4 de mai. de 2012

No seculo 21,o novo perfil do cais

No séc 21, o novo perfil do profissional portuário
Salários iniciais que chegam a R$4 mil para funções operacionais são o sonho de muitos profissionais que pretendem entrar no mercado de trabalho. Mas também e 30% menos que a media do estivador ,a realidade de muitos que já atuam no Porto de Santos. Se você quer fazer parte deste processo, fique atento.

Quem entra, não pretende sair e aposta na
capacitação para subir degraus na profissão. Competição, qualificação e foco são as palavras de ordem para quem sonha com o sucesso na carreira profissional. No setor portuário, a situação não é diferente. A disputa está cada vez mais acirrada e o candidato a uma vaga precisa se destacar em áreas que antes não faziam parte do segmento.

O gestor de Recursos Humanos RH do Grupo Libra, Carlos Roberto dos Santos, que atua há 17 anos no complexo santista, dá a receita para o ingresso e o sucesso no
setor portuário. Para ele, o gosto por estudo e leitura e a busca incessante por informação são os trunfos dos portuários do novo milênio.

"Independentemente da função que se deseja seguir, o profissional precisa conhecer o negócio e saber exatamente qual é a atividade que a empresa dele exerce. Para isso, os cursos livres são o melhor caminho", destaca Santos. As indicações podem parecer genéricas, utilizáveis por profissionais de qualquer área, mas existem caminhos básicos que os
futuros portuários devem percorrer para garantir uma vaga. E elas são úteis para um leque que se abre de mais de 100 funções no setor.

Uma graduação em Logística ou áreas correlatas
Comércio Exterior e Gestão Portuária, por exemplo é passo fundamental. Cursos tecnológicos ou de curta duração relacionados ao segmento também são muito bem aceitos pelo mercado. Eles vêm seguidos por programas de capacitação que dão a noção de como funciona o transporte marítimo e, claro, pelo aprendizado do idioma inglês, indispensável nas atividades portuárias.

Além da formação, o profissional do Porto precisa de determinadas características. A primeira é não se apegar a finais de semana e feriados. Com o complexo batendo seguidos recordes de movimentação, seu funcionamento é de 24 horas dia e o trabalho, também. O bom relacionamento interpessoal é indispensável por conta da quantidade de trabalhadores do Porto - e aqueles vindos de diversas partes do mundo. Iniciativa e rapidez na tomada de decisões também são imprescindíveis.

O gestor de RH explica ainda que os cursos livres, aprofundando o conhecimento sobre o setor portuário, são diferenciais, mesmo se o candidato já for graduado em outra área de atuação, como Administração de Empresas, Economia ou mesmo Comunicação Social. Nesses casos, a importância é ainda maior, pois as disciplinas mais específicas do segmento serão as responsáveis por aproximar o profissional do setor
portuário.

"Por que não fazer um curso de vistoriador de contêineres, se a intenção é atuar em um Terminal especializado? Ele vai precisar de conhecimento, mesmo se não for executar esta função, apenas para entender a demanda da empresa onde vai atuar", destaca.

Saber como otimizar operações e tempos, reduzindo custos, é fundamental ao profissional. Por isso, a necessidade de aulas que ensinem o dia a dia da profissão. Segundo Carlos, existem muitos
cursos que direcionam Profissionais para a área portuária, mas não é percebida uma ação integrada entre universidades, escolas técnicas e centros de qualificação, afim de criar um modelo de ensino comum.

As funções ligadas à mecânica de equipamentos e tecnologia são as que mais contratam atualmente. O problema é a falta de profissionais
capacitados para atuar no setor portuário. "Até então, a formação  de mecânica de equipamentos ou tecnologia é direcionada ao segmento automobilístico e da indústria como um todo. Não há qualificação específica para nosso mercado", afirma Carlos.

O futuro da atividade
portuária passa pela Tecnologia da Informação. Todas as funções, até mesmo as operacionais, controlando guindastes e equipamentos pesados, demandam do profissional um conhecimento profundo sobre informática. Identificar um candidato apto a uma vaga é mais complicado do que se imagina. Muitas vezes, os jovens têm boa capacitação acadêmica e fluência em outros idiomas, mas pouca experiência ou nenhuma ligação com o setor. Em outros casos, o problema é o oposto, falta conhecimento tecnológico e a iniciativa de aprender.

"A tecnologia pode ser inimiga ou aliada. Cabe ao candidato escolher o que prefere. Ela força a
qualificação e tira o profissional de uma zona de conforto, pois ele precisa estar sempre se atualizando".

Fonte: A Tribuna


Quais preocupações e quais determinações ,no campo profissional na area portuaria .
Quem e o trabalhador Portuario , quais são suas funções ?
Quem e o trabalhador portuario da Convenção 137 ,Resolução 145 da OIT e da lei dos Portos
A Disputa ja e conhecida  , mais quais são os loros da comunidade portuaria .

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