O
que esperar de Dilma do costado ao porão do navio .
A grande pergunta que fica ao setor portuário,
mas direto a comunidade portuária .
O que será que ira acontecer no dia após a
eleição .
Os direitos culturais ,trabalhistas e
sociais serão respeitados
não esquecendo
claro dos deveres e das obrigações .
O primeiro choque ou mesmo conflito
será dado
no dia 27 de outubro no estado do Para
no NAVIO URSULA.
O
trabalho portuário e uma realização profissional secular
onde sempre existiu o
trabalho avulso e
a busca pela vinculação
se torna um desgaste social a parte da comunidade portuário
, principalmente ao elo mais frágil o
trabalhador .
Mas porque isso ocorre será que e
devido ao acumulo de ganho pelo
operador portuário
na busca por uma maior Marge de lucro
ou para reduzir o chamado custo Brasil .
Mas
fica uma lacuna nessa teoria
quem paga a conta e o Estado
opa ia me enganando
quem
sempre paga a conta e o povo Brasileiro
que
paga imposto.
Como num exemplo preliminar resolver essa labuta
a lei deu garantias
mas o empresário vai a justiça
e consegui uma liminar
como regulamentar esse pandemônio .
Em 2009 o coordenador da CNPP do
Ministério do Trabalho,
Domingos Lino,
propôs a empresários e a representantes
dos trabalhadores de portos,
que seja feita mais uma tentativa de fechar um
acordo para disciplinar as regras de contratação desses profissionais.
O coordenador da CNPP lembrou
que, em 2003,
o Ministério do Trabalho criou uma comissão
com representantes
dos trabalhadores, dos empresários e do governo
para discutir assuntos
relacionados aos funcionários dos portos,
como a situação dos trabalhadores
avulsos,
os contratos de trabalhador vinculado,
a abrangência dos contratos
coletivos e
o intervalo de 11 horas entre as jornadas de trabalho.
Mas primeiro qual e o piso, nacional é
a garantia de uma renda
mínima para os profissionais do setor
e o comprometimento a Convenção 137 da
OIT sobre as repercussões sociais dos novos métodos de manipulação de cargas nos
portos.
Decreto 1,886 /96 . A Convenção 137 da OIT
versa sobre as repercussões sociais
dos novos métodos de manipulação
de cargas nos portos,
inserida no ordenamento brasileiro pelo Decreto 1.574
/95.
Espera ai mas a maior queixa e o trabalhador desqualificado
que vem sendo jogado
aos quatro cantos do Brasil .
Ficando sonoro na publicação da revista veja de
1992 com o titulo
“A MAFIA DOS PORTOS-
Vai correr Sangue ,
a resposta dos
estivadores a modernização das docas .
Que foi um choque ,
lembro da historia
de um filho
que ao chegar em casa pergunta ao pai estivador
a qual família mafiosa
pertencia
pois na escola a professora leu a revista .
Ta certo que naquele momento
estamos num pais
com uma política de estado mínimo ,
época que se alterou a
linha do porto organizado de Santos
retirando o fundo do estuário tornando o
ato
no marco da precarização do trabalho portuário no maior porto do Brasil .
Mais
imagina você chegar em casa
e seu filho perguntar se um membro da família
Genovese,
Bonanno, Gambino, Lucchese ou Colombo
e qual seu
posto .
Mas voltando ,
todo gestor de ogmo tem
uma frase pronta
quando e cobrado ou questionado sobre treinamento ,
realmente
temos dificuldades em qualificar os TPA
mesmo com todos os recursos disponíveis
no Sistema do Ensino Profissional Marítimo
que sempre demoram mas estão a
caminho e
a também outras formas junto ao governo Estadual ,
estamos numa
situação delicada,
à média de idade gira em torno de 47 anos,
o grau de
escolaridade é bem abaixo
do necessário para a aplicação de cursos avançados de
qualificação,
por conta da sazonalidade existente no movimento de navios.
Mas
com a chegada de novos terminais
teremos de repensar nossas posturas,
mas
sempre seguindo a determinações .
De
quem ?
Quem
emprega e nomeia no OGMO.
QUAL o elemento principal do
processo de trabalho portuário.
Dados,
mostram que a mecanização não
necessariamente reduz
o uso da mão de obra,
mas conseqüentemente requalifica
seu uso.
Esse fato ocorreu na década de 60
nos EUA,
onde os estivadores desceram do navio e
foram treinados para operarem
os novos equipamentos,
atitude depois seguida na década de 70 pelos Alemães ,Belgas ,
Holandeses , Franceses , Espanhóis e Portugueses.
Que investiram na EDUCAÇÃO ,
pois Porto e para Portuário com Portuário.
E no Brasil qual será o caminho a
seguir para o trabalhador portuário
nesse momento de mudança .
Ele já briga pra ser respeitado
por treinamento
e sabe que não vai deixar de lutar por sua cultura .
Mas sabe que os portos
brasileiros
somente serão grandes
quando
forem um espaço de portuários para portuários.
Imagem Fatima Queiroz .

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