloa, porta-voz para os trabalhadores avulsos, o que estamos pedindo é o mínimo para anos de violação de nossos direitos, só isso. " "Nós estamos sendo engajados uma vez a cada 15 dias. É por isso que estamos lutando por todos os trabalhadores, de modo que compensá-los ou contratá-los novamente ", disse Ulloa. Alejandra Bordas, um advogado conselheiro trabalhadores avulsos, explicou que "o importante é explicar de forma clara e fazê-los entender que eles são trabalhadores que tem violados seus direitos por muitos anos, eles recebem um tratamento contratual correspondente a quaisquer trabalhadores portuários e realmente que eles desenvolvem é um trabalho de trabalhadores portuários permanentes.
Porque, e isso é extremamente importante ser claro, o que eles fazem é o que é chamado de "dia de trabalho passivo", eles estão disponíveis para a empresa o mês inteiro, 30 ou 31 dias do mês, de manhã, tarde e noite eles não podem trabalhar em outros lugares, eles não podem construir panoramas familiares, eles não podem ter vida social diferente, porque eles devem estar sempre disponíveis para a empresa. " "O que corresponde aqui é reconhecer que existe uma relação de trabalho, rever o contrato trabalhou correspondente e pagar regalias que são as férias legais que , são os trabalhadores que não têm direito a férias e quando eles são demitidos, eles não têm direito a compensação por anos de serviço.
Portanto, eles estão sendo violados de uma série de diferentes vistas ", disse Bordas. Eles são trabalhadores e o que os une é que eles foram violados por um longo tempo ". Um grupo de mais de 500 integrantes da Coordenadora de Trabalhadores Portuários (Contraporch) mantêm as operações paradas e os gates de acesso ao Terminal Sul do Pacífico inoperante.
O que sempre se torna rápido e corrido de um alto contingente policial para manter a ordem e para remover os trabalhadores , ato que não ocorreu.
O Terminal 2 iniciou a operação de cruzada de braços a partir do segundo turno de 17 de novembro, deixando a ver navio o Tenca Arrow apenas a sentir a brisa do mar por 20 minutos antes de iniciar as ações. Os estivadores do sindicato de Valparaíso, a medida de solidariedade com a mobilização que começou na sexta-feira pelos avulsos no TPS e no TCVAL.
"nunca mais sozinhos". Ao que já se sabe por todos os trabalhadores portuários, o porto de Valparaíso (um grupo de trabalhadores de base), e sem ajuda nem mesmo dos seus próprios dirigentes, levantaram a voz, por todos os anos submetidos no medo, os abusos e os abusos. O autoritarismo dos seus dirigentes. A união portuária nasceu justamente por um grupo de lutadores trabalhadores, onde eles no seu momento também levantaram a voz, quando mesmo a maioria não acreditava, porém contra toda corrente, esses bravos trabalhadores fizeram e deram vida aos portuários, aos seus reivindicativos . À dignidade de ser o que hoje somos todos. Os portuários de Valparaíso começaram a levantar a voz por talvez os mesmos sonhos e realizações, que foi a dos trabalhadores possíveis da nossa área, negando-lhes um apoio moral, negando-lhes uma saudação e dizer que todos somos portuários deve ser o sentir de todos. Nós sempre dissemos que a "Paz social" é produto das boas administrações, e. De políticas de trabalho justas e de respeito para os trabalhadores. É um fato que em Valparaíso se entendeu mal por parte da empresa, e o viu como um produto que se podia curtir, mas isto tinha um limite que avisamos e agora se vêem as consequências. As. Empresas devem começar a entender que essa tese desaba, e que se deve avançar rumo a um modelo de justiça social, e a uma administração socialmente sustentável. Por enquanto só nos resta apoiar os nossos colegas trabalhadores, que apesar de não fazerem parte da nossa organização, "São colegas trabalhadores portuários" Pra cima os que lutam, hoje e sempre....!! Sérgio González Cruz