Terminal projeta operação de 1 milhão de TEUs em 2011
A Libra Terminais pretende chegar, no próximo ano,a 1 milhão de TEUs
A Libra Terminais pretende chegar, no próximo ano,a 1 milhão de TEUs
movimentados em Santos.
A melhor marca da empresa foi obtida há dois anos, antes da crise econômica mundial,
quando 892.082 TEUs passaram por suas instalações na região os terminais 35 e 37.
Na época, a empresa ainda não administrava o T-33 e o T-34.
O crescimento, de 100 mil TEUs em relação a 2008, será possível com a
chegada dos novos equipamentos.
O crescimento, de 100 mil TEUs em relação a 2008, será possível com a
chegada dos novos equipamentos.
Libra investiu R$ 68 milhões na compra de quatro novos portêineres e três RTGs para o complexo santista.A instalação dos novos equipamentos irá melhorar de imediato a produtividade
das operações de cais em até 15%. A empresa também adquiriu máquinas
das operações de cais em até 15%. A empresa também adquiriu máquinas
para o Porto do Rio de Janeiro.
Dois portêineres estão a caminho de Santos e chegam em 30 a 40 dias.
Dois portêineres estão a caminho de Santos e chegam em 30 a 40 dias.
Eles foram construídos na China e viajam montados no casco do navio Zhen Hua 23, que zarpou há dez dias do Leste Asiático.
O restante da encomenda será entregue em outubro do ano que vem.
A fabricante é a ZPMC, a mesma dos outros equipamentos que a empresa possui no cais santista.
Com navios maiores escalando no Porto e mais aparelhos à disposição, será possível dar vazão mais rapidamente às cargas. A produtividade tende a aumentar à medida em que a operação se
adaptar à nova realidade, dando maior competitividade à empresa.
Para isso se concretizar, no entanto,o mercado terá que contribuir e continuar impulsionando o setor.
Dois anos atrás,a crise foi preponderante para a queda na movimentação de
contêineres .
O resultado é que a Libra operou 18% menos contêineres em 2009 em comparação com o ano anterior.
Os reflexos foram sentidos não apenas pela empresa, mas pelo segmento como um todo, uma vez que os contêineres servem, em geral, para o transporte de produtos de maior valor agregado.
O resultado é que a Libra operou 18% menos contêineres em 2009 em comparação com o ano anterior.
Os reflexos foram sentidos não apenas pela empresa, mas pelo segmento como um todo, uma vez que os contêineres servem, em geral, para o transporte de produtos de maior valor agregado.
Na atualidade, a leitura dos indicadores econômicos reacende a possibilidade de os terminais de
contêineres retomarem o patamar pré-crise. Sem revelar em que baseia seu otimismo, Pecly acredita num futuro próspero.
contêineres retomarem o patamar pré-crise. Sem revelar em que baseia seu otimismo, Pecly acredita num futuro próspero.
"Os sinais são de recuperação.
Neste ano, se não igualarmos 2008, vamos ficar perto.
Neste ano, se não igualarmos 2008, vamos ficar perto.
Em 2011, acredito que chegaremos próximo a 1 milhão de TEUs",
declarou o presidente da Libra Terminais.
Entre os fatores que deverão contribuir para este resultado,está a dragagem de aprofundamento do canal de navegação do Porto de Santos.
Com a calha a menos 15 metros ,a empresa poderá usufruir do maior calado de projeto do T-35, por exemplo,que é de 13,5 metros.
Apesar disso,a empresa já começa a planejar o reforço de cais dos terminais 33, 34 e 35, que totalizam 1.060 metros lineares.
O plano deverá ser colocado em prática "em breve".
Já a obra de reforço do cais do Terminal 37, que tem 360 metros, não caberá à empresa.
"Ele é público.
A obra deve ser realizada pela Codesp (administradora do Porto)",
disse Pecly.
Fonte Atribuna
Que pais no mundo aconteceria tal ocorrido , será que os Alemães,Americanos,Belgas,Espanhois,Franceses,Holandeses e Panamenhos conviveriam com tal novela .
A dívida da Libra com a Codesp começou em 1998, quando a empresa arrematou a exploração do Terminal 35, junto a travessia ao itapema. No mesmo ano deixou de pagar integralmente as tarifas referentes à instalação alegando que a Codesp entregara o terminal em condições diferentes das previstas no edital do contrato.
E uma coisa e certa com a entrada em operação dos novos terminais de container em Santos a concorrência colocara para fora do mercado as empresas com forte capital politico mas sem carga e transporte .
Que pais no mundo aconteceria tal ocorrido , será que os Alemães,Americanos,Belgas,Espanhois,Franceses,Holandeses e Panamenhos conviveriam com tal novela .
A dívida da Libra com a Codesp começou em 1998, quando a empresa arrematou a exploração do Terminal 35, junto a travessia ao itapema. No mesmo ano deixou de pagar integralmente as tarifas referentes à instalação alegando que a Codesp entregara o terminal em condições diferentes das previstas no edital do contrato.
E uma coisa e certa com a entrada em operação dos novos terminais de container em Santos a concorrência colocara para fora do mercado as empresas com forte capital politico mas sem carga e transporte .
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