26 de out. de 2014

O que esperar de Dilma do Costado ao Porão do navio

  O que esperar de Dilma do costado ao porão do navio .
A grande pergunta que fica ao setor portuário, 
mas direto a comunidade portuária .
O que será que ira acontecer no dia após a eleição .

Os direitos culturais ,trabalhistas e sociais serão respeitados 
 não esquecendo claro dos deveres e das obrigações .

O primeiro choque ou mesmo conflito 
será dado no dia 27 de outubro no estado do Para 
 no NAVIO URSULA.
O trabalho portuário e uma realização profissional secular 
onde sempre existiu o trabalho avulso e 
a busca pela vinculação 
se torna um  desgaste social a parte da comunidade portuário , principalmente ao  elo mais frágil o trabalhador . 
Mas porque isso ocorre será que e
 devido ao acumulo de ganho pelo operador portuário 
na busca por uma maior Marge de lucro 
 ou para reduzir o chamado custo Brasil .
Mas fica uma lacuna nessa teoria 
quem paga a conta e o Estado 
opa ia me enganando 
quem sempre paga a conta e o povo  Brasileiro 
que paga imposto.

Como num exemplo preliminar resolver essa labuta 
a lei deu garantias
 mas o empresário vai a justiça 
e consegui uma liminar  
como regulamentar esse pandemônio . 
Em 2009 o coordenador da CNPP do Ministério do Trabalho, 
Domingos Lino, 
propôs a empresários e a representantes dos trabalhadores de portos,
 que seja feita mais uma tentativa de fechar um acordo para disciplinar as regras de contratação desses profissionais.
O coordenador da CNPP lembrou que, em 2003,
 o Ministério do Trabalho criou uma comissão
 com representantes dos trabalhadores, dos empresários e do governo
 para discutir assuntos relacionados aos funcionários dos portos,
 como a situação dos trabalhadores avulsos,
os contratos de trabalhador vinculado,
 a abrangência dos contratos coletivos e
 o intervalo de 11 horas entre as jornadas de trabalho.

Mas primeiro qual e o  piso, nacional é 
a garantia de uma renda mínima para os profissionais do setor
 e o comprometimento a Convenção 137 da OIT sobre as repercussões sociais dos novos métodos de manipulação de cargas nos portos.

Decreto 1,886 /96 . A Convenção 137 da OIT 
versa sobre as repercussões sociais 
dos novos métodos de manipulação de cargas nos portos,
 inserida no ordenamento brasileiro pelo Decreto 1.574 /95.

Espera ai mas a maior queixa  e o trabalhador desqualificado 
que vem sendo jogado aos quatro cantos do Brasil .
Ficando sonoro na publicação da revista veja de 1992 com o titulo 
“A MAFIA DOS PORTOS-
 Vai correr Sangue ,
a resposta dos estivadores a modernização das docas .

Que foi um choque ,
lembro da historia de um filho 
que ao chegar em casa pergunta ao pai estivador 
a qual família mafiosa pertencia 
pois na escola a professora leu a revista .

Ta certo que naquele momento estamos num pais 
com uma política de estado mínimo ,
época que se alterou a linha do porto organizado de Santos 
retirando o fundo do estuário tornando o ato 
no marco da precarização do trabalho portuário no maior porto do Brasil . 

Mais imagina você chegar em casa 
e seu filho perguntar se um  membro da família 
Genovese, Bonanno, Gambino, Lucchese  ou  Colombo  
e qual seu posto .

Mas voltando  ,
todo gestor de ogmo tem uma frase pronta 
quando e cobrado ou questionado sobre treinamento ,
realmente temos dificuldades em qualificar os TPA 
mesmo com todos os recursos disponíveis 
no Sistema do Ensino Profissional Marítimo 
que sempre demoram mas estão a caminho e 
a também outras formas junto ao governo Estadual , 
estamos numa situação delicada, 
à média de idade gira em torno de 47 anos,
 o grau de escolaridade é bem abaixo 
do necessário para a aplicação de cursos avançados de qualificação, 
por conta da sazonalidade existente no movimento de navios.
 Mas com a chegada de novos terminais 
teremos de repensar nossas posturas,
 mas sempre seguindo a determinações .

De quem ?
Quem emprega e nomeia no OGMO.

 QUAL o elemento principal do processo de trabalho portuário. 
Dados, 
mostram que a mecanização não necessariamente reduz
 o uso da mão de obra, 
mas conseqüentemente requalifica seu uso.

Esse fato ocorreu na década de 60 nos EUA,
 onde os estivadores desceram do navio e
 foram treinados para operarem os novos equipamentos,
 atitude depois seguida  na década de 70 pelos  Alemães ,Belgas , 
Holandeses , Franceses , Espanhóis e Portugueses.

Que investiram na EDUCAÇÃO  ,
pois Porto e para Portuário com Portuário.
E no Brasil qual será o caminho a seguir para o trabalhador portuário  
nesse momento de mudança .
Ele já briga pra ser respeitado por treinamento 
e sabe que não vai deixar de lutar por sua cultura .


Mas sabe que os portos brasileiros 
somente serão grandes  
quando forem um espaço de portuários para portuários.

Imagem Fatima Queiroz .

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